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sexta-feira, 2 de maio de 2025

Amaxofobia - Medo excessivo e irracional de dirigir.

 
Dr. Dirceu Rodrigues Alves.


Interessante, uma coisa que era brinquedo na infância onde se fazia coisas mirabolantes com o carrinho, velocípede, patins, carrinho de rolimã e repentinamente, na vida adulta, transformar-se num objeto de total rejeição, medo e muitas vezes de pavor. 

A sensação de medo é consequente a liberação de determinados hormônios no organismo, principalmente adrenalina e noradrenalina, mas outros hormônios são liberados e causam imediata aceleração cardíaca. Na verdade, é a maneira do organismo responder a uma estimulação contrária, física ou mental com objetivo de fazer o indivíduo partir para luta ou fuga. 

O medo sempre existe quando começamos a aprender a dirigir. Ele persiste durante algum tempo após tirarmos a CNH e vai desaparecendo à medida que a experiência se torna presente. Esse medo inicial é porque já não temos o instrutor ao lado o que faz aumentar a preocupação com o trânsito e a possibilidade de sinistros. 

Mas por incrível que possa parecer, 6% da população Brasileira, isto é, 12,9 milhões de brasileiros são portadores desse medo de grau maior ou menor que, cientificamente é chamado de amaxofobia. 

Isso é caracterizado como medo excessivo e irracional de dirigir ou mesmo estar dentro de um veículo, o que é bem semelhante ao transtorno de ansiedade. O pensamento está voltado para os riscos de um sinistro, levando ao estresse e, muitas vezes, ao pânico. Esse estresse é a perda da capacidade de adaptação à situação vivida naquele momento e o indivíduo descompensa. 

Alguns portadores do medo excessivo têm histórico de traumas, sinistros, experiências negativas, medo de perder a direção, atropelar alguém, bater o veículo, matar ou morrer. Múltiplas outras causas, como pânico com os congestionamentos, medo de estar sendo observado, críticas de acompanhantes são outros fatores capazes de levar o indivíduo a ficar preocupado e temeroso com a direção veicular. 

Esse medo é sempre desproporcional a situação vivida e pode surgir com informações e visuais da mídia em geral, como no noticiário de televisão, que é assustador. 

Dirigir para 94% da população portadora da Carteira Nacional de Habilitação sempre é prazeroso. Mas para o portador de amaxofobia, torna-se sofrimento. 

Os sintomas mais comuns desse estranho medo são: 
  • Boca seca; 
  • Transpiração; 
  • Tensão muscular; 
  • Batimentos cardíacos alterados; 
  • Dor no peito;
  • Dores de cabeça; 
  • Agitação;
  • Formigamento; 
  • Vertigens;
  • Tremores; 
  • Falta de ar;
  • Suor nas mãos; 
  • Outros. 

Quando isso está presente, é necessário buscar tratamento que é feito pelo psicólogo e, algumas vezes, há necessidade de acompanhamento psiquiátrico. 

Seria interessante o diálogo, troca de experiências relacionadas à amaxofobia com grupos portadores do quadro. Na realidade, com uma troca de informações, experiências vividas vemos a recuperação de múltiplos portadores que se encontravam no grau leve ou mesmo moderado da fobia. Estimamos que 80% saem do quadro e partem para direção veicular seguros e sem aqueles sinais e sintomas que por várias vezes o levaram ao pânico. Sempre há indicação para uma avaliação e conduta do psicólogo e raramente do psiquiatra. 

O equilíbrio, pensamento positivo, a vontade de querer superar certamente farão do motorista um indivíduo seguro, responsável, seguidor das regras de trânsito e consequentemente sem transgressões, sinistros ou medo. 

 Dr. Dirceu Rodrigues Alves.

segunda-feira, 15 de janeiro de 2024

Contando minha trajetória - Técnico de Segurança do Trabalho - Parte 2

 Caros colegas,


Continuando sobre inicio da carreira TST - Técnico de Segurança do Trabalho

Resolvi escrever sobre minha trajetória profissional, anseios, expectativa e desenvolvimento da minha carreira, bem como algumas dificuldades encontradas, dúvidas, apoio e ajudas dos profissionais que tinham mais experiência e conhecimento, eu em passos lentos fui ganhando espaço e domínio do assunto - Quer saber mais leia a Parte 1

Com minha mesa, computador, armário de arquivos tudo a minha disposição, hora de começar a fazer a gestão de meio ambiente, saúde e segurança do trabalho, mesmo sabendo que não havia muitas evidências anteriores.

