A Prefeitura de Piracicaba (SP) definiu nesta quinta-feira (18) a empresa privada que irá fazer a retirada dos peixes mortos da Área de Proteção Ambiental (APA) do Tanquã, conhecido como minipantanal paulista. A limpeza deveria ter começado na quinta (18), mas foi adiada, e deve começar na manhã desta sexta-feira (19), com a ajuda de um trator aquático, equipamento capaz de fazer a retirada dos animais mortos da água.
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A empresa escolhida para fazer o trabalho é a Ambiental Piracicaba, a mesma que realiza a coleta de lixo da cidade. Existem pelo menos seis pontos de concentração de peixes mortos no minipantanal. Segundo a prefeitura, a expectativa é que sejam retirados ainda mais peixes do que a limpeza no Rio Piracicaba, na qual foram retiradas cerca de 3 toneladas.
A operação de limpeza e de apuração da mortandade vai ser coordenada pela Polícia Militar Ambiental. Ao todo, 14 barcos devem ser usados no trabalho, além de outras máquinas, como o hidrotractor. Um QG será montado em um ponto do Tanquã, em São Pedro (SP), para ordenar os trabalhos.
O trator aquático será usado para levar os peixes mortos para margem, então retirados do rio e levados em caminhões de lixo para um local de descarte adequado.
Cetesb espera análises para multar usina por peixes mortos
ACompanhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb) aguarda a conclusão das análises laboratoriaisdas amostras recolhidas no Rio Piracicabapara definir a penalidade,que pode chegar a R$ 50 milhões, a ser aplicada à Usina São José, acusada de ser a responsável pela morte de milhares de peixes.Essa decisão deve sair nesta sexta-feira (18).A usina afirma que“as insinuações de envolvimento nessa ocorrência são precoces e não têm, até agora, qualquer comprovação ou fundamento”.
Segundo a Companhia Ambiental, na segunda-feira (15) foi realizada uma inspeção e a medição de oxigênio no Córrego da Pinga e quetécnicos já constataram que este curso d’água também foi contaminado pelo descarte irregular de resíduos industriais lançados pela usina na semana passada, provocando mais mortes de peixes na região do bairro Tanquã, onde há um minipantanal que é uma área de proteção ambiental.
Também por meio de nota, aUsina São José S/A Açúcar e Álcooldeclarou que cinco inspeções foram realizadas por técnicos da Cetesb nas dependências da empresa e que“nada foi informado à usina formalmente que explique o motivo ou a origem da mortalidade de peixes registrada nos últimos dias”.
A empresa disse, ainda, que“considera precipitadas as notícias divulgadas nos últimos dias, citando poluentes que teriam sido liberados no Ribeirão Tijuco Preto e chegado ao Rio Piracicaba”e que está colaborando com todas“as informações e acessos solicitados para garantir uma investigação transparente e justa, que leve às causas desse incidente”.
OMinistério Público de São Paulo (MPSP)solicitou à Cetesb um relatório conclusivocom os resultados das análises, o quantitativo de peixes mortos e, também, a tomada de providências imediatas da apuração das causas e dos possíveis responsáveis pelo desastre ambiental, além da adoção das medidas administrativas e criminais pertinentes.
APrefeitura de Piracicaba informou que vai realizar a recolha dos resíduos – peixes mortos- da região do Tanquã. Os trabalhos serão iniciados nos próximos dias, a fim de diminuir os possíveis danos ambientais.
Histórico da mortandade de peixes
Na manhã do domingo (7), o Semae (Serviço Municipal de Água e Esgoto) identificou alterações na oxigenação das águas do rio, às 4h, e agravamento às 6h, por meio da estação de monitoramento da autarquia. Depois, a Simap (Secretaria Municipal de Infraestrutura e Meio Ambiente) constatou irregularidades nas águas,quando os peixes começaram a aparecer mortos.
Os peixes mortos foram encaminhados para a terceirizada responsável, a Piracicaba Ambiental, que fez o descarte correto, para não permitir a contaminação do solo ou da água.
Além disso, a Prefeitura também acionou o Ministério Público para que notifique a Prefeitura de Rio das Pedras, onde a usina está localizada.
O prefeito Luciano Almeida, que atualmente é também presidente dos Comitês PCJ (rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí), solicitou à Cetesb autorização para instalação de três novas estações de monitoramento, sendo nos rios Atibaia e Jaguari e no ribeirão Tijuco Preto.
