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domingo, 22 de novembro de 2020

Análise de acidente em trabalho a quente na DuPont - CSB Safety Video: Death in the Oilfield

Análise de acidente em trabalho a quente na DuPont

A CSB publicou em seu site um vídeo com animações de um acidente de trabalho ocorrido em uma unidade da DuPont nos Estados Unidos envolvendo trabalhos a quente.

O vídeo é em inglês mas a animação fala por si só, sendo bastante didática. Mostra como ocorreu uma forte explosão durante um trabalho a quente em um tanque de inflamáveis.

quinta-feira, 14 de maio de 2020

Grupo Açotubo monta operação estratégica para atender setores essenciais

By Rogério Princiotti
-Maio 14, 2020

O avanço da pandemia pelo novo coronavírus (Covid-19) no Brasil e no mundo acarretou no fechamento provisório da maioria das empresas ou, no caso dos setores essenciais, adoção de práticas de prevenção para funcionamento. O Grupo Açotubo, maior distribuidor siderúrgico no atendimento ao varejo da América Latina, montou um plano estratégico com mais de 20 ações para preservar a saúde dos mais de 850 colaboradores de modo a continuar atendendo as indústrias que não podem parar, como a alimentícia e hospitalar.




De acordo com Bruno Bassi, diretor executivo da companhia, a dinâmica encontrada para manter a operação e as entregas foi a montagem de um comitê de prevenção à COVID-19 com uma visão 360º que considera diversos cenários, possibilidades e atores envolvidos. “Além de seguir à risca todas as recomendações dos órgãos oficiais de saúde, agimos de maneira muito rápida para medidas que consideram os espaços, as rotinas de clientes, fornecedores, prestadores de serviço e nossos colaboradores e suas famílias”, explica.


Medidas adotadas:

NOS ESPAÇOS
Aumento da frequência de higienização de áreas comuns e de grande circulação;
Álcool em gel disponível em todas as dependências;
Reforço de comunicação sobre melhores práticas e prevenção;
Acompanhamento dos funcionários em trabalho remoto;
Aumento de espaço entre as pessoas, intercalando assentos no refeitório;
Janelas abertas nos escritórios para melhor circulação do ar.

PROCEDIMENTOS INTERNOS
Criação de grupo de gestão de risco que reúne a alta liderança;
Monitoramento diário da situação externa, das operações e dos colaboradores;
Adiamento de treinamentos, eventos e entrevistas de recrutamento e seleção.
Operações de recebimento, vendas, faturamento e expedição estão mantidas, mas com redução de quadro conforme demanda e seguindo todas as orientações;
Flexibilização do horário de almoço das equipes administrativas e comerciais;
Solicitação de redução do tempo de permanência no refeitório, evitando aglomerações;
Recomendação do uso de ferramentas virtuais para a realização de reuniões de trabalho;
Orientação para que os líderes estejam atentos aos colaboradores com sintomas equivalentes aos da COVID-19, encaminhando-os para avaliação no ambulatório e, caso necessário, retorno à residência;
Suspensão de viagens aéreas nacionais e internacionais, reuniões e visitas internas e externas;
Para os setores operacionais fabris, criamos um grupo de carona, para evitar/eliminar exposição dos nossos colaboradores nos transportes públicos.

Além destas medidas, o Grupo Açotubo dispensou para férias, home office ou banco de horas pessoas do grupo de risco, que tem dificuldade de deslocamento, administrativo e mães que precisam cuidar dos filhos por suspensão das aulas.


“Tudo isso faz parte da nossa missão de entender e atender o cliente e o mercado, mas também de zelar e cuidar das pessoas. Costumamos dizer que, juntos, somos tão fortes como o aço e vamos passar por esse período mais firmes e perseverantes”, conclui Bruno.

