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quarta-feira, 17 de julho de 2019

Dica para o reconhecimento de agentes químicos!



Encontrei este vídeo com uma explicação muito valiosa sobre interpretação da FISPQ - Ficha de Informação de Segurança de Produtos Químicos, para compreensão dos agentes químicos, e entender a estratégia para avaliação ambiental do ambiente de trabalho.

Créditos ao autor e fonte do youtube.

Vale a pena assistir




Fonte : Youtube
Créditos: Professor Gustavo Rezende

segunda-feira, 8 de abril de 2019

Inspeção de Segurança

Inspeção de Segurança


As inspeções de segurança têm como principal objetivo detectar riscos e/ou perigos de acidente e possibilitar que medidas de controle possam ser colocadas em prática quanto aos itens que estão fora das conformidades de segurança e qualidade nos setores laborais do ambiente de trabalho.
Assim, as inspeções de segurança passam a atuar no sentido de “evitar e/ou eliminar” que possíveis riscos possam ocasionar acidentes de trabalho e doenças ocupacionais. Ou seja, a inspeção no local de trabalho é um dos procedimentos mais importantes de antecipação das intempéries em relação à segurança e Medicina do Trabalho.
Por isso, é fundamental que profissionais responsáveis pelas inspeções adotem procedimentos que levem a identificar riscos de baixo, médio e grande porte e que poderão ser causas de acidentes.

Finalidade
A inspeção de segurança consiste na observação cuidadosa dos ambientes de trabalho, com o fim de descobrir e identificar riscos que poderão transformar-se em causas de acidentes do trabalho e também com o objetivo prático de  tomar ou propor medidas que  impeçam a atuação destes riscos.

Alguns exemplos de inspeção  

 

Inspeção de Segurança em Máquinas e Equipamentos

  • Ponto de operação desprotegido;
  • Transmissão de força;
  • Roldanas, volantes, engrenagens e correias;
  • Acoplamentos;
  • Eixos de transmissão;
  • Equipamentos elétricos;
  • Equipamentos mecânicos;
  • Equipamentos hidráulicos;
  • Vasos sob pressão;
  • Estrados;
  • Posicionamento do operador;
  • Comandos de acionamento;
  • Comandos de emergência.

Observação: Através da NR 12 Proteção de Máquinas e Equipamentos como medida de prevenção preenchimento do checklist e fazer as lições ponto a ponto para teste e atuação dos dispositivos de segurança: cortina de luz, chaves de intertravamento, comandos bimanuais, tapetes de segurança, scanners, etc e  atender aos procedimentos de segurança.

quarta-feira, 3 de abril de 2019

O que é PPRA



A sigla “PPRA” significa Programa de Prevenção de Riscos Ambientais.

O PPRA é o Programa de Prevenção de Riscos Ambientais, previsto pela Norma Regulamentadora 9 (NR 9). Esta Norma Regulamentadora tem como objetivo: 

“9.1.1 Esta Norma Regulamentadora – NR estabelece a obrigatoriedade da elaboração e implementação, por parte de todos os empregadores e instituições que admitam trabalhadores como empregados, do Programa de Prevenção de Riscos Ambientais – PPRA, visando à preservação da saúde e da integridade dos trabalhadores, através da antecipação, reconhecimento, avaliação e consequente controle da ocorrência de riscos ambientais existentes ou que venham a existir no ambiente de trabalho, tendo em consideração a proteção do meio ambiente e dos recursos naturais.” 

O PPRA consiste na tomada de ações para promover a segurança, saúde e integridade das pessoas que trabalham em ambientes com a existência de riscos ambientais e no quais seja possível prever que haverão estes riscos. 

Consideram-se riscos ambientais, para os efeitos da NR 9: 

· Riscos Físicos, tais como radiações ionizantes e não ionizantes, o ultrassom e infrassom, as altas ou baixas temperaturas, o quase sempre presente ruído, as vibrações e as pressões anormais; 

· Riscos Químicos, tais como gases e poeiras diversos e; 

· Riscos Biológicos, tais como os vírus e bactérias, fungos, bacilos, parasitas, dentre outros. 

Riscos físicos, químicos e biológicos são considerados como riscos ambientais pela NR 9 
  • Desta forma, o programa não engloba risco de acidentes ou riscos ergonômicos.

sexta-feira, 29 de março de 2019

O que é APR (Análise Preliminar de Risco)?