Por Roberto Gardinalli |roberto.gardinalli@jpjornal.com.br | Tempo de leitura: 1 min
Em nota oficial, a Cetesb (Companhia Ambiental do Estado de São Paulo) informou que o desastre natural no Rio Piracicaba e Tanquã resultou na morte de pelo menos 235 mil espécimes de peixes na área atingida pela poluição. A companhia divulgou, nesta sexta-feira (19), o laudo técnico que fundamenta a multa aplicada à Usina São José. A empresa foi multada em R$ 18 milhões pelos danos causados.
“O incidente resultou na morte de mais de 235 mil espécimes de peixes (em estimativas conservadoras) na região urbana de Piracicaba em 7 de julho e na Área de Proteção Ambiental (APA) Tanquã em 15 de julho”, citou em nota. A Cetesb informou, ainda, que foi identificada a relação direta entre o extravasamento do poluente e os dois episódios de mortandade de peixes. Além disso, a pena aplicada à empresa tem como agravante a omissão do acidente. “Além da multa, a cetesb estabelecerá exigências técnicas e medidas corretivas por parte da usina”, completou.
A Cetesb (Agência Ambiental do Estado de São Paulo) multou em R$ 18 milhões a Usina São José S/A Açúcar após evento que causou a mortandade de mais de 235 mil espécimes de peixes e atingiu área de proteção ambiental.
A Agência vai dar detalhe dos laudos e da operação da retirada de peixes que atingiu APA (Área de Preservação Ambiental), especialmente a região do Tanquã, conhecido como mini pantanal paulista, na coletiva de imprensa que será realizada nesta sexta-feira (19), no auditório da Secretaria Municipal de Educação, de Piracicaba.
Limpeza
A Prefeitura de Piracicaba iniciou operação para retirada dos peixes mortos no bairro Tanquã, distante 60 km da cidade e atingido pela descarga irregular de resíduos no rio Piracicaba. Toneladas de peixes de várias espécies, entre dourados, mandis, curimbatás e outros, apareceram mortos nas lagoas do Tanquã, bairro de pescadores e conhecido como minipantanal paulista, na segunda-feira (15). Imediatamente, a Prefeitura iniciou um plano de limpeza para o local. A retirada começa nesta sexta-feira (19). Uma estrutura de apoio às equipes será montada na Chácara Estrela.
Participam da operação as secretarias municipais de Infraestrutura e Meio Ambiente (Simap), Governo, Obras e Zeladoria e a Defesa Civil, com colaboração da Cetesb (Companhia Ambiental do Estado de São Paulo) - que identificou como causadora do descarte irregular a Usina São José -, da Polícia Militar Ambiental, que a nomeou como Pindi-Pirá, que significa “limpa peixe”, e de pescadores do Tanquã.
Continuando sobre inicio da carreira TST - Técnico de Segurança do Trabalho
Resolvi escrever sobre minha trajetória profissional, anseios, expectativa e desenvolvimento da minha carreira, bem como algumas dificuldades encontradas, dúvidas, apoio e ajudas dos profissionais que tinham mais experiência e conhecimento, eu em passos lentos fui ganhando espaço e domínio do assunto - Quer saber mais leia a Parte 1, 2, 3, 4 e 5.
Uma reflexão: Quem pretende ensinar precisa estar disposto a aprender.
Meus primeiros treinamentos eram sobre Integração de novos colaborares, falar sobre riscos e os procedimentos internos de SST da empresa, entrega de EPIs e apresentar os colaboradores nos diversos setores e departamentos da fábrica; eu que estava iniciando era um bom começo...e ai surge a vocação e o desenvolvimento de um instrutor de treinamentos.
Público alvo em treinamentos
Uma realidade da área de SST é a necessidade em estar sempre a frente de colaboradores da empresa em todos os níveis hierárquicos, sentia muita facilidade em realizar treinamentos dos colaboradores, tinha domínio do público e aos poucos fui observando que em algumas áreas da fábrica exigiam mais e outras menos. Por exemplo: os profissionais de manutenção normalmente com conhecimento e formação técnica em elétrica ou mecânica com muita experiência em fábrica faziam perguntas mais técnicas e isso trouxe maturidade e troca de conhecimento, que contribuiu muito no meu desenvolvimento, aprendi a ter "jogo de cintura" ter flexibilidade no modo de pensar e agir em novas situações.