Sobre o Grupo Açotubo

Desde 1974, o Grupo Açotubo se consagrou como o maior distribuidor siderúrgico no atendimento ao varejo da América Latina. Reconhecimento de mercado, qualidade dos produtos e satisfação dos clientes integram as mais de quatro décadas da companhia. Referência empresarial e de liderança, o Grupo contempla seis divisões: Tubos e Aços, Conexões, Aços Inoxidáveis, Trefilados e Peças, Soluções Integradas e Sistemas de Ancoragem (Incotep), preparado para atuar em diversos segmentos. Para mais informações: https://acotubo.com.br/.

domingo, 20 de outubro de 2019

O que é o Método START?

O que é o Método START?

Conheça a importante técnica de triagem de múltiplas vítimas utilizada no Atendimento Pré-Hospitalar

Antes de responder o que é o método START, é necessário que sejam apresentados alguns conceitos que permitem a inserção da técnica em um contexto.

O pré-hospitalar apresenta particularidades que interferem na assistência prestada. Esse ambiente é muitas vezes considerado inadequado, sem iluminação, regado pela chuva, com calor extremo e até mesmo com possibilidade de novos incidentes.

Sendo assim, a ação da equipe de profissionais capacitados deve ser rápida, porém pautada por condutas adequadas e fundamentadas cientificamente. As intervenções podem definir a vida ou a morte, a sequela temporária ou definitiva e até mesmo uma vida dependente ou produtiva. Portanto, devem ser realizadas de modo ágil e tranquilo, garantindo a segurança da equipe e da (s) vítima(s).


O Atendimento Pré-Hospitalar prestado a uma única vítima possui princípios bem diferentes da atuação prestada em Incidentes de Múltiplas Vítimas (IMV). No primeiro caso, todo recurso deve ser disponibilizado na tentativa de salvar a vida ou evitar sequelas no indivíduo. O segundo, por outro lado, exige a tentativa de salvar o maior número de vítimas possíveis. Surge então a necessidade de definir prioridades 

por meio da triagem.

Simulação de acidente no curso de APH – Atendimento Pré-Hospitalar do IESPE

É preciso deixar claro que em ambos os casos os profissionais precisam de treinamento adequado para definir e executar as técnicas de atendimento. Para os interessados, existem muitos cursos de capacitação (APH, BLS, ACLS, PALS…) e de pós-graduação na área.

Triagem de vítimas

O que é o método START?A palavra triagem, segundo o dicionário Michaelis, tem etimologia francesa e significa “selecionar, ato de escolher”. Consiste em um processo de classificação das vítimas por gravidade, com o objetivo de tratá-las maximizando os sobreviventes e reduzindo as sequelas. 
Há registros históricos do ano de 1800 sobre as primeiras aplicações da triagem nos campos de batalha de Napoleão Bonaparte, na tentativa de tratar os soldados que poderiam voltar para a linha de frente. O número elevado de soldados era quase sinônimo de vitória.

Atualmente, com o surgimento de ataques terroristas e catástrofes naturais, o atendimento pré-hospitalar tem a triagem como ferramenta imprescindível, uma vez que um incidente com múltiplas vítimas apresenta recursos em proporção incompatível para atendimento e transporte de todos envolvidos no sinistro. Ou seja, se os recursos (humano, infraestrutura, materiais, transporte) disponíveis são escassos, há necessidade de se realizar uma triagem a fim de classificar e categorizar as vítimas de acordo com a gravidade, utilizando a lógica “maior chance de sobrevivência”.O Ministério da Saúde define como recomendação a realização de triagem em casos de eventos com mais de cinco vítimas. O melhor método de triagem é aquele que é de conhecimento da equipe e aplicado de maneira correta. O método START, por ser simples e objetivo, é o método de triagem mais utilizado ao redor do mundo.
Levando em consideração que o ambiente está seguro, o cenário já foi avaliado e isolado pela primeira equipe que chegou no local do sinistro e as informações já foram repassadas para que a central de regulação acione reforços e apoio necessário, agora sim podemos voltar ao início do raciocínio: “O que é o método START?”. Já sabemos o contexto no qual podemos precisar dele, agora vamos aprender como utilizá-lo.