 


A expressão APR significa Análise Preliminar de Risco é muito utilizada no dia-a-dia dos profissionais da área de segurança e saúde do trabalho.

APR  é uma técnica de avaliação prévia dos riscos presentes na realização de um determinada atividade / trabalho. Consiste no detalhamento minucioso de cada etapa do trabalho, e dos riscos envolvido nesta tarefa.

Objetivos da APR
Entre os principais objetivos da análise preliminar de risco, podemos destacar:

1. Identificar os riscos;
2. Orientar os colaboradores dos riscos existentes em suas atividades no trabalho;
3. Organizar a execução da atividade;
4. Estabelecer procedimentos seguros;
5. Trabalhar de maneira planejada e segura;
6. Prevenção dos acidentes de trabalho;
7. Sensibilizar e instruir os trabalhadores sobre os riscos evolvidos na execução do trabalho.

A APR Análise Preliminar de Risco –  deve ser sempre desenvolvida com a participação dos trabalhadores e implantada antes da execução de determinadas atividades, seja para trabalhos realizados pela própria empresa ou através de empresas contratadas.

Responsabilidades
SESMT 
·                     Auxiliar no processo de aplicação da Análise Preliminar de Risco – APR, de modo estabelecer integração dos envolvidos na identificação e reconhecimento dos riscos, bem como adoção de medidas de controle para assegurar e garantir a realização dos trabalhos com total segurança.

Supervisor(es):
·                     Assegurar que os serviços somente serão inicializados depois de concluída a elaboração da APR e adotado todas as medidas de controle e segurança do trabalho para a execução da atividade. Como também, preencher e assinar todos os campos específicos da análise preliminar de risco – APR, assim como, cobrar e verificar a assinatura de toda equipe envolvida no trabalho. No caso, de dúvidas a respeito do preenchimento da APR ou sobre um determinado risco, procurar imediatamente o serviço especializado em engenharia de segurança e medicina do trabalho (SESMT) da empresa a fim de esclarecer.
·                     Zelar para que as tarefas sejam realizadas com segurança, conforme definido na APR e incumbir-se pela guarda e conservação da análise preliminar de risco – APR, e comunicar ao SESMT - Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e Medicina do Trabalho – dificuldades para realização das atividades dentro do escopo de segurança estabelecido, bem como manter a APR acessível aos demais componentes da equipe e possíveis fiscalizações acerca do trabalho.
·                     Realizar avaliação sobre a necessidade de interromper o trabalho, caso seja identificada alguma situação de risco iminente de acidente, que inicialmente não havia sido identificada.

SESMT e Supervisor(es) responsável pelo trabalho têm as obrigações de:
1. Assegurar que os trabalhadores tenham pleno conhecimento do conteúdo da análise preliminar de risco – APR e suas obrigações na execução do trabalho;
2. Prestar orientações técnicas necessárias às equipes de campo, de forma a assegurar a efetiva aplicação da análise preliminar de risco – APR;
3. Assegurar que a análise preliminar de risco – APR esteja sendo efetivamente aplicada.
Desenvolvimento:
A análise preliminar de risco (APR) deve ser minuciosamente estudada e elaborada de maneira compreensível para todos envolvidos. Para a elaboração de uma boa análise preliminar de risco é recomendável sempre buscar o máximo de informações com o supervisor e a equipe responsável pela realização do trabalho, é necessário realizar antes  uma visita ao local onde o trabalho será executado. Dessa forma, se obtêm mais detalhes sobre o serviço, facilita na compreensão para melhorar o desenvolvimento da APR - Análise Preliminar de Risco.


