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sexta-feira, 2 de maio de 2025

MAIO AMARELO 2025 - Direção Defensiva


Contribuição para campanha sobre prevenção de acidentes de trânsito com equipe, amigos e familiares.

Fonte : Salete Romero

Palestrante, Consultora, Especialista em Segurança no Trânsito para Empresas;

Especialista em Psicologia do Trânsito;

Colunista no Jornal da Band;

(15) 99624.4332

Amaxofobia - Medo excessivo e irracional de dirigir.

 
Dr. Dirceu Rodrigues Alves.


Interessante, uma coisa que era brinquedo na infância onde se fazia coisas mirabolantes com o carrinho, velocípede, patins, carrinho de rolimã e repentinamente, na vida adulta, transformar-se num objeto de total rejeição, medo e muitas vezes de pavor. 

A sensação de medo é consequente a liberação de determinados hormônios no organismo, principalmente adrenalina e noradrenalina, mas outros hormônios são liberados e causam imediata aceleração cardíaca. Na verdade, é a maneira do organismo responder a uma estimulação contrária, física ou mental com objetivo de fazer o indivíduo partir para luta ou fuga. 

O medo sempre existe quando começamos a aprender a dirigir. Ele persiste durante algum tempo após tirarmos a CNH e vai desaparecendo à medida que a experiência se torna presente. Esse medo inicial é porque já não temos o instrutor ao lado o que faz aumentar a preocupação com o trânsito e a possibilidade de sinistros. 

Mas por incrível que possa parecer, 6% da população Brasileira, isto é, 12,9 milhões de brasileiros são portadores desse medo de grau maior ou menor que, cientificamente é chamado de amaxofobia. 

Isso é caracterizado como medo excessivo e irracional de dirigir ou mesmo estar dentro de um veículo, o que é bem semelhante ao transtorno de ansiedade. O pensamento está voltado para os riscos de um sinistro, levando ao estresse e, muitas vezes, ao pânico. Esse estresse é a perda da capacidade de adaptação à situação vivida naquele momento e o indivíduo descompensa. 

Alguns portadores do medo excessivo têm histórico de traumas, sinistros, experiências negativas, medo de perder a direção, atropelar alguém, bater o veículo, matar ou morrer. Múltiplas outras causas, como pânico com os congestionamentos, medo de estar sendo observado, críticas de acompanhantes são outros fatores capazes de levar o indivíduo a ficar preocupado e temeroso com a direção veicular. 

Esse medo é sempre desproporcional a situação vivida e pode surgir com informações e visuais da mídia em geral, como no noticiário de televisão, que é assustador. 

Dirigir para 94% da população portadora da Carteira Nacional de Habilitação sempre é prazeroso. Mas para o portador de amaxofobia, torna-se sofrimento. 

Os sintomas mais comuns desse estranho medo são: 
  • Boca seca; 
  • Transpiração; 
  • Tensão muscular; 
  • Batimentos cardíacos alterados; 
  • Dor no peito;
  • Dores de cabeça; 
  • Agitação;
  • Formigamento; 
  • Vertigens;
  • Tremores; 
  • Falta de ar;
  • Suor nas mãos; 
  • Outros. 

Quando isso está presente, é necessário buscar tratamento que é feito pelo psicólogo e, algumas vezes, há necessidade de acompanhamento psiquiátrico. 

Seria interessante o diálogo, troca de experiências relacionadas à amaxofobia com grupos portadores do quadro. Na realidade, com uma troca de informações, experiências vividas vemos a recuperação de múltiplos portadores que se encontravam no grau leve ou mesmo moderado da fobia. Estimamos que 80% saem do quadro e partem para direção veicular seguros e sem aqueles sinais e sintomas que por várias vezes o levaram ao pânico. Sempre há indicação para uma avaliação e conduta do psicólogo e raramente do psiquiatra. 

O equilíbrio, pensamento positivo, a vontade de querer superar certamente farão do motorista um indivíduo seguro, responsável, seguidor das regras de trânsito e consequentemente sem transgressões, sinistros ou medo. 