O método START

sexta-feira, 11 de outubro de 2019

Simulado de Mesa SCI CBMGO - Incêndio em edificação multifamiliar - Vídeo

Vídeo Simulado de Mesa SCI CBMGO - Incêndio em edificação multifamiliar.

Fonte : Youtube

Simulado Emergência Química na Portonaves S/A Terminais Portuários de Navegantes

Filmagem completa do simulado No dia 2 de outubro as operações na Portonave S/A - Terminais Portuários de Navegantes foram paralisadas para a realização de um grande simulado de emergência química que envolveu mais de 100 pessoas. O cenário idealizado para o treinamento foi um acidente envolvendo o tombamento de contêiner contendo produto químico perigoso, com emissão de gases tóxicos e vítimas com queimaduras graves, intoxicação e com suspeita de intoxicação e contaminação. Um exercício complexo como esse testa a nossa resposta conjunta na aplicação do sistema de comando de incidentes, utilizando os melhores protocolos internacionais de emergência química e dá aos participantes uma compreensão do que seria necessário caso enfrentássemos esse tipo de desafio real. Esse treinamento envolveu o departamento de segurança da Portonave, a empresa SMR Resgate (subcontratada da Portonave), a empresa Ambipar Response (subcontratada da Portonave), a brigada de emergência da Portonave, os Bombeiros Militares de Navegantes e Itajaí, profissionais do Samu e o helicóptero Arcanjo-03 da cidade de Blumenau.

Fonte : Youtube

sexta-feira, 23 de agosto de 2019

Procedimentos básicos em situações de emergência com inflamáveis

As ocorrências envolvendo produtos perigosos, em especial abordando os inflamáveis, são cercadas de circunstâncias diversas que interferem diretamente no procedimento operacional e exigem procedimentos e ações emergenciais para a solução e restabelecimento da normalidade no cenário. 

Portanto, não existe uma fórmula comum a ser seguida. O que podemos indicar são procedimentos que, quando seguidos irão auxiliar muito as Equipes de Emergências.

Basicamente podemos dividir a atuação em Emergências com Produtos Perigosos e Inflamáveis em alguns passos distintos:
• Identificação do produto e seus riscos;
• Proteção Pessoal;
• Isolamento da área;
• Salvamento de vítimas;
• Contenção e Controle do produto;
• Descontaminação;

quarta-feira, 5 de junho de 2019

Prefeitura participa de simulado de incêndio em empresa de Guarulhos

By Rogério Princiotti
-jun 5, 2019

A Prefeitura de Guarulhos participou na tarde desta terça-feira (4) de um simulado de incêndio em área de armazenamento de produtos inflamáveis, na empresa Axalta, região do Cumbica, juntamente ao Corpo de Bombeiros e integrantes do Sistema Integrado de Emergências de Guarulhos e Região (SIEG).









A Coordenadoria Municipal de Proteção e Defesa Civil (Compdec) e demais equipes foram acionadas de surpresa para tornar o cenário da ocorrência ainda mais realista, além de possuir duas vítimas com ferimentos leves. A operação durou cerca de 30 minutos e contou com posto de comando, operacional e agentes de apoio nas áreas frias e mornas.


A resposta à ocorrência deu fim ao fogo e teve sucesso no resgate e atendimento às vítimas, além da certificação de que os riscos na área foram sanados. Segundo o coordenador adjunto da Compdec, major Israel Soares, o simulado é um compromisso das equipes. “É um treinamento de aplicação de meios humanos e materiais, o qual atendeu as expectativas e serviu para conhecimento da planta e riscos da empresa, bem como da integração dos participantes”.

Fonte: Guarulhos em Rede

domingo, 28 de abril de 2019

Simulação no aeroporto de Guarulhos articula ações de agentes de atuam e...