Aprendi utilizar e compartilhar o conhecimento individual dentro do grupo de forma dinâmica e participativa valorizando os participantes e enriquecendo o treinamento
Quando envolvia treinamentos com participação de nível gerencial, reconheço que precisava usar termos e linguagem mais refinada, mas sentia apoio enorme isso também servia como combustível para meu aprendizado que misturava com desafio, confiança e credibilidade dada por percepção própria, sentido na pele. mas me fazia muito bem.
Meu projetos de treinamento
Nesta fase da minha carreira já tinha como projeto ser instrutor de treinamentos e precisava fazer cursos da área, lembro que fiz cursos de agente multiplicador de treinamentos, atualização de primeiros socorros, instrutor de operador de empilhadeira, ergonomia, proteção de máquinas, entre outros e sempre que surgiam trabalhos como freelance eu fazia com muito prazer.
Dinâmica de Grupo
Estava muito envolvido em descobrir dinâmicas de aquecimento, quebrar o gelo essas experiências marcaram muito e utilizo até os dias de hoje.
Treinamento é uma parte muito legal na área de SST permite que você desenvolva técnicas e didáticas específicas que ocorrem a cada modalidade de treinamento teórico e prático, permitindo explorar bem o campo de possibilidades.
Teoria e Prática - problemática
Eu aprendi a importância em fazer ligação sala de treinamento x campo prático na fábrica outra situação que utilizo com frequência é trazer o problema e jogar para o grupo resolver eles ficam trabalhando na solução, gerando discussão e participação de todos com interação do grupo e acho muito divertido, fico no apoio e suporte. isso faz o grupo trabalhar é um recurso bem legal, principalmente quando encontram a solução.
Consultoria como freelance em treinamentos.
Fiz algumas amizades com proprietários de consultoria e começa surgir uma demanda de trabalhos como instrutor do curso da CIPA, Brigada de Incêndio, Palestras Direção Defensiva, entre outros e assim começa uma etapa que dividia meu tempo com meu trabalho formal com vínculo da empresa e os freelance, comecei a conhecer diversas empresas e entender como atuar com pessoas, culturas e exigências diferentes, mesmo atuando em treinamento em local novo conseguia com feedback dos colaboradores ministrar os treinamentos respeitando a peculiaridade de cada empresa.
Nesta época surgiram tanto trabalho que era possível trabalhar somente com os freelance, foi uma época boa.
Uma novo requisito surge como diferencial na área de SST
Em algum momento a gente fica desempregado, sem trabalho e nesta hora observo que as oportunidades começam a trazer como diferencial a formação superior, então pra conseguir emprego iniciei a graduação em Administração de Empresa e realmente essas exigências quando aparecem estar atento é fundamental. Consegui um novo emprego logo e confesso que foi bom porque me tirou da zona de conforto e reconheço que me fez muito bem.
Assim que terminei a graduação entendi a sua importância e um caminho para buscar destaque iniciei logo uma pós graduação em Educação Ambiental.
Ingresso na Carreira Professor do Curso TST
Esta formação superior facilitou também meu ingresso em algumas escolas como professor para formação do Curso TST em algumas instituições da Uninove, depois Famesp - Faculdade Método de São Paulo e Senac - Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial.
Foi uma excelente experiência dividir sala de aula com outros professores da área de Saúde e Segurança do Trabalho e alunos que tenho contato e amizade até hoje e estão atuando com TST isso não tem preço.
Falar aqui um pouco sobre atendimento a respostas a emergência, é um parte que gosto muito de trabalhar em diversos cenários de emergência e tive oportunidade em estar sempre envolvido.
Abandono de Emergência
Criar cenários de emergência com situações hipotéticas, com simulador de fogo, fumaça, produtos químicos, vitimas e abandono de emergência, deixo tudo bem elaborado para no dia da execução correr tudo certinho, participei de simulados de resgate em altura e nem imaginam eu era a vitima, com envolvimento do PAM - Plano de Auxilio Mútuo participação de várias empresas, incluindo defesa civil e bombeiro militar.
Desenvolvi vários simulados com equipes de brigada, confesso é bem estressante, mas no final sempre deu tudo certo a satisfação pessoal e profissional não tem preço.
Lógico que alguns treinamentos exigiu que eu fizesse cursos HAZMAT de emergência com produtos químicos, vale muito a pena, quando se faz o que gosta.