E assim comecei abri uma pasta da gestão da CIPA, fiz todo o processo eleitoral atender o calendário anual das reuniões, sentia que já era um bom começo.

Logo apresentei a necessidade em fazer uma SIPAT junto com essa gestão da CIPA para começar a envolver a CIPA nos assuntos de suas competências e fazer com que os colaboradores comecem a identificar e compreender as atribuições dos membros da CIPA.

Com a CIPA veio também o Mapa de Risco que foi elaborado pelos membros da CIPA e fixado nos quadros dos setores da fábrica.

Lembrei dos comprovantes de entrega de EPIs e assim fui logo verificar com o almoxarifado da fábrica como era realizado a entrega, pude comprovar que faltavam algumas coisa de importante relevância, desde a comprovação sistemática e periódica da troca dos EPIs e a formatação do documento com termo de compromisso para sustentação legal:



Aos poucos os armário de guarda de arquivos foi ganhando volume: Pronto veio outra obrigação legal que eram as Ordens de Serviço:


Atendimento a NR – Norma Regulamentadora nº 01 da Portaria 3214/78 do Ministério do Trabalho no item

1.7 Cabe ao empregador:

a) cumprir e fazer cumprir as disposições legais e regulamentares sobre segurança e medicina do trabalho;

b) elaborar ordens de serviço sobre segurança e saúde no trabalho, dando ciência aos empregados por comunicados, cartazes ou meios eletrônicos;


Enfim a Segurança do Trabalho estava iniciando um processo na elaboração de documentos e principalmente envolvimento direto da CIPA e consequentemente os demais colaboradores da Fábrica.

Assim estava começando a conhecer um pouco dos propósitos neste trabalho voltado para prevenção do meio ambiente, saúde e segurança.

domingo, 12 de novembro de 2023

Contando a minha trajetória - Técnico de Segurança - Parte 1 - Meu primeiro trabalho como técnico de segurança

Caros colegas,

Apresentação Inicial

Resolvi escrever sobre minha trajetória profissional, anseios, expectativa e desenvolvimento da minha carreira, bem como algumas dificuldades encontradas, dúvidas, apoio e ajudas dos profissionais que tinham mais experiência e conhecimento, eu em passos lentos fui ganhando espaço e domínio do assunto.

Lembro quando estava no curso técnico, surgiu uma vaga para auxiliar em segurança do trabalho, para uma pequena empresa metalúrgica de estruturas metálicas que nunca teve profissional da área; fiquei muito ansioso e inseguro em participar, porque ainda não confiava nas minhas convicções obtidas no curso, a primeira ajuda veio de um colega de sala de aula que já atuava na área me disse:  vai firme nesta vaga tenho certeza que você conhece da área de SST melhor que qualquer colaborador da empresa, e isso serviu como encorajamento, e na entrevista durante o processo seletivo lembrei das palavras dele, e tudo ficou bem mais fácil, acabei notando que eu estava muito atualizado e a minha entrevista parecia mais um coach em consultoria que se iniciava meu aprendizado com muita vontade de atuar na área, e reconhecendo a importância do profissional de segurança do trabalho. Acreditei que ali estava nascendo um consultor em segurança do trabalho. Prevenir acidentes, incêndio, saúde ocupacional, cuidar da pessoas faz muito bem a qualquer pessoa disposta a ajudar. Oferecer consultoria a empresa, garantindo um ambiente de trabalho harmonioso nas relações capital x trabalho o atendendo as obrigações entre as partes.

Acabei realizando meu estágio obrigatório em uma empresa de grande porte "uma fundição de motores de caminhões" e atuava na parte da manhã como bombeiro industrial e na parte da tarde fazia o estágio com os TST que me orientavam na área, algo que também identifiquei na área os profissionais de segurança sempre foram muito solícitos e isto é uma característica marcante dos profissionais de SST, muito bom!!!

