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sexta-feira, 2 de maio de 2025

MAIO AMARELO 2025 - Direção Defensiva


Contribuição para campanha sobre prevenção de acidentes de trânsito com equipe, amigos e familiares.

Fonte : Salete Romero

Palestrante, Consultora, Especialista em Segurança no Trânsito para Empresas;

Especialista em Psicologia do Trânsito;

Colunista no Jornal da Band;

(15) 99624.4332

Amaxofobia - Medo excessivo e irracional de dirigir.

 
Dr. Dirceu Rodrigues Alves.


Interessante, uma coisa que era brinquedo na infância onde se fazia coisas mirabolantes com o carrinho, velocípede, patins, carrinho de rolimã e repentinamente, na vida adulta, transformar-se num objeto de total rejeição, medo e muitas vezes de pavor. 

A sensação de medo é consequente a liberação de determinados hormônios no organismo, principalmente adrenalina e noradrenalina, mas outros hormônios são liberados e causam imediata aceleração cardíaca. Na verdade, é a maneira do organismo responder a uma estimulação contrária, física ou mental com objetivo de fazer o indivíduo partir para luta ou fuga. 

O medo sempre existe quando começamos a aprender a dirigir. Ele persiste durante algum tempo após tirarmos a CNH e vai desaparecendo à medida que a experiência se torna presente. Esse medo inicial é porque já não temos o instrutor ao lado o que faz aumentar a preocupação com o trânsito e a possibilidade de sinistros. 

Mas por incrível que possa parecer, 6% da população Brasileira, isto é, 12,9 milhões de brasileiros são portadores desse medo de grau maior ou menor que, cientificamente é chamado de amaxofobia. 

Isso é caracterizado como medo excessivo e irracional de dirigir ou mesmo estar dentro de um veículo, o que é bem semelhante ao transtorno de ansiedade. O pensamento está voltado para os riscos de um sinistro, levando ao estresse e, muitas vezes, ao pânico. Esse estresse é a perda da capacidade de adaptação à situação vivida naquele momento e o indivíduo descompensa. 

Alguns portadores do medo excessivo têm histórico de traumas, sinistros, experiências negativas, medo de perder a direção, atropelar alguém, bater o veículo, matar ou morrer. Múltiplas outras causas, como pânico com os congestionamentos, medo de estar sendo observado, críticas de acompanhantes são outros fatores capazes de levar o indivíduo a ficar preocupado e temeroso com a direção veicular. 

Esse medo é sempre desproporcional a situação vivida e pode surgir com informações e visuais da mídia em geral, como no noticiário de televisão, que é assustador. 

Dirigir para 94% da população portadora da Carteira Nacional de Habilitação sempre é prazeroso. Mas para o portador de amaxofobia, torna-se sofrimento. 

Os sintomas mais comuns desse estranho medo são: 
  • Boca seca; 
  • Transpiração; 
  • Tensão muscular; 
  • Batimentos cardíacos alterados; 
  • Dor no peito;
  • Dores de cabeça; 
  • Agitação;
  • Formigamento; 
  • Vertigens;
  • Tremores; 
  • Falta de ar;
  • Suor nas mãos; 
  • Outros. 

Quando isso está presente, é necessário buscar tratamento que é feito pelo psicólogo e, algumas vezes, há necessidade de acompanhamento psiquiátrico. 

Seria interessante o diálogo, troca de experiências relacionadas à amaxofobia com grupos portadores do quadro. Na realidade, com uma troca de informações, experiências vividas vemos a recuperação de múltiplos portadores que se encontravam no grau leve ou mesmo moderado da fobia. Estimamos que 80% saem do quadro e partem para direção veicular seguros e sem aqueles sinais e sintomas que por várias vezes o levaram ao pânico. Sempre há indicação para uma avaliação e conduta do psicólogo e raramente do psiquiatra. 

O equilíbrio, pensamento positivo, a vontade de querer superar certamente farão do motorista um indivíduo seguro, responsável, seguidor das regras de trânsito e consequentemente sem transgressões, sinistros ou medo. 

