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sexta-feira, 19 de julho de 2024

Desastre no Rio Piracicaba matou pelo menos 235 mil peixes

 Por Roberto Gardinalli | roberto.gardinalli@jpjornal.com.br
 | Tempo de leitura: 1 min



Em nota oficial, a Cetesb (Companhia Ambiental do Estado de São Paulo) informou que o desastre natural no Rio Piracicaba e Tanquã resultou na morte de pelo menos 235 mil espécimes de peixes na área atingida pela poluição. A companhia divulgou, nesta sexta-feira (19), o laudo técnico que fundamenta a multa aplicada à Usina São José. A empresa foi multada em R$ 18 milhões pelos danos causados.

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“O incidente resultou na morte de mais de 235 mil espécimes de peixes (em estimativas conservadoras) na região urbana de Piracicaba em 7 de julho e na Área de Proteção Ambiental (APA) Tanquã em 15 de julho”, citou em nota. A Cetesb informou, ainda, que foi identificada a relação direta entre o extravasamento do poluente e os dois episódios de mortandade de peixes. Além disso, a pena aplicada à empresa tem como agravante a omissão do acidente. “Além da multa, a cetesb estabelecerá exigências técnicas e medidas corretivas por parte da usina”, completou.

Fonte: JP o seu Jornal


Cetesb multa usina em R$ 18 milhões por mortandade de peixes


Por André Thieful |
 | Tempo de leitura: 1 min

A Cetesb (Agência Ambiental do Estado de São Paulo) multou em R$ 18 milhões a Usina São José S/A Açúcar após evento que causou a mortandade de mais de 235 mil espécimes de peixes e atingiu área de proteção ambiental. 

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A Agência vai dar detalhe dos laudos e da operação da retirada de peixes que atingiu APA (Área de Preservação Ambiental), especialmente a região do Tanquã, conhecido como mini pantanal paulista, na coletiva de imprensa que será realizada nesta sexta-feira (19), no auditório da Secretaria Municipal de Educação, de Piracicaba.

Limpeza

A Prefeitura de Piracicaba iniciou operação para retirada dos peixes mortos no bairro Tanquã, distante 60 km da cidade e atingido pela descarga irregular de resíduos no rio Piracicaba. Toneladas de peixes de várias espécies, entre dourados, mandis, curimbatás e outros, apareceram mortos nas lagoas do Tanquã, bairro de pescadores e conhecido como minipantanal paulista, na segunda-feira (15). Imediatamente, a Prefeitura iniciou um plano de limpeza para o local. A retirada começa nesta sexta-feira (19). Uma estrutura de apoio às equipes será montada na Chácara Estrela.

Participam da operação as secretarias municipais de Infraestrutura e Meio Ambiente (Simap), Governo, Obras e Zeladoria e a Defesa Civil, com colaboração da Cetesb (Companhia Ambiental do Estado de São Paulo) - que identificou como causadora do descarte irregular a Usina São José -, da Polícia Militar Ambiental, que a nomeou como Pindi-Pirá, que significa “limpa peixe”, e de pescadores do Tanquã.


Fonte: JP o seu Jornal


sábado, 1 de dezembro de 2018

FEBRE AMARELA E TRANSPORTE

         

A grande mobilidade do ser humano, utilizando os mais variados tipos de veículos concorre para a disseminação de doenças e para a rápida transferência de um foco de infecção de uma região para outra. 

Os pontos mais distantes do nosso país, cada vez se tornam mais próximos. A evolução do transporte aproxima cada vez mais estes pontos. Até bem pouco tempo, somente através do transporte ferroviário, marítimo ou aéreo conseguíamos alcançar os pontos mais distantes. Hoje o predomínio é o transporte rodoviário que transita por todos rincões desse país. 

A Vigilância Sanitária preocupa-se em não deixar disseminar no país qualquer patologia que poderia comprometer toda à população. Cobra-se a vacinação para tal doença (febre amarela).

Hoje, com o desenvolvimento tecnológico, a aviação civil rompe o tempo de percurso entre os pontos mais longínquos, e em curto período, visita múltiplas regiões. Essa rapidez facilita o transporte de doenças as mais diversas e nos mais variados pontos. Além de transportar os doentes e portadores de doenças, o transporte em geral é capaz de conduzir o hospedeiro intermediário e o agente vetor favorecendo a disseminação e o aparecimento de focos a distância.

Torna-se cada vez mais difícil o controle das doenças tropicais e infectocontagiosas. Sabemos que a falta desse controle vai permitir o aparecimento de epidemias comprometendo todo o país.

O transporte em geral será o responsável pela disseminação, especificamente o transporte aéreo, será o elemento capaz de produzir a eclosão de focos epidêmicos quase simultâneos em toda a superfície terrestre, causando uma pandemia.