Estudo de caso para elaboração de uma APR

quinta-feira, 28 de março de 2019

O que é permissão de trabalho


A permissão de trabalho é documento formal para liberação para trabalhos de risco normalmente em serviços de trabalho em altura, espaço confinado, fundação e escavação, trabalho a quente, serviços em eletricidade, produtos químicos, líquidos inflamáveis e combustíveis etc...
As normas regulamentadoras que envolvem estes tipos de atividades determina a obrigatoriedade de elaboração da Permissão de Trabalho que serve para assegurar que as atividades de manutenção, montagem, desmontagem, construção sejam realizada com avaliação para liberação de trabalhos de maneira evitar acidentes de trabalho.
Objetivo da PT – Permissão de Trabalho
Formalizar e definir obrigações para realização de uma atividade com regras de segurança para garantir trabalho seguro, deve prever cada etapa da atividade, antecipar aos riscos em potencial de acidentes e adotar medidas de controle
Uma das finalidades da PT – Permissão de Trabalho é o fato de ser um documento que permite a área de Saúde e Segurança do Trabalho o gerenciamento das atividades que estão sendo realizadas e o grau de risco inerente a cada uma delas.
Lembrando que a PT – Permissão de Trabalho após preenchida deverá ficar no local onde a atividade está sendo  realizada, após conclusão dos trabalhos a PT – Permissão de Trabalho deverá ser encerrada e arquivada de maneira permitir sua  rastreabilidade.
Assinaturas da PT – Permissão de Trabalho

A permissão de trabalho deverá ser assinada por todos os envolvidos como:
·         Profissional da área de Saúde e Segurança do Trabalho
·         O solicitante que contratou o serviço para acompanhar e fazer seguir as regras do contratante;
·         Supervisor ou encarregado do serviço a ser realizado que será responsável pelo cumprimento das regras de segurança que foram acordadas no momento da autorização;
·         Todos os funcionários envolvidos na execução da atividade.

quinta-feira, 17 de maio de 2018

NR 13 – Caldeiras e Vasos de Pressão


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NR 13 – Caldeiras e Vasos de Pressão

O que são caldeiras

Conforme é apresentado na Norma Regulamentadora NR 13, caldeiras a vapor “são equipamentos destinados a produzir e acumular vapor sob pressão superior à atmosférica, utilizando qualquer fonte de energia, projetados conforme códigos pertinentes, excetuando-se refervedores e similares” (item  13.4.1.1).

De acordo com os aspectos construtivos e de funcionamento, podemos dividir as caldeiras em dois grandes grupos:
  • Caldeiras flamotubulares: os gases quentes passam por dentro de tubos, ao redor dos quais está a água a ser aquecida e evaporada. Estes tubos são montados na forma de feixes permutadores de calor. Esse tipo de caldeira tem a construção mais simplificada, quanto a distribuição de tubos, podendo ser classificadas em verticais e horizontais.
Essas caldeiras normalmente são utilizadas em locais que demandam pequena necessidade energética e baixa pressão, com um vapor mais saturado.
  • Caldeiras aquatubulares: mais empregada comercialmente, tem a circulação da água por dentro dos tubos, enquanto os gases quentes os circundam. São as mais empregadas em instalações onde é necessária maior pressão de vapor e maior volume do mesmo.
Também podemos distinguir as caldeiras em função de seu combustível. Temos caldeiras movidas a gás natural, gás liquefeito de petróleo (GLP), carvão (vegetal ou mineral), biomassa, lenha, óleo diesel, entre outros. Nesses casos, a diferença no momento da opção pelo tipo de combustível se dá em função da necessidade de energia, poder calorífico do combustível e emissões atmosféricas causadas pela queima.

O que são vasos de pressão

Já os vasos de pressão são equipamentos que contêm fluidos sob pressão interna ou externa, diferente da atmosférica (NR 13, item 13.5). Diferentemente das caldeiras, não há chama envolvida no processo, ainda que o fluido dentro do vaso de pressão esteja em temperatura elevada.
Em função dessas características, o projeto e a construção de vasos de pressão e caldeiras envolve uma série de cuidados especiais e exige o conhecimento de normas e materiais adequados para cada tipo de aplicação, pois as falhas em vasos de pressão e caldeiras podem acarretar consequências catastróficas até mesmo com perda de vidas, sendo considerados ambos equipamentos de grande periculosidade.

NR 13 tubulação sob pressão caldeiras e vasos de pressão

Do que fala a NR 13

Riscos Biológicos


Riscos Biologicos

Riscos Biológicos

Risco biológico é a probabilidade da exposição ocupacional a agentes biológicos. São riscos ambientais assim como os riscos químicos e os riscos físicos.