 Dr. Dirceu Rodrigues Alves.

terça-feira, 13 de abril de 2021

Vídeo Oficial do Movimento Panela Cheia

 

Vídeo Oficial do Movimento Panela Cheia


OM 50 REAIS VOCÊ AJUDA A ALIMENTAR UMA FAMÍLIA

CLIQUE EM UMA DAS INSTITUIÇÕES ABAIXO PARA DOAR OU FAÇA UM PIX.



Logo da parceira Cufa

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PIX: PANELACHEIA@CUFA.ORG.BR

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PIX: CNPJ 36.242.239/0001-15


QUEM SOMOS

Diante desta situação de calamidade, a CUFA, a Gerando Falcões e a Frente Nacional Antirracista, com o apoio do União SP e cooperação da Unesco, uniram esforços para criar o Movimento Panela Cheia em busca de arrecadar recursos para a compra de cestas básicas para pessoas em situação de vulnerabilidade.

Estas instituições lutam todos os dias contra a dura realidade da fome e trabalham seriamente para fazer chegar alimentos onde se mais precisa: nas mesas de famílias em comunidades de todo país.

POR QUE AJUDAR

Vivemos um dos momentos mais delicados da nossa história.

Os efeitos da pandemia são extremamente graves e urgentes em todo o país e atingem, principalmente, aqueles mais vulneráveis.

Ao longo da pandemia, 8 em cada 10 famílias das favelas não teriam se alimentado se não tivessem recebido doações. Um número assustador, mas real.

A fome mata. Panela cheia salva. Junte-se a nós e ajude a salvar milhões de pessoas.


COMO FUNCIONA A CAMPANHA



Selecione uma das instituições parceiras.



Escolha o valor e faça sua doação.



Agora é com a gente! Garantimos que sua doação chegará na mesa de quem mais precisa.

terça-feira, 21 de julho de 2020

COVID-19 x RETORNO AO TRABALHO – Portaria nº 20/2020 estabelece as medidas para a prevenção, controle e mitigação dos riscos de transmissão

Em meio à retomada de várias empresas e de inúmeras fiscalizações por parte dos AFTs (Auditores Fiscais do Trabalho), acaba de ser publicada a Portaria nº 20/2020. Ela foi elaborada em conjunto pela Secretaria Especial de Previdência e Trabalho (Ministério da Economia) e pelo Ministério da Saúde. Este documento estabelece as medidas a serem observadas pelas empresas neste momento de pandemia, visando a prevenção, controle e mitigação dos riscos de transmissão da COVID-19 nos ambientes de trabalho.

Nesta portaria fica claro que as empresas são obrigadas a estabelecer e divulgar protocolos (ou até orientações) com a indicação das medidas necessárias para prevenir, controlar e diminuir dos riscos de transmissão do vírus nos locais de trabalho.

Estas orientações/protocolos devem especificamente conter:

a) as medidas preventivas nos ambientes de trabalho, nas áreas comuns da organização (refeitórios, banheiros, vestiários, áreas de descanso), e no transporte de trabalhadores, quando este é fornecido pela empresa;
b) ações para identificação precoce e afastamento dos trabalhadores com sinais e sintomas compatíveis com a COVID-19;
c) procedimentos para que os trabalhadores possam reportar à empresa, inclusive de forma remota, sinais ou sintomas compatíveis com a COVID-19 ou contato com caso confirmado da doença; e
d) instruções sobre higiene das mãos e etiqueta respiratória.

Todas as diretrizes da portaria devem ser estendidas tanto aos empregados terceirizados como a outros que adentrem o estabelecimento e sua divulgação pode ocorrer em treinamentos, diálogos de segurança, documentos físicos ou eletrônicos.

Um item extremamente importante previsto na Portaria nº 20/2020, é que as empresas devem estabelecer procedimento para identificação de casos suspeitos.

Referidos procedimentos podem ser feito através de canais para a comunicação referente ao aparecimento de sinais ou sintomas compatíveis com a COVID-19, bem como sobre contato com caso confirmado ou suspeito da doença, podendo ser realizadas enquetes, por meio físico ou eletrônico, contato telefônico ou canais de atendimento eletrônico.

Além disso, e é o que muitas empresas tem feito, é a realização de uma triagem na entrada do estabelecimento em todos os turnos de trabalho, podendo utilizar medição de temperatura corporal por infravermelho ou equivalente, antes que os trabalhadores iniciem suas atividades, inclusive terceirizados.