 Dr. Dirceu Rodrigues Alves.

quinta-feira, 10 de abril de 2025

VTV faz homenagem aos bombeiros que apagaram incêndio em Santos


O incêndio no terminal da Ultracargo da Alemoa foi apagado na última sexta-feira. Além da lição de que nosso porto não está preparado para um incêndio dessa proporção, fica a dedicação com a qual os bombeiros combateram as chamas. A VTV fez uma homenagem a esses verdadeiros heróis. Para mais informações: www.vtv.com.br/jornalismo

segunda-feira, 15 de janeiro de 2024

Contando minha trajetória - Técnico de Segurança do Trabalho - Parte 2

 Caros colegas,


Continuando sobre inicio da carreira TST - Técnico de Segurança do Trabalho

Resolvi escrever sobre minha trajetória profissional, anseios, expectativa e desenvolvimento da minha carreira, bem como algumas dificuldades encontradas, dúvidas, apoio e ajudas dos profissionais que tinham mais experiência e conhecimento, eu em passos lentos fui ganhando espaço e domínio do assunto - Quer saber mais leia a Parte 1

Com minha mesa, computador, armário de arquivos tudo a minha disposição, hora de começar a fazer a gestão de meio ambiente, saúde e segurança do trabalho, mesmo sabendo que não havia muitas evidências anteriores.

E assim comecei abri uma pasta da gestão da CIPA, fiz todo o processo eleitoral atender o calendário anual das reuniões, sentia que já era um bom começo.

Logo apresentei a necessidade em fazer uma SIPAT junto com essa gestão da CIPA para começar a envolver a CIPA nos assuntos de suas competências e fazer com que os colaboradores comecem a identificar e compreender as atribuições dos membros da CIPA.

Com a CIPA veio também o Mapa de Risco que foi elaborado pelos membros da CIPA e fixado nos quadros dos setores da fábrica.

Lembrei dos comprovantes de entrega de EPIs e assim fui logo verificar com o almoxarifado da fábrica como era realizado a entrega, pude comprovar que faltavam algumas coisa de importante relevância, desde a comprovação sistemática e periódica da troca dos EPIs e a formatação do documento com termo de compromisso para sustentação legal:



Aos poucos os armário de guarda de arquivos foi ganhando volume: Pronto veio outra obrigação legal que eram as Ordens de Serviço:


Atendimento a NR – Norma Regulamentadora nº 01 da Portaria 3214/78 do Ministério do Trabalho no item

1.7 Cabe ao empregador:

a) cumprir e fazer cumprir as disposições legais e regulamentares sobre segurança e medicina do trabalho;

b) elaborar ordens de serviço sobre segurança e saúde no trabalho, dando ciência aos empregados por comunicados, cartazes ou meios eletrônicos;


Enfim a Segurança do Trabalho estava iniciando um processo na elaboração de documentos e principalmente envolvimento direto da CIPA e consequentemente os demais colaboradores da Fábrica.

Assim estava começando a conhecer um pouco dos propósitos neste trabalho voltado para prevenção do meio ambiente, saúde e segurança.

domingo, 12 de novembro de 2023

Contando a minha trajetória - Técnico de Segurança - Parte 1 - Meu primeiro trabalho como técnico de segurança

Caros colegas,

Apresentação Inicial

Resolvi escrever sobre minha trajetória profissional, anseios, expectativa e desenvolvimento da minha carreira, bem como algumas dificuldades encontradas, dúvidas, apoio e ajudas dos profissionais que tinham mais experiência e conhecimento, eu em passos lentos fui ganhando espaço e domínio do assunto.

Lembro quando estava no curso técnico, surgiu uma vaga para auxiliar em segurança do trabalho, para uma pequena empresa metalúrgica de estruturas metálicas que nunca teve profissional da área; fiquei muito ansioso e inseguro em participar, porque ainda não confiava nas minhas convicções obtidas no curso, a primeira ajuda veio de um colega de sala de aula que já atuava na área me disse:  vai firme nesta vaga tenho certeza que você conhece da área de SST melhor que qualquer colaborador da empresa, e isso serviu como encorajamento, e na entrevista durante o processo seletivo lembrei das palavras dele, e tudo ficou bem mais fácil, acabei notando que eu estava muito atualizado e a minha entrevista parecia mais um coach em consultoria que se iniciava meu aprendizado com muita vontade de atuar na área, e reconhecendo a importância do profissional de segurança do trabalho. Acreditei que ali estava nascendo um consultor em segurança do trabalho. Prevenir acidentes, incêndio, saúde ocupacional, cuidar da pessoas faz muito bem a qualquer pessoa disposta a ajudar. Oferecer consultoria a empresa, garantindo um ambiente de trabalho harmonioso nas relações capital x trabalho o atendendo as obrigações entre as partes.