Treinamento Hazmat
Por exemplo nunca gostei de trabalhar entrega de EPIS e substituição de extintores, mas alguém tem que fazer a parte boa e a ruim também.
Ainda tenho muitas histórias para contar, no próximo episódio falarei sobre abertura da minha empresa Focus Consultoria em Segurança do Trabalho e Meio Ambiente.
Se estiverem gostando, não deixam de ver a Parte 6
Rogerio Godoy Princiotti
Técnico de Segurança do Trabalho
#treinamentos segurança do trabalho; #treinemento nr35; #brigada de incêndio; #treinamento nr 33; #nr 10; #nr10cursos online; #nr 10 segurança eletricidade; #treinamento nr12; #treinamento proteção de máquinas; #curso nr11 operador de empilhadeira; #consultoria em segurança do trabalho.
Perceba o risco. Proteja a vida – Maio Amarelo 2020 O sétimo ano do Movimento Maio Amarelo será um desafio e tanto. O Movimento, construído em cima de relações, contato social e reuniões terá que se reinventar em 2020, afinal enfrentamos uma pandemia e as recomendações das autoridades de saúde pública são para que todos pratiquemos o isolamento social, evitando assim a propagação do vírus que acomete milhões de pessoas em todo mundo.
Por isso, a coordenação do Movimento Maio Amarelo nacional, realizada pela equipe do OBSERVATÓRIO Nacional de Segurança Viária, decidiu em conjunto com o Denatran (Departamento Nacional de Trânsito) promover um movimento totalmente digital, durante o mês de maio. As ações presenciais foram aconselhadas a serem realizadas no próximo mês de setembro, quando o cenário da pandemia já deve ter mudado e também onde já é celebrada a Semana Nacional de Trânsito.
Com isso, o Maio Amarelo vai acontecer somente pelo contato virtual, seja pelos sites, pelas redes sociais ou mesmo pelos aplicativos de mensagens instantâneas. O Maio Amarelo vai levar a mensagem de um trânsito seguro mesmo sem o encontro de pessoas em 2020.
O slogan desse ano é: “Perceba o risco. Proteja a vida”. É assim, divulgando os riscos que o trânsito apresenta por intermédio das ferramentas de comunicação que hoje temos, é que vamos fazer desse ano o mais abrangente de todos na história do Movimento. Abranger no sentido de fazer a nossa mensagem chegar nos milhões de smartphones de todo país, por meio de GIFs, de vídeos curiosos, de figurinhas, além é claro de mensagens de áudio, posts e stories em todos os canais mais populares que hoje fazem tanto sucesso, seja qual for a idade do internauta.
A ideia desse mote foi exatamente passar à sociedade uma fala já comum entre os técnicos de segurança viária que é a tal percepção de risco. “Quando o cidadão entende que, usar o cinto pode salvar a vida dele, ele passa a usá-lo sem esquecer nos mais curtos deslocamentos. E assim é com o celular, com a manutenção preventiva, com o respeito a velocidade máxima permitida, etc. E foi pensando em ampliar esse conceito junto à sociedade que nasceu o tema de 2020: Perceba o risco. Proteja a vida”, explica José Aurelio Ramalho, diretor-presidente do OBSERVATÓRIO.
A agência Atua, de Sorocaba/SP, assina todo conteúdo da campanha de 2020 e teve o desafio de criar um material que fosse totalmente digital, priorizando os aplicativos de mensagens instantâneas que hoje são a principal forma de comunicação, num momento em que o isolamento social é necessário. Para Carlos Bonassi, diretor executivo da Atua, “fazer mais uma campanha do Movimento Maio Amarelo é um orgulho para toda equipe. O trabalho neste ano foi realmente um desafio, mas conseguimos fazer uma campanha home-office, ou seja, uma campanha “all type”, seguindo as recomendações do Ministério da Saúde, ou seja, sem foto, filme e sem qualquer encontro de pessoas. Esperamos que ela cumpra seu papel e se espalhe entre amigos, nos grupos de WhatsApp, nas redes sociais e a mensagem para que todos avaliem os riscos do trânsito chegue a todos os brasileiros”, conta Carlos.
Para o diretor geral do Denatran, Frederico de Moura Carneiro, o “importante é preservar a vida de todos no trânsito. Por isso, vamos fazer uma campanha digital para levar informação principalmente para quem não pode parar, que são os caminhoneiros e entregadores, seja de motocicleta, seja de bicicleta, além dos profissionais da segurança pública e de saúde”.