A portaria menciona sobre três tipos de casos e como a empresa deverá procede:

1) Casos confirmados: a) resultado de exame laboratorial, confirmando a COVID-19; ou b) síndrome gripal ou Síndrome Respiratória Aguda Grave – SRAG, para o qual não foi possível a investigação laboratorial específica, e que tenha histórico de contato com caso confirmado laboratorialmente para a COVID-19 nos últimos sete dias antes do aparecimento dos sintomas no trabalhador.

2) Casos suspeitos: o trabalhador que apresente quadro respiratório agudo com um ou mais dos sinais ou sintomas (febre, tosse, dor de garganta, coriza e falta de ar), sendo que outros sintomas também podem estar presentes. Caso apareça um empregado com estes sintomas a orientação é a de que este seja encaminhado para atendimento médico.
Estes casos suspeitos poderão retornar às suas atividades laborais presenciais antes do período determinado de afastamento quando:
a) exame laboratorial descartar a COVID-19,; e
b) estiverem assintomáticos por mais de 72 horas.

3) Contratante de caso confirmado: trabalhador assintomático que teve contato com o caso confirmado da doença, entre dois dias antes e quatorze dias após o início dos sinais ou sintomas ou da confirmação laboratorial, em uma das situações abaixo:
a) ter contato durante mais de quinze minutos a menos de um metro de distância;
b) permanecer a menos de um metro de distância durante transporte;
c) compartilhar o mesmo ambiente domiciliar; ou
d) ser profissional de saúde ou outra pessoa que cuide diretamente de um caso
da COVID-19, ou trabalhador de laboratório que manipule amostras do vírus sem a proteção recomendada.

Dentre as medidas de prevenção, a portaria regulamenta como deve ser feito o distanciamento físico no local de trabalho e a higiene, a ventilação, limpeza e desinfecção dos ambientes.

Para aqueles trabalhadores que são do chamado “grupo de risco”, o documento indica que estes deverão receber uma “atenção especial” reiterando para que as empresas deem prioridade em sua permanência na residência em teletrabalho, trabalho remoto ou ainda em atividade ou local que, quando possível, reduza o contato com outros trabalhadores e público. Uma sugestão ainda é a de que estes trabalhem em locais arejados e higienizados ao fim de cada turno.

No tocante aos EPIs (Equipamentos de Proteção individual), e outros equipamentos de proteção, a orientação é que sejam criados (ou revisados) os procedimentos de uso, higienização, acondicionamento e descarte dos Equipamentos de Proteção Individual – EPI e outros equipamentos de proteção utilizados na empresa.

Todos estes procedimentos (e esta é uma dica) devem ser dados constantemente e por escrito, sendo revisados na eventualidade de falta de compreensão ou aparição de casos da doença na empresa.

Ainda há orientações sobre o refeitório e refeições, vestiários, transporte de trabalhadores (quando fornecido pela empresa), SESMT – Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho e a CIPA – Comissão Interna de Prevenção de Acidentes.

Outro ponto importante para as empresas, se refere às medidas que devem ser tomadas para a retomada das atividades.

Antes do retorno dos empregados, as empresas deverão:

a) assegurar a adoção das medidas de prevenção mencionadas acima;
b) higienizar e desinfectar o local de trabalho, as áreas comuns e os veículos utilizados;
c) reforçar a comunicação aos trabalhadores; e
d) implementar triagem dos trabalhadores, garantindo o afastamento dos casos confirmados, casos suspeitos e contatantes de casos confirmados da COVID-19.

Resumidamente, são estas as premissas trazidas pela Portaria nº 20/2020.