Acabei realizando meu estágio obrigatório em uma empresa de grande porte "uma fundição de motores de caminhões" e atuava na parte da manhã como bombeiro industrial e na parte da tarde fazia o estágio com os TST que me orientavam na área, algo que também identifiquei na área os profissionais de segurança sempre foram muito solícitos e isto é uma característica marcante dos profissionais de SST, muito bom!!!

Todos me chamavam de BOMBETEC, achava engraçado bombeiro na parte da manhã e estagiário em segurança do trabalho na parte da tarde, tinha um uniforme de bombeiro e a tarde um avental verde que somente a área composta por 2 engenheiros  e 6 técnicos de segurança, lógico cada pessoa traz consigo seus traços de personalidade e todos sempre me ajudavam conforme a necessidade, visão e tempo disponível de cada um.

sábado, 11 de novembro de 2023

O que mudou na nova NR 35 – Trabalho em Altura • 19 Janeiro 2023


 Por Gianfranco Pampalon

Auditor Fiscal Aposentado, é consultor de Saúde e Segurança do Trabalho do Seconci-SP

Nesses dez anos da Norma Regulamentadora (NR) 35 – Trabalho em Altura, ocorreram muitas melhorias e estas são atestadas pelos indicadores de acidentes e fatalidades. Os indicadores de acidentes com quedas fatais foram reduzidos à metade desde a implementação desta norma há dez anos. É um movimento progressivo que esperamos, assim continue.

Revista, a nova NR 35 foi baixada pela Portaria 4.218 do Ministério do Trabalho, de 20/12/2022 (DOU de 21/12/2022), e entrará em vigor em 3 de julho de 2023. O objetivo principal da revisão, assim como está ocorrendo com as outras NRs, foi harmonizar e atualizar o texto com as demais Normas Regulamentadoras, em particular a nova NR 1 e o PGR (Programa de Gerenciamento de Riscos).

Esta revisão busca facilitar a aplicação da NR 35 e contribuir mais com a tendência de redução de acidentes e, além disso, também criar o Anexo III – Escadas, regulamentando a construção e uso de escadas, para dar um padrão satisfatório na utilização das mesmas, que causam muitos acidentes por queda com diferença de nível.  Este anexo apresenta requisitos de construção, uso e manutenção de escadas individuais portáteis e fixas, em conformidade com as Normas Técnicas.

quinta-feira, 24 de março de 2022

COMO USAR CORRETAMENTE AS FERRAMENTAS MANUAIS


Muito falamos sobre acidentes de trabalho que envolvem quedas, choques elétricos, explosões e até mesmo ondas eletromagnéticas fortes, contudo, algo que é tão perigoso quanto esses são as ferramentas manuais utilizadas no dia a dia dos trabalhadores.

Essas ferramentas são responsáveis por um grande número de acidentes de trabalho, sendo assim, é imprescindível ter cuidados específicos na hora do manuseio a fim de evitar acidentes consigo e outros trabalhadores.

Curioso para saber quais são esses cuidados que são necessários? Continue lendo esse texto, ficamos um pequeno compilado que certamente irá te ajudar!

AS FERRAMENTAS MANUAIS E SEUS CUIDADOS

Primeiramente, necessitamos levantar uma discussão: o que são estas ferramentas manuais?

Bem, listá-las certamente tomará grande parte desse texto, sendo assim, segue o conceito geral.

Uma ferramenta manual é tudo aquilo que necessita do esforço humano para desempenhar a atividade que ela foi criada para.