Todos me chamavam de BOMBETEC, achava engraçado bombeiro na parte da manhã e estagiário em segurança do trabalho na parte da tarde, tinha um uniforme de bombeiro e a tarde um avental verde que somente a área composta por 2 engenheiros  e 6 técnicos de segurança, lógico cada pessoa traz consigo seus traços de personalidade e todos sempre me ajudavam conforme a necessidade, visão e tempo disponível de cada um.

sábado, 11 de novembro de 2023

O que mudou na nova NR 35 – Trabalho em Altura • 19 Janeiro 2023


 Por Gianfranco Pampalon

Auditor Fiscal Aposentado, é consultor de Saúde e Segurança do Trabalho do Seconci-SP

Nesses dez anos da Norma Regulamentadora (NR) 35 – Trabalho em Altura, ocorreram muitas melhorias e estas são atestadas pelos indicadores de acidentes e fatalidades. Os indicadores de acidentes com quedas fatais foram reduzidos à metade desde a implementação desta norma há dez anos. É um movimento progressivo que esperamos, assim continue.

Revista, a nova NR 35 foi baixada pela Portaria 4.218 do Ministério do Trabalho, de 20/12/2022 (DOU de 21/12/2022), e entrará em vigor em 3 de julho de 2023. O objetivo principal da revisão, assim como está ocorrendo com as outras NRs, foi harmonizar e atualizar o texto com as demais Normas Regulamentadoras, em particular a nova NR 1 e o PGR (Programa de Gerenciamento de Riscos).

Esta revisão busca facilitar a aplicação da NR 35 e contribuir mais com a tendência de redução de acidentes e, além disso, também criar o Anexo III – Escadas, regulamentando a construção e uso de escadas, para dar um padrão satisfatório na utilização das mesmas, que causam muitos acidentes por queda com diferença de nível.  Este anexo apresenta requisitos de construção, uso e manutenção de escadas individuais portáteis e fixas, em conformidade com as Normas Técnicas.

terça-feira, 13 de setembro de 2022

Saiba novas atualizações da NR 33 - Trabalho em Espaço Confinado

Confira o artigo de hoje para saber as principais mudanças da nova redação.


O que mudou na norma NR 33?


A Portaria MTP 1.690, de 15 de junho de 2022, aprovou a nova redação da Norma Regulamentadora 33. Com vigência para iniciar em 03.10.2022, as mudanças no texto legal, alteraram conteúdos relacionados à Competência do supervisor de entrada, Competência do vigia, Gerenciamento de riscos ocupacionais em espaços confinados, para conferir todas as mudanças e se manter atualizado, siga nessa leitura.

Competência do Supervisor de Entrada

As competências ao supervisor de entrada, serão acrescidas por: implementação dos procedimentos contidos na Permissão de Entrada e Trabalho (PET) e serão asseguradas para que o vigia esteja operante durante a realização dos trabalhos em espaço confinado.


Competência do Vigia

Com a atualização da norma, a competência do vigia poderá acompanhar as atividades de mais de um espaço confinado, desde que:

  • I. Permaneça junto à entrada dos espaços confinados ou nas suas proximidades, podendo ser assistido por sistema de vigilância e comunicação eletrônicas;
  • II. Todos os espaços confinados estejam no seu campo visual, sem o uso de equipamentos eletrônicos;
  • III. O número de espaços confinados não prejudique suas funções de vigia;
  • IV. A mesma atividade seja executada em todos os espaços confinados sob sua responsabilidade; – seja limitada a permanência de 2 (dois) trabalhadores no interior de cada espaço confinado;
  • V. Seja possível a visualização dos trabalhadores através do acesso do espaço confinado.

Gerenciamento de riscos ocupacionais em espaços confinados

Com as atualizações da NR 33No que se refere ao gerenciamento de risco ocupacionais em espaços confinados, dispõe que no processo de identificação de perigos e avaliação de riscos ocupacionais, além do previsto na NR-01, deve ser realizada a etapa de levantamento preliminar de perigos, elaborar e manter o cadastro do espaço confinado e visar à proteção de todos os trabalhadores expostos aos riscos ocupacionais inclusive quando o trabalho em espaço confinado for realizado por prestador de serviço.