Como são vários os detalhes, a equipe trabalhista do escritório Duarte Tonetti Advogados, está à disposição para dar o suporte necessário para as empresas conhecerem todos os pormenores da referida Portaria e com isso, passar por este estado de calamidade pública com a maior segurança jurídica possível.

http://dtadvogados.com.br/insights/portaria-no-20-2020-medidas-para-a-prevencao-controle-e-mitigacao-dos-riscos-de-transmissao-da-covid-19-na-retomada-do-trabalho/

quinta-feira, 14 de maio de 2020

Grupo Açotubo monta operação estratégica para atender setores essenciais

By Rogério Princiotti
-Maio 14, 2020

O avanço da pandemia pelo novo coronavírus (Covid-19) no Brasil e no mundo acarretou no fechamento provisório da maioria das empresas ou, no caso dos setores essenciais, adoção de práticas de prevenção para funcionamento. O Grupo Açotubo, maior distribuidor siderúrgico no atendimento ao varejo da América Latina, montou um plano estratégico com mais de 20 ações para preservar a saúde dos mais de 850 colaboradores de modo a continuar atendendo as indústrias que não podem parar, como a alimentícia e hospitalar.




De acordo com Bruno Bassi, diretor executivo da companhia, a dinâmica encontrada para manter a operação e as entregas foi a montagem de um comitê de prevenção à COVID-19 com uma visão 360º que considera diversos cenários, possibilidades e atores envolvidos. “Além de seguir à risca todas as recomendações dos órgãos oficiais de saúde, agimos de maneira muito rápida para medidas que consideram os espaços, as rotinas de clientes, fornecedores, prestadores de serviço e nossos colaboradores e suas famílias”, explica.


Medidas adotadas:

NOS ESPAÇOS
Aumento da frequência de higienização de áreas comuns e de grande circulação;
Álcool em gel disponível em todas as dependências;
Reforço de comunicação sobre melhores práticas e prevenção;
Acompanhamento dos funcionários em trabalho remoto;
Aumento de espaço entre as pessoas, intercalando assentos no refeitório;
Janelas abertas nos escritórios para melhor circulação do ar.

PROCEDIMENTOS INTERNOS
Criação de grupo de gestão de risco que reúne a alta liderança;
Monitoramento diário da situação externa, das operações e dos colaboradores;
Adiamento de treinamentos, eventos e entrevistas de recrutamento e seleção.
Operações de recebimento, vendas, faturamento e expedição estão mantidas, mas com redução de quadro conforme demanda e seguindo todas as orientações;
Flexibilização do horário de almoço das equipes administrativas e comerciais;
Solicitação de redução do tempo de permanência no refeitório, evitando aglomerações;
Recomendação do uso de ferramentas virtuais para a realização de reuniões de trabalho;
Orientação para que os líderes estejam atentos aos colaboradores com sintomas equivalentes aos da COVID-19, encaminhando-os para avaliação no ambulatório e, caso necessário, retorno à residência;
Suspensão de viagens aéreas nacionais e internacionais, reuniões e visitas internas e externas;
Para os setores operacionais fabris, criamos um grupo de carona, para evitar/eliminar exposição dos nossos colaboradores nos transportes públicos.

Além destas medidas, o Grupo Açotubo dispensou para férias, home office ou banco de horas pessoas do grupo de risco, que tem dificuldade de deslocamento, administrativo e mães que precisam cuidar dos filhos por suspensão das aulas.


“Tudo isso faz parte da nossa missão de entender e atender o cliente e o mercado, mas também de zelar e cuidar das pessoas. Costumamos dizer que, juntos, somos tão fortes como o aço e vamos passar por esse período mais firmes e perseverantes”, conclui Bruno.

Sobre o Grupo Açotubo

Desde 1974, o Grupo Açotubo se consagrou como o maior distribuidor siderúrgico no atendimento ao varejo da América Latina. Reconhecimento de mercado, qualidade dos produtos e satisfação dos clientes integram as mais de quatro décadas da companhia. Referência empresarial e de liderança, o Grupo contempla seis divisões: Tubos e Aços, Conexões, Aços Inoxidáveis, Trefilados e Peças, Soluções Integradas e Sistemas de Ancoragem (Incotep), preparado para atuar em diversos segmentos. Para mais informações: https://acotubo.com.br/.

quarta-feira, 22 de abril de 2020

O Dia da Terra é mais importante do que nunca

  • [ Arquivo ], Desenvolvimento Sustentável
  • Foto: Guillaume de Germain/Unsplash

    22 de abril é o Dia da Terra.