Hoje vemos Haemagogus, Sabethes, Aedes egipty, Phebotomus, e outros sendo transportados dos focos de origem para os grandes centros urbanos através de todo tipo de transporte. Hoje, principalmente pelo transporte rodoviário.

Medidas mais concretas devem ser adotadas pela vigilância sanitária com objetivo de se fazer o combate permanente a tais insetos que produzirão múltiplas doenças infecciosas graves na população dos grandes centros.

A vigilância sanitária dos aeroportos, aeroclubes e de qualquer pista de pouso deve ser enérgica em termos de obrigar a dedetização de tais aeronaves ao deixarem o campo de pouso de onde decolaram. Além disso, a dedetização também na chegada, vai proporcionar maior garantia de que nenhum vetor está sendo trazido para um grande centro, em consequência deixamos o vetor limitado à área endêmica.

Tal conduta se aplicaria nos terminais rodoviários, transportadoras, trens, navios e individualmente por todos os motoristas que transitam por tais áreas.

Estas são medidas profiláticas, fáceis de serem adotadas, de baixo custo e que seriam executadas pelos que transitam nestas regiões.

A vigilância sanitária de cada cidade faria à fiscalização e consequentemente as punições com multas àqueles que incorrem em erros, no descumprimento as necessidades básicas em termos de Saúde Pública.

Os aeroclubes tornam-se quase sempre os pontos de desembarque dentro dos hangares de uma vasta fauna de transmissores de doenças como os vetores da Febre Amarela, Malária, Dengue, Doença de Chagas, Chikungunya, Zika e outras.

Sabemos que todas essas doenças foram extremamente combatidas durante anos, com custos elevadíssimos na faixa litorânea do nosso país. De poucos anos para cá, já ressurge a Dengue. Alguns raros casos de Malária já foram citados nesta região e até de Doença de Chagas. Ressurge agora a Febre Amarela já provocando múltiplos óbitos.

Não podemos permitir que a reinfestação venha trazer os problemas de saúde do passado que levaram a população ao sofrimento e à morte.

Ações de motoristas, pilotos, maquinistas, comandantes de navios e barcos em geral, transportadoras, veículos de passeio, e ainda ações de órgãos governamentais e municipais devem erradicar insetos que possam estar sendo transportados impedindo a chegada dos mesmos aos grandes centros.

Dr. Dirceu Rodrigues Alves Jr.
Diretor da ABRAMET.

quarta-feira, 16 de maio de 2018

II SEMINÁRIO INTERNACIONAL DO AMIANTO

Uma Abordagem da Saúde do Trabalhador




Por ocasião do I Seminário Internacional do Amianto: uma Abordagem Sócio-Jurídica, ocorrido em Campinas/SP, houve a discussão da questão do amianto sob o enfoque social e jurídico. Social, diante da necessidade de alertar a sociedade brasileira sobre os riscos do amianto à saúde humana e da viabilidade de substituição da fibra cancerígena por tecnologias ambientalmente menos agressivas; jurídico, porque remanescia a discussão nos Tribunais sobre a constitucionalidade do uso do amianto crisotila no país, a despeito dos compromissos assumidos pela República Federativa do Brasil quando da ratificação das Convenções 139 e 162 da Organização Internacional do Trabalho.

O texto de abertura do website daquele evento iniciava-se da seguinte forma:“O debate sobre o amianto e suas consequências nefastas à saúde humana não é recente e ainda está longe de ser esgotado”. Passados menos de dois anos da realização do I Seminário Internacional do Amianto, é possível afirmar que as discussões em torno da questão evoluíram adequadamente e de maneira muito favorável à defesa da saúde da população, a ponto de, ao menos no plano jurídico, inexistirem dúvidas sobre a inconstitucionalidade do uso do amianto crisotila no nosso país. As recentes decisões proferidas pelo Supremo Tribunal Federal nas Ações Diretas de Inconstitucionalidade 3937 e 3406, não deixam margem à dúvida: a questão do amianto foi definitivamente extirpada do mundo jurídico brasileiro.

A afirmação, embora juridicamente válida, muda a vida do trabalhador brasileiro acometido por Doenças Relacionadas ao Amianto – DRA? Como será o acolhimento e o tratamento deste trabalhador nos serviços de saúde? Conseguiremos, finalmente, pôr fim à invisibilidade desses cidadãos, criando sistemas de registro de doenças asbesto-relacionadas? Essas são algumas das questões que sobrevêm na atual conjuntura brasileira: a fase pós-banimento amianto.