Permissão de Entrada e Trabalho – PET após atualizações da NR 33

Quanto a Permissão de Entrada e Trabalho, essa determina que a PET deverá conter os seguintes requisitos mínimos:

  • I.   Identificação do espaço confinado a ser adentrado;
  • II.  Ojetivo da entrada;
  • III. Perigos identificados e medidas de controle, incluindo o controle de energias perigosas, resultantes da avaliação de riscos do Programa de Gerenciamento de Riscos, em função das atividades realizadas;
  • IV. Perigos identificados e medidas de prevenção estabelecidas no momento da entrada;
  • V.  Avaliação quantitativa da atmosfera, imediatamente antes da entrada no espaço confinado;
  • VI. Relação de supervisores de entrada, vigias e trabalhadores autorizados a entrar no espaço confinado, devidamente relacionados pelo nome completo e função que irão desempenhar;
  • VII. Data e horário da emissão e encerramento da PET; e
  • VIII. Assinatura dos supervisores de entrada e vigias.

Ademais, a PET deverá ser emitida em meio físico ou digital, limitada a uma jornada de trabalho, com a possibilidade de prorrogação quando cumpridos determinados requisitos, mas com validade máxima de 24 horas.

Sinalização de segurança

Em relação à sinalização de segurança, com as atualizações da NR 33, ficou estabelecido que caso a sinalização permanente não se torne visível após a abertura do espaço confinado, deve ser providenciada sinalização complementar, conforme modelo constante no anexo I da norma, sendo dispensada a aplicação de cores.

Também ficou definido que em locais com exposição a agentes agressivos ou circulação de pessoas, veículos ou equipamentos, a sinalização permanente deve ser indelével, de forma a garantir que não seja danificada ou retirada – exigência que não se aplica a espaços confinados já existentes em vias públicas, exceto quando ocorrer a substituição da tampa de acesso.

Controle de energias perigosas


Foi acrescido à norma como deve ser implementado o controle de energias perigosas nos espaços confinados, considerando determinadas etapas, como o procedimento de isolamento, bloqueio e etiquetagem.

Nesse contexto, fica proibido a retirada ou substituição de dispositivo de bloqueio ou etiquetas por pessoas não autorizadas e a neutralização da energia interrompendo somente o circuito de controle do equipamento ou sistema por meio de sistemas de comando ou de emergência.

Avaliações atmosféricas nas atualizações da NR 33

Determina que o percentual de oxigênio (O2) indicado para entrada em espaços confinados é de 20,9%, sendo aceitável o percentual entre 19,5% até 23% de volume, desde que a causa da redução ou enriquecimento do O2 seja conhecida e controlada.

Estabelece que os equipamentos utilizados para avaliações atmosféricas deve:

  • I. Atender o disposto nas normas técnicas nacionais ou, na sua ausência, normas técnicas internacionais aplicáveis;
  • II.  Efetuar leitura instantânea;
  • III.  Ser intrinsecamente seguro;
  • IV. Ser protegido contra interferências eletromagnéticas de radiofrequência, devendo suportar campo de 10 V/m (dez Volts por metro);
  • V.  Possuir alarme sonoro, visual e vibratório, acionados simultaneamente;
  • VI.   Possuir grau de proteção contra o ingresso de poeira e água adequado; e
  • VII.  Possuir manual em português.

Equipamentos

Dispõe que em áreas classificadas, os equipamentos elétricos e eletrônicos devem estar certificados ou possuir documento contemplado no âmbito do Sistema Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial – Sinmetro.

Plano de ação

Define que as medidas de prevenção para espaços confinados devem estar contempladas no plano de ação, nos termos da NR 01 – Disposições Gerais E Gerenciamento De Riscos Ocupacionais.

A Portaria MTP 1.690/22, que revoga as Portarias MTE 202/06 e 1.409/12, entrará em vigor em 03.10.2022 e as alterações promovidas serão consolidadas na Atualização de outubro de 2022.

Ficou alguma dúvida em relação as alterações? Deixe nos comentários, vamos responder você.

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2021

Perigo! Uso do celular é a principal distração de pedestres e pode provocar acidentes

Uma pesquisa feita em São Paulo e no Rio de Janeiro aponta que para 66% das pessoas o celular é o que mais tira a atenção ao atravessar a rua. O resultado de tamanha distração são tombos, atropelamentos e graves acidentes de trânsito. De acordo com especialistas, o risco de caminhar e usar o celular ao mesmo tempo é tão grande quanto o de dirigir utilizando o aparelho.


Fonte : R7

domingo, 22 de novembro de 2020

Câmeras mostram ocorrência de arco elétrico gigantesco em subestação norte americana

 


Foi veiculado no site da Exame.com um incidente em uma subestação na cidade norte americana de Nova York após a passagem da tempestade Sandy.