    Enquanto o mundo se apressa para planejar uma recuperação pós-pandemia, o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) vê esse momento de pandemia como uma oportunidade de chamar a atenção para a necessidade de nos reconstruirmos melhor. Os riscos enfrentados por ignorarmos as ameaças de destruição ambiental devem ser entendidos e endereçados com proteções e políticas ambientais. O dia 22 de abril é um lembrete oportuno para abraçarmos os empregos verdes, estimularmos a economia sustentável, tomarmos medidas urgentes para nos proteger do aquecimento global e garantirmos futuros dignos e saudáveis.

    De acordo com o Relatório sobre a Lacuna de Emissões 2019 do PNUMA, as emissões globais de CO2 precisam cair 7,6% até o final de 2020 – e continuar caindo 7,6% a cada ano – para limitar o aquecimento global em até 1,5°C.

    A pandemia é um lembrete da vulnerabilidade dos seres humanos e do planeta diante das ameaças globais. É preciso endereçar os danos ao meio ambiente. “Se tivéssemos cumprido um pouco mais os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável e o Acordo de Paris sobre Mudanças do Clima, poderíamos enfrentar melhor esse desafio”, afirmou o Secretário Geral das Nações Unidas, António Guterres, em sua resposta aos impactos socioeconômicos da COVID-19.

    Contexto histórico

    A primeira vez que o Dia da Terra foi celebrado foi em 1970. Vinte milhões de pessoas, indignadas com o derramamento de óleo, a poluição atmosférica e dos rios, foram às ruas protestar contra o que reconheceram ser uma crise ambiental. Foi o maior evento cívico do planeta à época e obrigou os governos a tomarem ações concretas, como o estabelecimento de leis e agências ambientais. Além desses resultados práticos, o evento demonstrou a força das pessoas quando se unem e demandam ações.

    Até hoje, a data continua com grande significado. Em 2009, a Assembleia Geral das Nações Unidas adotou uma resolução reconhecendo formalmente o Dia Internacional da Mãe Terra. Em 2016, a ONU adotou o Acordo de Paris, articulando o compromisso das nações em limitar o aumento da temperatura global em até 2ºC em relação aos níveis pré-industriais e fortalecer sua capacidade de mitigar os impactos negativos das mudanças climáticas.

    O Dia da Terra 2020 não comemora apenas o 50º aniversário da celebração, mas também o aniversário da assinatura do Acordo de Paris pela ação climática.

    Dia da Terra 2020

    domingo, 26 de janeiro de 2020

    Moradores alertam para infestação de escorpiões em Guarulhos

    Com a aproximação do verão, a umidade e o clima quente tornam-se condições favoráveis para a proliferação de escorpiões nos ambientes urbanos.
    Ao menos 10 moradores de bairros como Jardim Fortaleza e Vila Rica relataram ao Guarulhos.BIZ que encontraram escorpiões em suas residências.
    De acordo com especialistas, é importante adotar medidas como eliminar material de construção, entulho e folhas secas nas proximidades da casa, inclusive no quintal; manter jardins e terrenos baldios limpos; acondicionar o lixo doméstico em sacos plásticos fechados e em recipientes com tampa para evitar proliferação de insetos, principalmente baratas, que é o alimento principal do escorpião.
    Vedar frestas, buracos em paredes ou assoalhos, ralos de pias e tanques, afastar a cama da parede e vistoriar roupas e sapatos antes de vesti-los pode auxiliar a evitar acidentes.
    Os escorpiões têm hábito noturno e preferem abrigos em locais sombreados e úmidos. Os mais comuns são os do tipo amarelo (Tityus serrulatus) e marrom (Tityus bahiensis), que vivem entre três e quatro anos.
    Crianças e idosos são mais sensíveis ao veneno de animal. As reações variam de uma dor leve e inchaço até alterações na respiração e nos batimentos cardíacos e convulsões.
    Em Guarulhos, o desenvolvimento de ações para a prevenção e o controle de pragas é responsabilidade do Centro de Controle de Zoonoses que fica na R. Santa Cruz do Descalvado, 420. Solicitações devem ser feitas pelo telefone (11) 2436-3666.

    quarta-feira, 15 de janeiro de 2020

    ESTRESSE = COPO D'ÁGUA


    Uma psicóloga falando sobre gerenciamento do estresse em uma palestra levantou um copo d'água. Todos pensaram que ela perguntaria "Meio cheio ou meio vazio?". Mas com um sorriso no rosto ela perguntou "Quanto pesa este copo de água?"