As cenas que você vai ver agora lembram um acidente aéreo de verdade. Mas é só uma simulação, feita hoje no mais movimentado aeroporto brasileiro, Guarulhos. É uma forma de garantir treinamento e capacitação para agentes do Corpo de Bombeiros, Polícia Militar, Samu, Defesa Civil e Agência Nacional de Aviação Civil.
Fonte : TV Brasil

terça-feira, 23 de abril de 2019

I Simulado de Acidente Aéreo em Área Urbana mobiliza mais de 400 pessoas em Guarulhos

Cerca de 400 agentes de segurança e saúde participaram do I Simulado de Acidente Aéreo em Área Urbana em Guarulhos, realizado pela Coordenadoria Municipal de Proteção de Defesa Civil (Compdec) nesta terça-feira (23), no Centro de Treinamento Work Fire (Vila Nova Bonsucesso). As equipes simularam a queda da aeronave Boeing 737, com objetivo de aprimorar as habilidades das equipes e preparar a cidade para eventuais emergências.

 
 
 

Fotos : Fabio Nunes Teixeira


A atividade proporcionou o treinamento do controle de incêndio causado pelo acidente, resgate de cerca de 90 passageiros e moradores, além da eliminação de riscos na área atingida pelo fogo. As vítimas passaram por uma triagem e foram dirigidas aos hospitais da cidade em ambulâncias e no helicóptero Pelicano da Polícia Civil. 


Para dar um tom mais próximo da realidade, as vítimas foram maquiadas com diversos tipos de ferimentos. O coordenador médico do Samu, Helder Kogawa, comentou o cenário realístico do treinamento. “As lesões realmente simulam as possibilidades de um acidente real, sem contar que realmente usamos os recursos e materiais necessários para o socorro completo. Nossa expectativa é muito boa”, afirmou. 

O coordenador da Compdec, Waldir Pires, atuou na ocorrência da queda do voo Transbrasil 801 em Guarulhos, que feriu centenas de pessoas e deixou vítimas fatais em 1989. “O treinamento foi excelente. Conseguimos juntar muitos atores que estão envolvidos em caso de uma tragédia real. Tudo o que ocorreu aqui, pode acontecer na vida real”, explica o coronel. 

O Major Adriano Martins, do Corpo de Bombeiros, entende que o evento só obteve êxito devido à união das equipes. “Temos um aeroporto em nossa cidade, então é preciso que pensemos nas eventualidades. Esse evento vem sendo estudado há três meses, em uma iniciativa da Prefeitura de Guarulhos. Todos nós sempre estivemos interligados e o trabalho em conjunto é importantíssimo para uma ocorrência como esta”, enalteceu. 

Apoio 

O evento contou com o auxilio do Corpo de Bombeiros, Samu, Polícia Civil e Militar; GRU Airport; SAMU; Base Aérea de São Paulo; Guarda Civil Municipal; Secretaria de Transportes e Mobilidade Urbana (STMU); Sistema Integrado de Emergências de Guarulhos (SIEG); Grupamento Aéreo da PM; Sistema Integrado Municipal de Proteção e Defesa Civil de Guarulhos (SIMPDEC); Grupamento Pelicano de Polícia Civil; Work Fire; Instituto de Criminalística; Departamento de Assuntos Aeroportuários da SDCETI; e Subsecretaria de Comunicação. Ainda colaboraram os agentes de Defesa Civil dos municípios de Suzano, Poá, Itaquaquecetuba, Arujá, Suzano e dos estados de São Paulo e Rio de Janeiro.




sexta-feira, 25 de janeiro de 2019

Rompimento de barragem no momento em Brumadinho. Vídeos Regates e Imagens



Rompimento de barragem no momento em Brumadinho.
Há possibilidade dos rejeitos atingirem o Centro de Brumadinho e o Rio Paraopeba;
Cidades de Juatuba, Mateus Leme,Brumadinho em alerta máximo;

Alguns vídeos e imagens de resgates com o rompimento de barragem em brumadinho / MG.