Interessante é como a repórter intitulou a matéria: "Explosão em subestação de energia projeta bola de fogo no ar". Segundo a repórter "Nas imagens, é possível ver uma grande bola de fogo rompendo o horizonte durante a madrugada, quando ocorre o incidente." Assista ao vídeo.



Esta "bola de fogo", na verdade se trata de um arco elétrico; um fenômeno que ocorre em condições propícias e que além de tudo é muito perigoso. Para entender melhor o que é um arco elétrico leia esta matéria publicada no blog.



sexta-feira, 28 de fevereiro de 2020

Curso Online - Avaliação de Risco - Risk Assessment

Curso de Avaliação de Risco
online 

Conceito / Descrição
É o processo de avaliação dos riscos para a segurança e a saúde dos trabalhadores decorrentes de perigos no local de trabalho, uma analise sistêmica do ambiente de trabalho visando ajuda lo a identificar e mensurar danos desse perigo.

Nesta curso apresentar alguns conceitos e técnicas para avaliação de risco, através de estudo de casos e  experiências adiquiridas para levantamento de perigos e riscos / aspectos e impactos ambientais.

Na etapa final disponibilizamos algumas ferramentas que podem ajudar no desenvolvimento de atividades envolvendo avaliação de risco nos locais de trabalho.

O curso é composto de 08 módulos e alguns anexos.

Em cada módulo possui uma avaliação de eficácia do curso, ao concluir todas as etapas dos módulos do curso será emitido um certificado de participação.

Link para acesso ao curso online e confirá.

https://focustreinamentosead.lmsestudio.com/site/cursos







segunda-feira, 10 de fevereiro de 2020

CURSO DE CIPA ONLINE E PROCESSO ELEITORAL

Neste vídeo iremos falar sobre o curso da CIPA - Comissão Interna de Prevenção de Acidentes, conforme determina a NR – 05 da portaria 3214 do Ministério da Economia.

Objetivo do curso da Cipa-online

incrição no site 
https://focustreinamentosead.lmsestudio.com/site/cursos


O curso tem como finalidade desenvolver e aprimorar as habilidades dos membros da CIPA com o objetivo de conseguir que observem e relatem condições de risco nos ambientes de trabalho e proponham, com base na sua experiência do dia-a-dia medidas preventivas para reduzir até eliminar os riscos existentes e/ou neutralizar os mesmos.

sexta-feira, 11 de outubro de 2019

Simulado Emergência Química na Portonaves S/A Terminais Portuários de Navegantes

Filmagem completa do simulado No dia 2 de outubro as operações na Portonave S/A - Terminais Portuários de Navegantes foram paralisadas para a realização de um grande simulado de emergência química que envolveu mais de 100 pessoas. O cenário idealizado para o treinamento foi um acidente envolvendo o tombamento de contêiner contendo produto químico perigoso, com emissão de gases tóxicos e vítimas com queimaduras graves, intoxicação e com suspeita de intoxicação e contaminação. Um exercício complexo como esse testa a nossa resposta conjunta na aplicação do sistema de comando de incidentes, utilizando os melhores protocolos internacionais de emergência química e dá aos participantes uma compreensão do que seria necessário caso enfrentássemos esse tipo de desafio real. Esse treinamento envolveu o departamento de segurança da Portonave, a empresa SMR Resgate (subcontratada da Portonave), a empresa Ambipar Response (subcontratada da Portonave), a brigada de emergência da Portonave, os Bombeiros Militares de Navegantes e Itajaí, profissionais do Samu e o helicóptero Arcanjo-03 da cidade de Blumenau.

Fonte : Youtube

quarta-feira, 17 de julho de 2019

Dica para o reconhecimento de agentes químicos!



Encontrei este vídeo com uma explicação muito valiosa sobre interpretação da FISPQ - Ficha de Informação de Segurança de Produtos Químicos, para compreensão dos agentes químicos, e entender a estratégia para avaliação ambiental do ambiente de trabalho.

Créditos ao autor e fonte do youtube.

Vale a pena assistir




Fonte : Youtube
Créditos: Professor Gustavo Rezende

quarta-feira, 15 de maio de 2019

O combate ao fogo - Erros - um pouco de humor....

Ainda bem que chegaram, se não seria perda total.


Fonte : Linkedin

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Uma falha com a quebra dos vidros e oxigênio alimenta e intensifica as chamas....

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