    As respostas variaram entre 100 e 350g.

    Ela respondeu:
    "O peso absoluto não importa. Depende de quanto tempo você o segura. Se eu segurar por um minuto, não tem problema.
    Se eu o segurar durante uma hora, ficarei com dor no braço. Se eu segurar por um dia meu braço ficará amortecido e paralisado. Em todos os casos o peso do copo não mudou, mas quanto mais tempo eu o segurava, mais pesado ele ficava".
    Ela continuou:
    "O estresse e as preocupações da vida são como aquele copo d'água. Eu penso sobre eles por um tempo e nada acontece. Eu penso sobre eles um pouco mais de tempo e eles começam a machucar. E se eu penso sobre eles durante o dia todo me sinto paralisada, incapaz de fazer qualquer coisa".

    Então lembre-se de "largar o copo"...

    De: Psiconlinebrasil

    sábado, 1 de junho de 2019

    Educação no Trânsito.- Projeto Escolar

    O Movimento Maio Amarelo nasce com uma só proposta:


    chamar a atenção da sociedade para o alto índice de mortes e feridos no trânsito em todo o mundo.


    Logo
    Acompanhando outros movimentos, como o "Outubro Rosa" e "Novembro Azul", os quais, respectivamente, tratam dos temas câncer de mama e próstata, o "MAIO AMARELO" estimula você a promover atividades voltadas a conscientização, ao amplo debate das responsabilidades e avaliação de riscos sobre o comportamento de cada cidadão, dentro de seus deslocamentos diários no trânsito. #MaioAmarelo #AtençãoPelaVida



    Fonte : Maio Amarelo
    Projeto Escola
    Na escola que minha neta estuda em Foz do Iguaçu / PR os professores passaram uma atividade muito interessante : 
    O projeto de elaborar uma maquete com percurso de casa até a escola, com detalhes dos semáforos, faixa de pedestres  além de envolver a família no desenvolvimento deste trabalho que enriqueceu muito no aprendizado e na conscientização para os cuidados no transito e direção defensiva.
    Parece um helicóptero filmando a cidade...show

    sábado, 1 de dezembro de 2018

    FEBRE AMARELA E TRANSPORTE

             

    A grande mobilidade do ser humano, utilizando os mais variados tipos de veículos concorre para a disseminação de doenças e para a rápida transferência de um foco de infecção de uma região para outra. 

    Os pontos mais distantes do nosso país, cada vez se tornam mais próximos. A evolução do transporte aproxima cada vez mais estes pontos. Até bem pouco tempo, somente através do transporte ferroviário, marítimo ou aéreo conseguíamos alcançar os pontos mais distantes. Hoje o predomínio é o transporte rodoviário que transita por todos rincões desse país. 

    A Vigilância Sanitária preocupa-se em não deixar disseminar no país qualquer patologia que poderia comprometer toda à população. Cobra-se a vacinação para tal doença (febre amarela).

    Hoje, com o desenvolvimento tecnológico, a aviação civil rompe o tempo de percurso entre os pontos mais longínquos, e em curto período, visita múltiplas regiões. Essa rapidez facilita o transporte de doenças as mais diversas e nos mais variados pontos. Além de transportar os doentes e portadores de doenças, o transporte em geral é capaz de conduzir o hospedeiro intermediário e o agente vetor favorecendo a disseminação e o aparecimento de focos a distância.

    Torna-se cada vez mais difícil o controle das doenças tropicais e infectocontagiosas. Sabemos que a falta desse controle vai permitir o aparecimento de epidemias comprometendo todo o país.

    O transporte em geral será o responsável pela disseminação, especificamente o transporte aéreo, será o elemento capaz de produzir a eclosão de focos epidêmicos quase simultâneos em toda a superfície terrestre, causando uma pandemia.

    Hoje vemos Haemagogus, Sabethes, Aedes egipty, Phebotomus, e outros sendo transportados dos focos de origem para os grandes centros urbanos através de todo tipo de transporte. Hoje, principalmente pelo transporte rodoviário.