Ferramentas estão em mais locais do que você imagina: martelos, serrotes, canetas, facas, estiletes, tesouras, chaves de fenda, serretes, dentre outras. Certamente, algumas dessas tem mais potencial de causar danos que outras, mas isso não exclui que cada uma delas deve ser tratada com cuidado.

Alguns outros fatores também são fundamentais na hora de garantir a segurança dos trabalhadores tais como conservação, manutenção, limpeza, ordem e treinamento. Ademais existem algumas regras básicas que devem ser sempre seguidas:

  • Selecionar sempre a ferramenta adequada para o trabalho;
  • Realizar uma verificação de segurança;
  • Realizar o transporte de maneira segura;
  • Armazenar nos locais designados;
  • Utilize os EPI’s indicados quando necessários.

Sobre alguns desses assuntos, podemos ainda nos aprofundar mais!

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2021

Distração perigosa: usar o celular enquanto anda pela rua oferece riscos

De acordo com um estudo realizado nos Estados Unidos, nos últimos oito anos triplicou o número de acidentes graves envolvendo pedestres usando celular. A maioria deles foi atropelada. Isso acontece porque o cérebro está programado a prestar 100% de atenção em apenas um acontecimento. Mexer no celular, conversar ou ouvir música em um fone de ouvido são ações que podem distrair o pedestre na rua e gerar consequências graves.


Perigo! Uso do celular é a principal distração de pedestres e pode provocar acidentes

Uma pesquisa feita em São Paulo e no Rio de Janeiro aponta que para 66% das pessoas o celular é o que mais tira a atenção ao atravessar a rua. O resultado de tamanha distração são tombos, atropelamentos e graves acidentes de trânsito. De acordo com especialistas, o risco de caminhar e usar o celular ao mesmo tempo é tão grande quanto o de dirigir utilizando o aparelho.


Fonte : R7

domingo, 14 de fevereiro de 2021

Estação Transformadora de Distribuição – Subestação

 

Estação Transformadora de Distribuição – Subestação

Estação Transformadora de Distribuição (ETD) ou Subestação de Energia (SE) são conjuntos de equipamentos de proteção e manobra e transformadores utilizados para elevar ou rebaixar a tensão de geração ou transmissão de energia elétrica.

Estação Transformadora de Distribuição ou Subestação

Possibilitam a elevação ou rebaixamento da tensão através desses transformadores, e possuem equipamentos de proteção e manobra capazes de detectar os diferentes tipos de falhas que ocorrem no Sistema Elétrico de Potência – SEP e de isolar os trechos onde estas falhas ocorrem. Esses equipamentos são os Disjuntores, Religadoras Automáticas, Seccionalizadoras Automáticas e Fusíveis.

ETT, Transmissão, ETD

As subestações são responsáveis pela distribuição da energia elétrica. Antes de chegar aos grandes centros consumidores, a eletricidade percorre o sistema de transmissão que começa nas usinas geradoras de energia elétrica e passa pelas subestações, onde será rebaixada para valores de distribuição nas classes de 5 kv, 15 kv, 25 kv ou 35 kv, de acordo com a conveniência técnica de cada Estação Transformadora de Distribuição -ETD.

Quando elevam a tensão elétrica, nas usinas geradoras, em uma Subestação denominada ETT – Estação Transformadora de Transmissão, pois os geradores fornecem em baixa tensão e devem ser elevadas para serem transmitidas. A elevação da tensão de transmissão tem por objetivo minimizar as perdas e otimizar a transmissão de energia elétrica. Este processo evita a perda excessiva de energia elétrica ao longo do percurso.

segunda-feira, 23 de novembro de 2020

Regras de Ouro
A Norma Regulamentadora nº 10 – NR 10 – Segurança em Instalações e Serviços em Eletricidade estabelece os requisitos e condições mínimas objetivando a implementação de medidas de controle e sistemas preventivos, de forma a garantir a segurança e a saúde dos trabalhadores que, direta ou indiretamente, interajam em instalações elétricas e serviços comeletricidade. Objetivando a saúde e a segurança de todos os colaboradores que intervém no sistema elétrico e o efetivo cumprimento do que estabelece a NR-10, a CEMAR mantém a campanha “Regras de Ouro”, onde os colaboradores são constantemente orientados sobre os procedimentos apropriados para se garantir a segurança nas atividades realizadas em instalações elétricas desenergizadas.