A situação incomum vivenciada em nosso país, onde diversas questões, inclusive relacionadas à saúde da população acabam sendo definidas pelo Poder Judiciário, exige uma maior integração entre o mundo jurídico, o universo científico e a realidade social. Contudo, poucos são os espaços onde essa diversidade de saberes podem se encontrar e se integrar. Por essa razão, o II Seminário Internacional do Amianto: uma Abordagem da Saúde do Trabalhador, propõe que as barreiras sejam transpostas, com a aproximação de realidades tão distintas, mas ao mesmo tempo, tão próximas.

O reconhecimento da inconstitucionalidade pelo Supremo Tribunal Federal da lei que permitia a exploração econômica do amianto crisotila enseja celebração, pois é fruto do trabalho incansável dos movimentos sociais e sindicais, que se ergueram e permaneceram firmes desde a década de 1980, a destacar-se a ABREA e o DIESAT, aos quais se agregaram diversos atores sociais ligados à Saúde Pública e Coletiva, além do Ministério Público do Trabalho, os órgãos de classe da Magistratura do Trabalho e dos Procuradores do Trabalho.

Porém, devemos ter a consciência de que ainda há muito por fazer. Dessa fase pós-banimento do amianto, em que consolidamos um olhar multidisciplinar refinado e sensível para a relação entre os processos produtivos e as DRA, fica a responsabilidade de deixar um legado para as próximas gerações, que significa ampliar a percepção para os múltiplos riscos à saúde presentes no mundo do trabalho brasileiro, fortalecendo a certeza de que os esforços coletivos são capazes de realizar a mudança que almejamos ver em todas as dimensões na sociedade brasileira.

terça-feira, 15 de maio de 2018

Para que servem os diques ou bacias de contenção para produtos químicos?

PARA QUE SERVEM OS DIQUES OU BACIAS DE CONTENÇÃO PARA PRODUTOS QUÍMICOS




Empresas, armazéns, portos e aeroportos que trabalham com tanques de produtos químicos, perigosos ou não, precisam ter diversos cuidados com seu patrimônio e garantir a segurança de profissionais e do meio ambiente.

Para unir conforto, praticidade e maior estabilidade para sua empresa e seus produtos, com o passar do tempo, foram desenvolvidas novas tecnologias que resguardam seus tanques.

Criados exatamente para isso, os diques de contenção secundária tornaram-se uma das maiores estratégias de contenção e prevenção de acidentes químicos envolvendo vazamentos de produtos.

O intuito é utilizar os diques evitando que os produtos entrem em contato com o solo, prejudicando sua empresa, funcionários e o meio ambiente. Suas funções são diversas e auxiliam de inúmeras maneiras.

Por isso, elaboramos um guia informativo útil e acessível para que você entenda como eles funcionam, quais os requisitos para instalação e benefícios, uma vez que operam de maneira efetiva e segura.
Diques ou bacias de contenção – uma alternativa que resguarda seus produtos químicos e o meio ambiente

A legislação ambiental brasileira é uma das mais eficazes de todo o mundo e por um motivo sólido: com tanta diversidade de flora, fauna e solos férteis, o derramamento de produtos tóxicos causaria severas consequências para todos.

Esse motivo já é o suficiente para que haja um rígido controle tanto na formação de profissionais da área como na adoção de ferramentas que impeçam acidentes.


Os diques ou bacias criam uma proteção extra para seus tanques. Caso haja vazamento de produtos químicos, basta um controle operacional para que eles não cheguem ao sistema de drenagem urbana, rios, mares ou ao solo.

Com a manutenção adequada e profissionais preparados, os diques ou bacias se constituem em um investimento barato,  quando comparados aos transtornos e desdobramentos que evitam.

Tecnicamente existem três tipos de materiais mais utilizados para fabricação de diques ou bacias de contenção. O concreto armado durante muito tempo foi umas das únicas alternativas viáveis para construção de grandes diques de contenção, porém sua porosidade e dilatação fazem surgir fissuras e trincas prejudiciais para a eficiência do sistema, além do alto custo.
O aço trata-se de um material de alta resistência e durabilidade, porém seu alto custo inviabiliza a construção de diques ou bacias de contenção. Já os polímeros tais como o PEAD polietileno de alta densidade, vêm se mostrando uma solução viável e de ótimo custo benefício para construção de diques e bacias de contenção de pequeno, médio e grande porte.