ABERTURA VIA LIVE
Havia duas aberturas previstas para esse ano: uma nacional que seria realizada em Blumenau/SC e outra, internacional, em Montevidéu/Uruguai, porém, por conta da pandemia do coronavírus ambas foram canceladas. Entretanto, para registrar a data, na noite do último dia 29 de abril, uma live marcou o lançamento do Movimento Maio Amarelo 2020, via Facebook e Instagram em todo país. Nos 45 minutos de conversa, Ramalho e Francisco Garonce, relações institucionais do OBSERVATÓRIO, puderam apresentar a campanha de 2020, todas as peças produzidas, como nasceu o conceito e como cada uma deve ser usada, nas mais variadas plataformas de comunicação. Mais de 500 pessoas acompanharam a live que foi a 1ª oficial na história do Movimento.
O material do Movimento em 2020, que poderá ser usado por qualquer pessoa, empresa ou entidade já está disponível com versões para que o apoiador insira seu logo na peça, no vídeo ou mesmo nos banners ou stories. “Temos certeza que, por meio das redes sociais e dos apps de mensagens pelo celular, faremos nossa mensagem de segurança no trânsito chegar a mais e mais brasileiros, trazendo mais consciência e responsabilidade a todos que transitam”, finaliza Ramalho.
Conheça e compartilhe os materiais do Movimento Maio Amarelo!
O Maio Amarelo tem como objetivo diminuir índices de acidentes e mortes no trânsito. Foto: montagem sobre foto de Lucas Correia, BD, 17/5/2017
Um cerimônia no Teatro Carlos Gomes no próximo dia 27 de abril vai marcar a abertura oficial da campanha nacional do Maio Amarelo. A novidade foi trazida pelo secretário municipal de Trânsito e Transporte (Seterb), Éder Boron, e pelo coordenador da Escola Pública de Trânsito (EPT), Marco Rebello, na manhã desta terça-feira durante a entrega do novo micro-ônibus da EPT.
O convite para sediar o evento partiu do Observatório Nacional de Segurança Viária. A entidade reconheceu a programação do Maio Amarelo em Blumenau no ano passado como uma das melhores de todo o país.
Segundo Boron, no evento de abril devem estar presentes representantes do próprio Observatório, do Conselho Nacional de Trânsito (Contran) — órgão máximo da política nacional de trânsito — e de órgãos de trânsito de vários estados brasileiros.
Além de ser sede do lançamento nacional do Maio Amarelo, Blumenau também passou a ser signatária do programa Laço Amarelo, promovido pelo Observatório Nacional. Com isso a cidade vai ganhar material didático e capacitações direcionadas para a educação no trânsito, o que deve melhorar ainda mais o trabalho da Escola Pública de Trânsito da cidade.
O avanço da pandemia pelo novo coronavírus (Covid-19) no Brasil e no mundo acarretou no fechamento provisório da maioria das empresas ou, no caso dos setores essenciais, adoção de práticas de prevenção para funcionamento. O Grupo Açotubo, maior distribuidor siderúrgico no atendimento ao varejo da América Latina, montou um plano estratégico com mais de 20 ações para preservar a saúde dos mais de 850 colaboradores de modo a continuar atendendo as indústrias que não podem parar, como a alimentícia e hospitalar.
De acordo com Bruno Bassi, diretor executivo da companhia, a dinâmica encontrada para manter a operação e as entregas foi a montagem de um comitê de prevenção à COVID-19 com uma visão 360º que considera diversos cenários, possibilidades e atores envolvidos. “Além de seguir à risca todas as recomendações dos órgãos oficiais de saúde, agimos de maneira muito rápida para medidas que consideram os espaços, as rotinas de clientes, fornecedores, prestadores de serviço e nossos colaboradores e suas famílias”, explica.
Medidas adotadas:
NOS ESPAÇOS
Aumento da frequência de higienização de áreas comuns e de grande circulação;
Álcool em gel disponível em todas as dependências;
Reforço de comunicação sobre melhores práticas e prevenção;
Acompanhamento dos funcionários em trabalho remoto;
Aumento de espaço entre as pessoas, intercalando assentos no refeitório;
Janelas abertas nos escritórios para melhor circulação do ar.
PROCEDIMENTOS INTERNOS
Criação de grupo de gestão de risco que reúne a alta liderança;
Monitoramento diário da situação externa, das operações e dos colaboradores;
Adiamento de treinamentos, eventos e entrevistas de recrutamento e seleção.