Conforme subitem 10.5.1 da NR 10, somente serão consideradas desenergizadas as instalações elétricas liberadas para trabalho, mediante procedimentos apropriados, obedecida a sequência abaixo:
a) Seccionamento;
b) Impedimento de reenergização;
c) Constatação de ausência de tensão;
d) Instalação de aterramento temporário comequipotencialização dos condutores dos circuitos;
e) Proteção dos elementos energizados existentes nazona controlada (Anexo I);
f) Instalação da sinalização de impedimento dereenergização.


Zona de risco e zona controlada


Tabela de raios de delimitação de zonas de risco, controlada e livre.




Distâncias no ar que delimitam radialmente as zonas de risco, controlada e livre.


ZL Zona livre.
ZC Zona controlada, restrita a trabalhadores autorizados.
ZR Zona de risco, restrita a trabalhadores autorizados e com a adoção de técnicas, instrumentos e equipamentos apropriados ao trabalho.
PE Ponto da instalação energizado.
SI Superfície isolante construída com material resistente e dotada de todos dispositivos de segurança.

Distâncias no ar que delimitam radialmente as zonas de risco, controlada e livre, com interposição de superfície de separação física adequada.




ZL Zona livre.
ZC Zona controlada, restrita a trabalhadores autorizados.
ZR Zona de risco, restrita a trabalhadores autorizados e com a adoção de técnicas, instrumentos e equipamentos apropriados ao trabalho.
PE Ponto da instalação energizado.
SI Superfície isolante construída com material resistente e dotada de todos dispositivos de segurança.


O subitem 10.5.2 da NR 10,estabelece também que o estado de instalação desenergizada deve ser mantido até a autorização para reenergização, devendo ser reenergizada respeitando a sequência de procedimentos abaixo:
a) retirada das ferramentas, utensílios e equipamentos;
b) retirada da zona controlada de todos os trabalhadores não envolvidos no processo de reenergização;
c) remoção do aterramento temporário, da equipotencialização e das proteções adicionais;
d) remoção da sinalização de impedimento de reenergização;
e) destravamento, se houver, e religação dos dispositivos de seccionamento.




Essas regras valem ouro!


Você sabia que a maioria dos acidentes no Setor Elétrico são por descumprimento dessas regras?

Vamos aprender e nunca mais esquecer:

1° - Abrir

Abrir os circuitos elétricos através de dispositivos de seccionamento com corte visível, de forma correta.

2° - Bloquear


Operação destinada a bloquear o equipamento de seccionamento dos circuitoselétricos.
O bloqueio físico consiste em impossibilitar fisicamente a união de seus contatos ou imobilizar o comando do aparelho.
No caso das chaves fusíveis o bloqueio caracteriza-se pela retirada dos bastões.

3º - Testar


Comprovar a ausência de tensão no local de abertura dos circuitos e onde serealizam os trabalhos (zona protegida) com o detector de tensão.

Para o reconhecimento da ausência de tensão deve-se agir como se a instalação estivesse energizada: usar equipamento de proteção adequado, manter distância de segurança e comprovar ausência de tensão em todos os condutores.


4° - Aterrar

Instalar os conjuntos de aterramento tanto quanto forem necessários em pontos adjacentes ao local de trabalho, a fim de formar a chamada ZONA PROTEGIDA.


5° - Sinalizar

Instalar a placa de sinalização “Não opere este equipamento” em local visível e próxima aos dispositivos de seccionamento.

OBS: A seqüência das 5 regras de ouro pode ser alterada para os casos de distâncias consideráveis entre a chave fusível e o trecho a se trabalhar. A alteração seria a seguinte: o 5° passo (sinalização) pode ser executado após o 2° passo (bloqueio).


Fonte: Falaparceiro!

domingo, 22 de novembro de 2020

Análise de acidente em trabalho a quente na DuPont - CSB Safety Video: Death in the Oilfield

Análise de acidente em trabalho a quente na DuPont

A CSB publicou em seu site um vídeo com animações de um acidente de trabalho ocorrido em uma unidade da DuPont nos Estados Unidos envolvendo trabalhos a quente.