Abaixo, elencamos alguns de seus benefícios e requisitos para que sejam instalados na sua indústria, empresa ou armazém:
Segurança da válvula: as válvulas de drenagem são extremamente seguras, prevenindo qualquer tipo de vazamento. Mesmo assim, existem medidas extras que seguram os tanques, como a utilização de cadeados ou lacres.
Material anticorrosivo: diques de contenção são construídos com materiais anticorrosivos para resistir ao ataque químico de fluidos à sua estrutura.
Manutenção regular: como o dique precisa ficar fechado para que não ocorra nenhum vazamento, ele pode acabar enchendo de água da chuva (se ficar exposto). 
Em uma situação como essa, o ideal é que um operador preparado e treinado na área de manutenção de tanques realize a drenagemcom regularidade, especialmente em épocas do ano muito chuvosas e úmidas (vale a utilização de bombas pneumáticas, por exemplo).
Obstruções: é de suma importância ficar atento às possíveis obstruções das válvulas, pois os vazamentos que podem ocorrer nelas são mais difíceis de serem reconhecidos.
Prevenção de acidentes – as estratégias mais utilizadas na luta contra o desperdício e no combate à poluição da natureza

É cada vez maior o número de empresas que adotam medidas de segurança com o intuito de prevenir acidentes químicos. O que há décadas poderia ser considerada uma despesa desnecessária, hoje é visto de outra forma, empreendedores de todo o mundo investem na segurança de seus patrimônios, funcionários e meio ambiente.

Bacias de contenção, pallets para contêiner, skimmers e diques são algumas das milhares de opções para o empresário que coloca em prática sua consciência coletiva.

O que achou desse artigo? Suas dúvidas foram esclarecidas? Quer aproveitar e saber como as indústrias pensam na proteção do meio ambiente? Então confira este artigo agora mesmo!

Fonte: Ambflex


quarta-feira, 31 de maio de 2017

Dia Mundial sem Tabaco alerta este ano para danos causados pela produção do fumo

Paula Laboissière - Repórter da Agência Brasil

A produção e o consumo de produtos derivados do tabaco geram importantes impactos socioambientais em todo o planeta 
Marcelo Camargo/Arquivo Agência Brasil

Além dos danos à saúde pública, a produção e o consumo de produtos derivados do tabaco geram importantes impactos socioambientais em todo o planeta – um deles é o uso de lenha para aquecer estufas que secam as folhas de tabaco e que leva ao desmatamento e ao desequilíbrio da biodiversidade em tempo de constantes mudanças climáticas. O alerta é da Organização Mundial da Saúde (OMS).

No Dia Mundial sem Tabaco 2017, lembrado hoje (31), a entidade adotou como tema da campanha Tabaco: uma ameaça ao desenvolvimento. A proposta consiste em um apelo aos países-membros para que implementem medidas consistentes de controle do tabaco, incluindo a proibição de todo tipo de marketing e publicidade relacionados ao assunto, a adoção de embalagens simples para os produtos e o aumento de impostos especiais voltados para o setor.

Custos à saúde e à economia

Dados da OMS mostram que o consumo do tabaco mata mais de 7 milhões de pessoas todos os anos e custa aos lares e aos governos mais de US $ 1,4 trilhão, em razão de despesas com saúde e da perda de produtividade. “O tabaco ameaça a todos nós”, alertou a diretora-geral da OMS, Margaret Chan. “Ele exacerba a pobreza, reduz a produtividade econômica, contribui para pobres escolhas alimentares domésticas e polui o ar interior”, completou.

“Entretanto, por meio da adoção de medidas robustas de controle, os governos podem salvaguardar o futuro de seus países protegendo usuários e não usuários desses produtos mortais, gerando receitas que financiam a saúde e outros serviços sociais, salvando seus ambientes das devastações provocadas pelo tabaco”, disse Margaret.

Cicatrizes ao meio ambiente

Ainda segundo a OMS, os impactos do tabaco e de seus derivados na natureza envolvem dados como:

terça-feira, 28 de fevereiro de 2017

Nova Lei PSIU no combate à poluição sonora

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O Programa de Silêncio Urbano (PSIU) da Prefeitura de São Paulo, ao combater a poluição sonora na cidade de São Paulo, tem a missão de tornar mais pacífica a convivência entre estabelecimentos e os moradores da vizinhança. O PSIU fiscaliza apenas confinados, como bares, boates, restaurantes, salões de festas, templos religiosos, indústrias e até mesmo obras. A Lei não permite a vistoria de festas em casas, apartamentos e condomínios, por exemplo.


Com a aprovação pela Câmara Municipal e sanção do prefeito Fernando Haddad da nova lei de zoneamento da cidade de São Paulo – Lei nº 16.402, de 23 de março de 2016 -, o órgão não baseia mais suas ações nas leis da 1 hora e a do ruído. A primeira determinava que, para funcionarem após a 1 hora da manhã, os bares e restaurantes deveriam ter isolamento acústico, estacionamento e segurança. Já a Lei do Ruído controla a quantidade de decibéis emitidos pelos estabelecimentos, a qualquer hora do dia ou da noite, inclusive em obras.

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