Principais agentes biológicos: microrganismos (bactérias, fungos e vírus do HIV), parasitas internos (vermes), parasitas externos (sarna, piolho e berne) e protozoários.
O que os agentes biológicos podem causar no trabalhador? 
  • Bactérias: tuberculose, pneumonia, intoxicação alimentar...
  • Vírus: gripes e resfriados, hepatite, HIV, sarampo, caxumba...
  • Fungos: micoses, candidíase...
  • Protozoários: doença de Chagas, giardíase...
  • Vermes: solitária, bicho geográfico, lombrigueiro...
  • Parasitas externos: chato, piolho, berne, sarna, sanguessugas...
Os riscos biológicos geralmente estão presentes nos seguintes ambientes ocupacionais: hospitais, laboratórios, indústria alimentícia, agricultura, abatedouros... 
Mas, de forma geral, os hospitais e os serviços relacionados à saúde são as áreas mais conhecidas por apresentarem riscos biológicos aos trabalhadores.
Profissionais da saude analisando riscos biologicos

Classificação dos Agentes Biológicos

Os agentes biológicos são classificados de acordo com o risco que representam para a saúde do trabalhador, existência ou não de cuidados e tratamentos e capacidade de propagação à coletividade.
A classificação distribui os agentes biológicos em classes de risco 1, 2, 3 e 4.
Classe de Risco 1: agentes biológicos que apresentam baixo risco para o trabalhador e para a coletividade. Risco individual baixo e risco de propagação baixo. Não possui comprovada capacidade de causar doenças em pessoas ou animais saudáveis (p.ex. Lactobacillus Acidophilus).
Classe de Risco 2: agentes biológicos que apresentam risco moderado para o trabalhador e risco fraco para a coletividade; podem causar doenças em pessoas e animais, mas existem tratamentos preventivos. Risco individual moderado e risco de propagação baixo (p.ex. herpes).
Classe de Risco 3: agentes biológicos que apresentam risco elevado para o trabalhador e risco moderado para a coletividade. Podem causar doenças graves em pessoas e animais. Nem sempre existe uma forma de tratamento eficaz. Risco individual elevado e risco de propagação moderado (p.ex. febre amarela, HIV).
Classe de Risco 4: agentes biológicos de alta periculosidade, que apresentam risco elevado para o trabalhador e para a coletividade. Podem causar doenças de altíssima gravidade em pessoas e animais. Não existe uma forma de tratamento eficaz. Risco individual elevado e risco de propagação elevado (p.ex. vírus de febres hemorrágicas, ebola).

segunda-feira, 13 de novembro de 2017

Boa Leitura - Ergonomia


Ergonomia (ou "fatores humanos") é a disciplina científica relacionada ao entendimento das interações entre seres humanos e outros elementos de um sistema, e também é a profissão que aplica teoria, princípios, dados e métodos para projetar a fim de otimizar o bem-estar humano e o desempenho geral de um sistema.
Livro para download


Fonte: ead.ifap


domingo, 22 de outubro de 2017

LTCAT (Laudo Técnico de Condições Ambientais do Trabalho)

Consistem na aplicação de técnicas de amostragens para a realização de avaliações quantitativas de agentes físicos e químicos presentes no ambiente de trabalho através de medições das concentrações dos contaminantes (substâncias e compostos químicos) ou das intensidades dos agentes físicos (ruído, vibrações, calor, etc.) e posterior comparação com os respectivos limites de tolerância da NR 15 ou ACGIH (American Conference of Governamental Industrial Hygienists). 

O resultado de uma avaliação ambiental será documentado em um relatório técnico (LTCAT), identificando, dentre outras especificações, as condições ambientais de trabalho, o registro dos agentes nocivos e conclusão de que a exposição a estes é ou não prejudicial à saúde ou à integridade física. 
O LTCAT é um parecer circunstanciado e conclusivo das condições ambientais a que o funcionário foi exposto, devendo, contudo, refletir a realidade no momento da consecução da vistoria. O laudo tem a função de dispensar a vistoria do INSS, no entanto, se incompleto, lacunoso ou duvidoso ensejará a vistoria in loco pela fiscalização. 

quinta-feira, 3 de agosto de 2017

Conheça os 8 riscos mais comuns na construção civil

A construção civil é um dos setores mais importantes da economia brasileira, demandando muita mão de obra. Com tantas pessoas envolvidas, os acidentes de trabalho também apresentam números significativos, mesmo quando todos os equipamentos de proteção individual (EPIs) são utilizados adequadamente.