sábado, 1 de dezembro de 2018

Aeroporto de Guarulhos realiza simulado de acidente aéreo nesta sexta-feira

Nesta sexta-feira (30), o GRU Airport será palco de uma simulação de acidente aeronáutico de médio porte. Participarão do treinamento equipes do próprio aeroporto em conjunto com Corpo de Bombeiros, médicos e enfermeiros de hospitais das regiões próximas ao sítio aeroportuário, Polícia Rodoviária Federal, Polícia Militar, Polícia Civil, Defesa Civil e órgãos de aviação.
Cada agente realizará suas funções de origem como se um avião de fato estivesse em solo após uma grave ocorrência. Voluntários do GRU Airport farão os papeis das vítimas, que receberão atendimento de primeiros socorros, sendo que alguns deles serão transportados de helicóptero de maneira real para os hospitais credenciados que participarão do exercício.
Trata-se de uma expansão do teste realizado em maio deste ano, também no Aeroporto Internacional de São Paulo, quando simulou-se um acidente com vinte pessoas a bordo de um avião de pequeno porte.
Conhecido como Exercício Simulado de Emergência Aeronáutica, a ação visa avaliar a preparação das diferentes instituições envolvidas no atendimento a uma situação de acidente aéreo real, além de identificar possíveis gargalos a serem superados durante uma ocorrência verdadeira.
Além dos participantes da simulação propriamente, também acompanharão a atividade representantes dos órgãos envolvidos e a imprensa credenciada. O início do exercício está previsto para as 9 horas da manhã.
Cenário:
Uma aeronave 737, com 43 passageiros, solicitou condição de urgência, devido a fogo no motor. Após pousar, o avião saiu da pista e acidentou-se numa das pistas de taxiamento do GRU Airport. Os recursos internos do aeroporto (bombeiros, posto médico e voluntários de emergência) respondem à solicitação e se deslocam para o local do acidente. Ao mesmo tempo, o Centro de Operações de Emergência aciona os recursos externos, conforme Plano de Emergência.
O exercício envolverá mais de 100 pessoas, de 26 organizações. Foram destacados ainda veículos para contenção de incêndio, atendimento médico e transporte aéreo de vítimas. Pelo menos duas ambulâncias e dois helicópteros estarão à disposição do simulado.

domingo, 17 de dezembro de 2017

Acordo de Cooperação Técnica cria banco de dados online que aumenta segurança no transporte de produtos perigosos no Porto de Santos – Abiquim


Química e Derivados, A partir da esq.: Borlenghi (Suatrans), Oliva (Codesp), Umbuzeiro Filho (ABTRA), Figueiredo (Abiquim) e o secretário Libório
A partir da esq.: Borlenghi (Suatrans), Oliva (Codesp), Umbuzeiro Filho (ABTRA), Figueiredo (Abiquim) e o secretário Libório


Parceria assinada pela Abiquim, ABTRA, Codesp e Suatrans Emergência permite o compartilhamento de informações para um banco de dados online que poderá ser usado em sinistros com insumos químicos
A
Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim), a Associação Brasileira de Terminais e Recintos Alfandegados (ABTRA), a empresa Suatrans Emergência e a Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp) assinaram, no dia 21 de agosto, Acordo de Cooperação Técnica.

Química e Derivados, João Paulo Papa quer acordos semelhantes em todos os portos
João Paulo Papa quer acordos semelhantes em todos os portos
A cerimônia, realizada na sede da Codesp, em Santos-SP, contou com a presença do deputado federal e presidente da Frente Parlamentar da Química (FPQuímica) João Paulo Papa (PSDB-SP), que foi prefeito da cidade de 2005 a 2012 e tem apoiado ações mais seguras e eficientes nesse porto; e do atual secretário de Meio Ambiente do município, Marcos Libório. O acordo foi celebrado pelo presidente-executivo da Abiquim, Fernando Figueiredo; pelo diretor-presidente da Codesp, José Alex Oliva; pelo presidente do Conselho de Administração da ABTRA, Bayard Freitas Umbuzeiro Filho; e pelo diretor-presidente da Suatrans Emergência, Giuliano Borlenghi.

segunda-feira, 22 de maio de 2017

Implantação de um plano de emergência - Parte I

RESUMO:


A implantação de um plano de emergência é o calcanhar de Aquiles, pois é necessária a participação de todos os departamentos da empresa, para atuarem de maneira coesa.
Por outro lado é muito importante estudar e avaliar os fatores de riscos que influirão, tanto no nível do plano encomendado e a estrutura interna do plano de emergência, como as missões específicas e portanto a formação de pessoal.
Por último será necessário realimentar o plano de ação de emergência com as informações obtidas em simulação de emergência a fim de avaliar o nível de operacionalidade.