O vídeo é em inglês mas a animação fala por si só, sendo bastante didática. Mostra como ocorreu uma forte explosão durante um trabalho a quente em um tanque de inflamáveis.

Câmeras mostram ocorrência de arco elétrico gigantesco em subestação norte americana

 


Foi veiculado no site da Exame.com um incidente em uma subestação na cidade norte americana de Nova York após a passagem da tempestade Sandy.

Interessante é como a repórter intitulou a matéria: "Explosão em subestação de energia projeta bola de fogo no ar". Segundo a repórter "Nas imagens, é possível ver uma grande bola de fogo rompendo o horizonte durante a madrugada, quando ocorre o incidente." Assista ao vídeo.



Esta "bola de fogo", na verdade se trata de um arco elétrico; um fenômeno que ocorre em condições propícias e que além de tudo é muito perigoso. Para entender melhor o que é um arco elétrico leia esta matéria publicada no blog.



O que é arco elétrico

 O que é arco elétrico

Sabe-se que, sempre que um equipamento elétrico energizado está sendo examinado, mantido ou ajustado, havendo condições propícias, existe o risco potencial da ocorrência de um arco elétrico. 

Arco elétrico é o termo aplicado à passagem através do vapor do arco terminal do metal condutivo ou material carbonizado. Ocorre quando os condutores das fases são curto-circuitados e há ionização do ar. 
Ilustração retratando o que ocorre em um arco elétrico.
Este fenômeno produz grande quantidade de calor que pode causar queimaduras fatais, tanto pelo contato direto na região aquecida, quanto à distância devido ao calor emitido na forma de radiação, e mesmo incendiar a roupa do pessoal envolvido com a instalação elétrica. Adicionalmente, os arcos elétricos expelem gotas de material fundido que se espalham na imediata vizinhança, similar, mas com maior intensidade do que o material expelido pela solda elétrica.

Outros riscos a que fica exposto o pessoal envolvido em reparos ou intervenções em sistemas elétricos, são:
  • Risco de choque elétrico devido ao toque nos condutores energizados; e
  • Gases em expansão produzidos pelo arco elétrico que podem causar:
    • A projeção de material sólido;
    • Ondas de pressão que podem tirar o equilíbrio de uma pessoa;
    • Ondas de som que podem provocar problemas de audição;
    • Luminosidade excessiva causada pelo plasma no arco elétrico que pode causar cegueira temporária ou permanente;
    • Plasma do arco elétrico (com temperaturas da ordem de 17.000 ºC) que pode causar fogo e queimaduras graves; e
    • Metal vaporizado que pode se depositar em superfícies e condensar em materiais frios.
É por isso que a NR-10 determina que empregados e empregadores devem seguir as tão faladas medidas de controle. Tais medidas consistem em uma série de coisas que abrangem desde procedimentos operacionais à equipamentos de proteção coletiva e individual.


sexta-feira, 28 de fevereiro de 2020

Curso Online - Avaliação de Risco - Risk Assessment

Curso de Avaliação de Risco
online 

Conceito / Descrição
É o processo de avaliação dos riscos para a segurança e a saúde dos trabalhadores decorrentes de perigos no local de trabalho, uma analise sistêmica do ambiente de trabalho visando ajuda lo a identificar e mensurar danos desse perigo.

Nesta curso apresentar alguns conceitos e técnicas para avaliação de risco, através de estudo de casos e  experiências adiquiridas para levantamento de perigos e riscos / aspectos e impactos ambientais.

Na etapa final disponibilizamos algumas ferramentas que podem ajudar no desenvolvimento de atividades envolvendo avaliação de risco nos locais de trabalho.

O curso é composto de 08 módulos e alguns anexos.

Em cada módulo possui uma avaliação de eficácia do curso, ao concluir todas as etapas dos módulos do curso será emitido um certificado de participação.

Link para acesso ao curso online e confirá.

https://focustreinamentosead.lmsestudio.com/site/cursos







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