Alguns fatores potencializam a incidência de acidentes nas obras, como a falta de qualificação profissional, ausência de treinamento adequado, trabalho sob condições climáticas desfavoráveis, descumprimento das normas de segurança, ausência de EPIs, entre outros.

A construção civil se destaca pelo grande número de acidentes de trabalho.

Riscos mais comuns na construção civil

quinta-feira, 25 de maio de 2017

Fogo é melhor prevenir que apagar incêndios - Cartilha Ilustrada Download gratuitamente

Fogo é melhor prevenir que apagar incêndios - Cartilha Ilustrada Download gratuitamente

Fogo é melhor prevenir que apagar incêndios

Aprenda a se proteger das ameaças
das queimadas e outros riscos com fogo

Como você já deve saber, nem sempre o fogo é nosso amigo, seja por mau uso ou acidentes. E um dos mais graves riscos são as queimadas. Por isso, preste atenção nas dicas e alertas para evitar incêndios nas matas e plantações.
Com o fogo, todo cuidado é pouco.



segunda-feira, 22 de maio de 2017

Fundacentro cria primeiro aplicativo de ensino em SST em Maio de 2016

Gostaria de compartilhar o aplicativo de ensino de Saúde e Segurança da FUNDACENTRO o SSTFÁCIL, que foi lançado em Maio/16. 
 O aplicativo traz perguntas, dividas por temas, permitindo a interação do usuário. 

Uma ótima maneira de testar seus conhecimentos.
Disponível para downloads no Google play Android e IOS


É possível baixar o produto gratuitamente no seu celular.


Fonte: Fundacentro




sexta-feira, 12 de maio de 2017

SWOT = Forças, Oportuniidades, Fraquezas e Ameaças

Use a matriz F.O.F.A. para corrigir deficiências e melhorar a empresa

SWOT = Forças, Oportunidades, Fraquezas e Ameaças 

Ao conhecer as forças, oportunidades, fraquezas e ameaças que influem nos negócios é possível planejar-se e projetar soluções competitivas mais eficientes.
O que é matriz F.O.F.A.?

A matriz F.O.F.A. é um instrumento de análise de negócio simples e valioso. Sua finalidade é detectar pontos fortes e fracos de uma empresa, com o objetivo de torná-la mais eficiente e competitiva, corrigindo assim suas deficiências.
O nome é um acrônimo para Forças, Oportunidades, Fraquezas e Ameaças. Também conhecida como análise F.O.F.A. ou análise F.F.O.A, a matriz deriva da análise SWOT (Strenghts, Weaknesses, Opportunities e Threats). 
Realizar uma análise F.O.F.A. leva a empresa a pensar nos aspectos favoráveis e desfavoráveis do negócio, dos seus proprietários e do mercado.

Objetivos

O uso dessa ferramenta visa alcançar os seguintes objetivos principais:

terça-feira, 25 de abril de 2017

Alguém com mais de 100 kg pode trabalhar em altura?


Publicado em 30 de mai de 2016

Livro na internet com tema é relacionado a segurança do trabalho sobre os sistemas de retenção de queda de trabalhadores.
O conteúdo foca a controversa discussão sobre os trabalhadores com mais de 100 kg.

Segue o link para aquisição do livro do Luiz Eduardo Spinelli


Fonte: Youtube

quarta-feira, 15 de março de 2017

Andragogia a arte de ensinar para adultos

Andragogia (do grego: andros - adulto e gogos - educar), é um caminho educacional que busca compreender o adulto. A Andragogia significa, “ensino para adultos”. Andragogia é a arte de ensinar aos adultos, que não são aprendizes sem experiência, pois o conhecimento vem da realidade (escola da vida). O aprendizado é factível e aplicável. Esse aluno busca desafios e soluções de problemas, que farão diferenças em suas vidas. Busca na realidade acadêmica realização tanto profissional como pessoal, e aprende melhor quando o assunto é de valor imediato. O aluno adulto aprende com seus próprios erros e acertos e tem imediata consciência do que não sabe e o quanto a falta de conhecimento o prejudica. Precisamos ter a capacidade de compreender que na educação dos adultos o currículo deve ser estabelecido em função da necessidade dos estudantes, pois são indivíduos independentes autodirecionados.

terça-feira, 14 de março de 2017

Projeto Série 100 % Seguro / PCMAT (Versão Completa)




O Programa de Condições e Meio Ambiente do Trabalho na Indústria da Construção (PCMAT) foi criado para garantir a segurança de quem trabalha nesse meio em desenvolvimento. Todo detalhe por menos acidentes e mais qualidade de vida foi pensado, os riscos e medidas de proteção também foram previstos.

quinta-feira, 9 de março de 2017

QUAIS SÃO OS RISCOS DO JATEAMENTO DE AREIA?