INTRODUÇÃO

A implantação não consiste apenas um mero documento contido no plano de ação de emergência.
Uma vez elaborado o plano é preciso operá-lo através de seu responsável. A implantação é o instrumento que mantém vivo o plano e caso fique aprovado, através desse resultado mantém correto a estrutura de emergência.
Temos de levar em conta que a maioria dos planos falham, pois fazem implantação inadequada, pois não chegam abordar os problemas dessa fase (implantação, operacionalidade do plano).
Do ponto de vista econômico, o custo mais importante desse plano, inicia-se com a implantação, razão pelo qual convém estudar e quantificar previamente esses custos para obtenção do financiamento.

IMPLICAÇÃO DA ESTRUTURA DA EMPRESA
Na fase da implantação desenvolve-se uma série de atividades que envolverão vários departamentos da empresa. Essas atividades poderiam classificar em dois grupos:
a)Atividade própria do departamento de segurança no trabalho de emergência. Normalmente envolverá as pessoas desse departamento (em muitos casos com departamento de manutenção), também com o departamento de Gerência de Risco (caso exista). Essas atividades consistirão no dia a dia da segurança (gestão e administração de recursos, operações de manutenção e seu controle quanto aos meios de proteção, controle de instalações potencialmente perigosas, etc).
b)Atividades que envolvem outros departamentos
Geralmente começará com coletas de informações para elaboração do plano e continuará com a sua divulgação.

Essas atividades podem envolver os seguintes departamentos :
■Produção, Pessoal e Recursos Humanos
■Administração, Engenharia e Compras

Implantação de um plano de emergência–Parte II

Equipe de emergência, denominação e missões
A denominação e os objetivos das equipes definidas no Manual de Plano de Ação de Emergência torna-se válido para maioria dos casos, isto não quer dizer que para obter um rendimento ótimo na estrutura desse plano não há necessidade ou conveniente em alguns casos efetuar mudanças nos objetivos.
Aparentemente as siglas ( EPI, ESI, EPA, EAE, LI, LE) leva a pensar no aumento da burocracia.
O espírito de qualquer estrutura de equipe de emergência não deve ser burocrata, mas decidir, trata-se de realizar "tem que realizar" de maneira mais simples possível.
Entretanto, o fato de adotar uma determinada nomenclatura para as equipes, imaginamos mais uma complicação para implantação do plano, o que será aconselhável simplificar ao máximo.
Entendemos que a dificuldade para elaboração e como na implantação de um plano de emergência é "fazê-lo fácil e assimilável" para o pessoal que tem que levá-lo ao fim.
Continuando os detalhes das denominações e objetivos das equipes de emergência, tomando como base às denominações acima mencionadas.

EQUIPE DE PRIMEIRA INTERVENÇÃO - EPI 

Como a primeira missão dos componentes desta equipe, destacaríamos observar as medidas de prevenção de incêndio e sua manutenção. Outra função dessa equipe seria a confirmação de emergência na sua área de atuação, sinalizando através de uma central de detecção de incêndio.
Por último a utilização dos meios de primeira intervenção em caso de emergência (avaliação prévia das possibilidades de extinção) que na maioria dos casos será os extintores portáteis e inclusive o sistema de hidrante com mangueiras de 1 1/2".

EQUIPE DE SEGUNDA INTERVENÇÃO - ESI
A equipe de segunda intervenção utilizará os meios de extinção mais potentes instalados nos edifícios (mangueiras de 2 1/2", canhão d'água, etc). Seu nível de treinamento e especialização dependerá fundamental¬mente das condições de risco, confiando em muitos casos, como se comentou anteriormente ao Corpo de Bombeiros.
Tradicionalmente a brigada de incêndio é composta pelo próprio pessoal do departamento de manutenção, pelo conhecimento da empresa (instalações de proteção contra incêndio e instalações em geral).