Operações de recebimento, vendas, faturamento e expedição estão mantidas, mas com redução de quadro conforme demanda e seguindo todas as orientações;
Flexibilização do horário de almoço das equipes administrativas e comerciais;
Solicitação de redução do tempo de permanência no refeitório, evitando aglomerações;
Recomendação do uso de ferramentas virtuais para a realização de reuniões de trabalho;
Orientação para que os líderes estejam atentos aos colaboradores com sintomas equivalentes aos da COVID-19, encaminhando-os para avaliação no ambulatório e, caso necessário, retorno à residência;
Suspensão de viagens aéreas nacionais e internacionais, reuniões e visitas internas e externas;
Para os setores operacionais fabris, criamos um grupo de carona, para evitar/eliminar exposição dos nossos colaboradores nos transportes públicos.
Além destas medidas, o Grupo Açotubo dispensou para férias, home office ou banco de horas pessoas do grupo de risco, que tem dificuldade de deslocamento, administrativo e mães que precisam cuidar dos filhos por suspensão das aulas.
“Tudo isso faz parte da nossa missão de entender e atender o cliente e o mercado, mas também de zelar e cuidar das pessoas. Costumamos dizer que, juntos, somos tão fortes como o aço e vamos passar por esse período mais firmes e perseverantes”, conclui Bruno.
Sobre o Grupo Açotubo
Desde 1974, o Grupo Açotubo se consagrou como o maior distribuidor siderúrgico no atendimento ao varejo da América Latina. Reconhecimento de mercado, qualidade dos produtos e satisfação dos clientes integram as mais de quatro décadas da companhia. Referência empresarial e de liderança, o Grupo contempla seis divisões: Tubos e Aços, Conexões, Aços Inoxidáveis, Trefilados e Peças, Soluções Integradas e Sistemas de Ancoragem (Incotep), preparado para atuar em diversos segmentos. Para mais informações: https://acotubo.com.br/.
Enquanto o mundo se apressa para planejar uma recuperação pós-pandemia, o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) vê esse momento de pandemia como uma oportunidade de chamar a atenção para a necessidade de nos reconstruirmos melhor. Os riscos enfrentados por ignorarmos as ameaças de destruição ambiental devem ser entendidos e endereçados com proteções e políticas ambientais. O dia 22 de abril é um lembrete oportuno para abraçarmos os empregos verdes, estimularmos a economia sustentável, tomarmos medidas urgentes para nos proteger do aquecimento global e garantirmos futuros dignos e saudáveis.
De acordo com o Relatório sobre a Lacuna de Emissões 2019 do PNUMA, as emissões globais de CO2 precisam cair 7,6% até o final de 2020 – e continuar caindo 7,6% a cada ano – para limitar o aquecimento global em até 1,5°C.
A pandemia é um lembrete da vulnerabilidade dos seres humanos e do planeta diante das ameaças globais. É preciso endereçar os danos ao meio ambiente. “Se tivéssemos cumprido um pouco mais os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável e o Acordo de Paris sobre Mudanças do Clima, poderíamos enfrentar melhor esse desafio”, afirmou o Secretário Geral das Nações Unidas, António Guterres, em sua resposta aos impactos socioeconômicos da COVID-19.
Contexto histórico
A primeira vez que o Dia da Terra foi celebrado foi em 1970. Vinte milhões de pessoas, indignadas com o derramamento de óleo, a poluição atmosférica e dos rios, foram às ruas protestar contra o que reconheceram ser uma crise ambiental. Foi o maior evento cívico do planeta à época e obrigou os governos a tomarem ações concretas, como o estabelecimento de leis e agências ambientais. Além desses resultados práticos, o evento demonstrou a força das pessoas quando se unem e demandam ações.
Até hoje, a data continua com grande significado. Em 2009, a Assembleia Geral das Nações Unidas adotou uma resolução reconhecendo formalmente o Dia Internacional da Mãe Terra. Em 2016, a ONU adotou o Acordo de Paris, articulando o compromisso das nações em limitar o aumento da temperatura global em até 2ºC em relação aos níveis pré-industriais e fortalecer sua capacidade de mitigar os impactos negativos das mudanças climáticas.
O Dia da Terra 2020 não comemora apenas o 50º aniversário da celebração, mas também o aniversário da assinatura do Acordo de Paris pela ação climática.