    Medidas mais concretas devem ser adotadas pela vigilância sanitária com objetivo de se fazer o combate permanente a tais insetos que produzirão múltiplas doenças infecciosas graves na população dos grandes centros.

    A vigilância sanitária dos aeroportos, aeroclubes e de qualquer pista de pouso deve ser enérgica em termos de obrigar a dedetização de tais aeronaves ao deixarem o campo de pouso de onde decolaram. Além disso, a dedetização também na chegada, vai proporcionar maior garantia de que nenhum vetor está sendo trazido para um grande centro, em consequência deixamos o vetor limitado à área endêmica.

    Tal conduta se aplicaria nos terminais rodoviários, transportadoras, trens, navios e individualmente por todos os motoristas que transitam por tais áreas.

    Estas são medidas profiláticas, fáceis de serem adotadas, de baixo custo e que seriam executadas pelos que transitam nestas regiões.

    A vigilância sanitária de cada cidade faria à fiscalização e consequentemente as punições com multas àqueles que incorrem em erros, no descumprimento as necessidades básicas em termos de Saúde Pública.

    Os aeroclubes tornam-se quase sempre os pontos de desembarque dentro dos hangares de uma vasta fauna de transmissores de doenças como os vetores da Febre Amarela, Malária, Dengue, Doença de Chagas, Chikungunya, Zika e outras.

    Sabemos que todas essas doenças foram extremamente combatidas durante anos, com custos elevadíssimos na faixa litorânea do nosso país. De poucos anos para cá, já ressurge a Dengue. Alguns raros casos de Malária já foram citados nesta região e até de Doença de Chagas. Ressurge agora a Febre Amarela já provocando múltiplos óbitos.

    Não podemos permitir que a reinfestação venha trazer os problemas de saúde do passado que levaram a população ao sofrimento e à morte.

    Ações de motoristas, pilotos, maquinistas, comandantes de navios e barcos em geral, transportadoras, veículos de passeio, e ainda ações de órgãos governamentais e municipais devem erradicar insetos que possam estar sendo transportados impedindo a chegada dos mesmos aos grandes centros.

    Dr. Dirceu Rodrigues Alves Jr.
    Diretor da ABRAMET.

    segunda-feira, 5 de março de 2018

    FEBRE AMARELA E TRANSPORTE - Utilizando os mais variados tipos de veículos concorre para a disseminação de doenças e para a rápida transferência de um foco de infecção de uma região para outra.




    A grande mobilidade do ser humano, utilizando os mais variados tipos de veículos concorre para a disseminação de doenças e para a rápida transferência de um foco de infecção de uma região para outra. 

    Os pontos mais distantes do nosso país, cada vez se tornam mais próximos. A evolução do transporte aproxima cada vez mais estes pontos. Até bem pouco tempo, somente através do transporte ferroviário, marítimo ou aéreo conseguíamos alcançar os pontos mais distantes. Hoje o predomínio é o transporte rodoviário que transita por todos rincões desse país. A Vigilância Sanitária preocupa-se em não deixar disseminar no país qualquer patologia que poderia comprometer toda à população. Cobra-se a vacinação para tal doença (febre amarela). 

    Hoje, com o desenvolvimento tecnológico, a aviação civil rompe o tempo de percurso entre os pontos mais longínquos, e em curto período, visita múltiplas regiões. Essa rapidez facilita o transporte de doenças as mais diversas e nos mais variados pontos. Além de transportar os doentes e portadores de doenças, o transporte em geral é capaz de conduzir o hospedeiro intermediário e o agente vetor favorecendo a disseminação e o aparecimento de focos a distância. 

    Torna-se cada vez mais difícil o controle das doenças tropicais e infectocontagiosas. Sabemos que a falta desse controle vai permitir o aparecimento de epidemias comprometendo todo o país. 

    O transporte em geral será o responsável pela disseminação, especificamente o transporte aéreo, será o elemento capaz de produzir a eclosão de focos epidêmicos quase simultâneos em toda a superfície terrestre, causando uma pandemia. 

    Hoje vemos Haemagogus, Sabethes, Aedes egipty, Phebotomus, e outros sendo transportados dos focos de origem para os grandes centros urbanos através de todo tipo de transporte. Hoje, principalmente pelo transporte rodoviário. 

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