EQUIPE DE ALARME E EVACUAÇÃO - (EAE)
Sua missão será dirigir ou encaminhar os ocupantes do edifício a um lugar suficientemente seguro em caso de alarme de evacuação.
Em alguns casos, como ocorre em edifício com ocupantes habituais (escritórios) onde se executa treinamento de evacuação mediante simulação, a formação de uma equipe de evacuação não é crítica, exceto para realizar a confirmação de evacuação de sua área (elemento responsável pela evacuação da área).
Porém essa equipe adquire importância extrema em locais suscetíveis de aparição de situação de pânico (centros comerciais, edifícios públicos, shopping center).Nesses tipos de locais é muito importante trabalhar na evacuação, inclusive antes de receber a ordem ou alarme (preparação da evacuação).
Em algumas ocasiões inclui na equipe de Alarme e Evacuação a figura do salva documento, cuja missão é resgatar as informações ou documentos de suma importância da empresa (softwares, documentos, etc).
O número de componentes dessa equipe dependerá das características do local (amplitude, compartimentação, etc) e a diversidade das tarefas a realizar.

EQUIPE DE PRIMEIRO AUXÍLIO - EPA
Sua missão será prestar os primeiros socorros aos possíveis afetados pela emergência (feridos, desmaio, etc).Quando existe uma equipe médica no edifício na empresa o EPA será formado por esse pessoal (médicos, enfermeiros) e diante da necessidade da existência do EPA, poderia ser formado ou complementado pelos componentes do EPI ou EAE.

LÍDER DE INTERVENÇÃO (LI) E LÍDER DE EMERGÊNCIA (LE)
A missão do líder de intervenção será comandar, coordenar a emergência, a atuação das equipes de emergência. A sua formação será de acordo com o serviço a desempenhar, tanto a nível teórico como prático, no controle de acidentes que possam ocorrer.
O líder de emergência é responsável operacionalmente pela execução da atuação das equipes de emergência, para o qual é imprescindível contar com o apoio da direção da empresa, pois em alguns casos terá a necessidade de executar medidas drásticas quanto à responsabilidade (parada de produção, corte de emergência, início de evacuação, etc).

O seu lugar de atuação (comando) será no centro de controle de alarme (lugar onde se centraliza as comunicações e sistema de alarme). O líder de intervenção será responsável pela estratégia de emergência (fonte de informações) enquanto o líder de emergência executará as decisões.
Ambos devem ser facilmente localizados na empresa (igual ESI) e designar substitutos em caso de ausência.O líder de emergência investigará após sinistro, tanto as causas como as circunstâncias da ocorrência e as medidas corretivas adequadas.
A formação pessoal que desempenhará essas funções será do tipo técnico, com sólidos conhecimentos em prevenção, extinção de incêndio e plano de emergência.

OCUPANTES DO CENTRO DE CONTROLE
O centro de controle é peça fundamental do desenvolvimento de qualquer plano de emergência (centro de detecção e de coordenação de informações).
Os elementos do centro devem estar aptos para utilização dos meios de comunicação (rádios portáteis, centro de controle de rádio para as equipes de emergência e detecção).
Nos primeiros momentos atuam como ativadores do plano de emergência, portanto, sua instrução deve ser muita clara para suposta emergência (local de origem da emergência, circunstância gravidade da emergência).

CONDICIONANTES ESPECIAIS DAS EQUIPES
Em algumas atividades serão necessários praticamente, o treinamento total dos empregados, para que tenham formação especial e homogênea. Como exemplo; os estabelecimentos hoteleiros, hospitais, shopping center, grandes magazines, locais de concentração pública, teatro, cinema, edifícios públicos. Nesses lugares, praticamente a totalidade dos funcionários deve participar em caso, de emergência, tanto nos trabalhos de intervenção (com quaisquer meios disponíveis) como de evacuação especialmente problemática em hospitais.

CONDICIONANTES ECONÔMICOS

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