O jateamento abrasivo pode ter vários riscos associados a ele. Jateamento abrasivo é mais conhecido como jateamento de areia pois areia de sílica tem sido um material comumente usado como o abrasivo, embora não o único.

O jateamento abrasivo envolve a aceleração de partículas de areia com ar comprimido para proporcionar uma corrente de partículas de alta velocidade usadas para limpar objetos metálicos tais como estruturas de aço ou proporcionar uma textura ao concreto. Este processo produz tipicamente uma grande quantidade de poeira contendo o abrasivo, qualquer coisa sobre o substrato sendo abrasado, e / ou o próprio substrato.

terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

Ferramentas para análise e gerenciamento de riscos. PARTE 5

Análise da operabilidade de perigos (HAZOP) 

O estudo de identificação de perigos e operabilidade, conhecido comoHAZOP (Hazard and Operability Studies), é uma técnica de análise qualitativa desenvolvida para examinar as linhas de processo, identificando perigos e prevenindo problemas.

A metodologia é aplicada também para equipamentos do processo e sistemas. 

O método HAZOP é principalmente indicado para a implantação de novos processos na fase de projeto ou nas modificações de processos já existentes sendo conveniente para projetos e modificações tanto grandes quanto pequenas. 

A situação ideal para a aplicação da técnica HAZOP é anterior ao detalhamento e construção do projeto, visando evitar futuras modificações, quer no detalhamento ou nas instalações. 
Muitas vezes, os acidentes ocorrem porque os efeitos secundários de pequenos detalhes ou modificações são subestimados. 
Isso porque, à primeira vista, parece insignificante e impossível identificar a existência de efeitos secundários graves e difíceis de prever, antes de uma análise completa.
A condição de trabalho em equipe da técnica HAZOP exige que pessoas em diferentes funções trabalhem em conjunto, estimulando a criatividade, evitando os esquecimentos e facilitando a compreensão dos problemas das diferentes áreas e interfaces do sistema. Uma pessoa competente, trabalhando sozinha, frequentemente está sujeita a erros por desconhecer os aspectos alheios a sua área de trabalho. Assim, o desenvolvimento do HAZOP alia a experiência e competência individuais às vantagens do trabalho em equipe. 

A análise HAZOP é realizada através de palavras-chaves que guiam o raciocínio dos grupos de estudo multidisciplinares, fixando a atenção nos perigos mais significativos para o sistema. 

As palavras-chaves ou palavras-guias são aplicadas às variáveis identificadas no processo tais como pressão, temperatura, fluxo, composição, nível, entre outros, gerando os desvios, que nada mais são do que os perigos a serem examinados. 

A técnica HAZOP permite que as pessoas liberem sua imaginação, pensando em todos os modos pelos quais um evento indesejado ou problema operacional possa ocorrer. Para evitar que algum detalhe seja omitido, a reflexão deve ser executada de maneira sistemática, analisando cada circuito, linha por linha, para cada tipo de desvio passível de ocorrer nos parâmetros de funcionamento. 

Para cada linha analisada é aplicada a série de palavras-guias, identificando os desvios que podem ocorrer caso a condição proposta pela palavra-guia ocorra. Identificadas as palavras-guias e os desvios respectivos, pode-se partir para a elaboração das alternativas cabíveis para que o problema não ocorra, ou seja, mínimo. 

Convém, no entanto, analisar as alternativas quanto a seu custo e operacionalidade. 

O HAZOP pode ser aplicado tanto a processos contínuos cujo requisito essencial é o fluxograma e a processos descontínuos em que o requisito consiste na descrição apropriada do procedimento. 

Para que não haja prejuízo à produtividade, sugere-se que o número de componentes não seja maior que sete.


Exemplo de aplicação da metodologia HAZOP


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