Fonte : Salete Romero
Palestrante, Consultora, Especialista em Segurança no Trânsito para Empresas;
Especialista em Psicologia do Trânsito;
Colunista no Jornal da Band;
(15) 99624.4332
Fonte : Salete Romero
Palestrante, Consultora, Especialista em Segurança no Trânsito para Empresas;
Especialista em Psicologia do Trânsito;
Colunista no Jornal da Band;
(15) 99624.4332
Caros colegas,
Resolvi escrever sobre minha trajetória profissional, anseios, expectativa e desenvolvimento da minha carreira, bem como algumas dificuldades encontradas, dúvidas, apoio e ajudas dos profissionais que tinham mais experiência e conhecimento, eu em passos lentos fui ganhando espaço e domínio do assunto - Quer saber mais leia a Parte 1
Com minha mesa, computador, armário de arquivos tudo a minha disposição, hora de começar a fazer a gestão de meio ambiente, saúde e segurança do trabalho, mesmo sabendo que não havia muitas evidências anteriores.
E assim comecei abri uma pasta da gestão da CIPA, fiz todo o processo eleitoral atender o calendário anual das reuniões, sentia que já era um bom começo.
Logo apresentei a necessidade em fazer uma SIPAT junto com essa gestão da CIPA para começar a envolver a CIPA nos assuntos de suas competências e fazer com que os colaboradores comecem a identificar e compreender as atribuições dos membros da CIPA.
Com a CIPA veio também o Mapa de Risco que foi elaborado pelos membros da CIPA e fixado nos quadros dos setores da fábrica.
Lembrei dos comprovantes de entrega de EPIs e assim fui logo verificar com o almoxarifado da fábrica como era realizado a entrega, pude comprovar que faltavam algumas coisa de importante relevância, desde a comprovação sistemática e periódica da troca dos EPIs e a formatação do documento com termo de compromisso para sustentação legal:
Atendimento
a NR – Norma Regulamentadora nº 01 da Portaria 3214/78 do Ministério do
Trabalho no item
1.7
Cabe ao empregador:
a)
cumprir e fazer cumprir as disposições legais e regulamentares sobre segurança
e medicina do trabalho;
b) elaborar ordens de serviço sobre segurança e saúde no trabalho, dando ciência aos empregados por comunicados, cartazes ou meios eletrônicos;
Caros colegas,
Apresentação Inicial
Resolvi escrever sobre minha trajetória profissional, anseios, expectativa e desenvolvimento da minha carreira, bem como algumas dificuldades encontradas, dúvidas, apoio e ajudas dos profissionais que tinham mais experiência e conhecimento, eu em passos lentos fui ganhando espaço e domínio do assunto.
Lembro quando estava no curso técnico, surgiu uma vaga para auxiliar em segurança do trabalho, para uma pequena empresa metalúrgica de estruturas metálicas que nunca teve profissional da área; fiquei muito ansioso e inseguro em participar, porque ainda não confiava nas minhas convicções obtidas no curso, a primeira ajuda veio de um colega de sala de aula que já atuava na área me disse: vai firme nesta vaga tenho certeza que você conhece da área de SST melhor que qualquer colaborador da empresa, e isso serviu como encorajamento, e na entrevista durante o processo seletivo lembrei das palavras dele, e tudo ficou bem mais fácil, acabei notando que eu estava muito atualizado e a minha entrevista parecia mais um coach em consultoria que se iniciava meu aprendizado com muita vontade de atuar na área, e reconhecendo a importância do profissional de segurança do trabalho. Acreditei que ali estava nascendo um consultor em segurança do trabalho. Prevenir acidentes, incêndio, saúde ocupacional, cuidar da pessoas faz muito bem a qualquer pessoa disposta a ajudar. Oferecer consultoria a empresa, garantindo um ambiente de trabalho harmonioso nas relações capital x trabalho o atendendo as obrigações entre as partes.
Acabei realizando meu estágio obrigatório em uma empresa de grande porte "uma fundição de motores de caminhões" e atuava na parte da manhã como bombeiro industrial e na parte da tarde fazia o estágio com os TST que me orientavam na área, algo que também identifiquei na área os profissionais de segurança sempre foram muito solícitos e isto é uma característica marcante dos profissionais de SST, muito bom!!!
Todos me chamavam de BOMBETEC, achava engraçado bombeiro na parte da manhã e estagiário em segurança do trabalho na parte da tarde, tinha um uniforme de bombeiro e a tarde um avental verde que somente a área composta por 2 engenheiros e 6 técnicos de segurança, lógico cada pessoa traz consigo seus traços de personalidade e todos sempre me ajudavam conforme a necessidade, visão e tempo disponível de cada um.
Auditor Fiscal Aposentado, é consultor de Saúde e Segurança do Trabalho do
Seconci-SP
Nesses dez anos da
Norma Regulamentadora (NR) 35 – Trabalho em Altura, ocorreram muitas melhorias
e estas são atestadas pelos indicadores de acidentes e fatalidades. Os
indicadores de acidentes com quedas fatais foram reduzidos à metade desde a
implementação desta norma há dez anos. É um movimento progressivo que
esperamos, assim continue.
Revista, a
nova NR 35 foi baixada pela Portaria 4.218 do Ministério do Trabalho, de
20/12/2022 (DOU de 21/12/2022), e entrará em vigor em 3 de julho de 2023. O
objetivo principal da revisão, assim como está ocorrendo com as outras NRs, foi
harmonizar e atualizar o texto com as demais Normas Regulamentadoras, em
particular a nova NR 1 e o PGR (Programa de Gerenciamento de Riscos).
Esta revisão busca
facilitar a aplicação da NR 35 e contribuir mais com a tendência de redução de
acidentes e, além disso, também criar o Anexo III – Escadas, regulamentando a
construção e uso de escadas, para dar um padrão satisfatório na utilização das
mesmas, que causam muitos acidentes por queda com diferença de nível.
Este anexo apresenta requisitos de construção, uso e manutenção de escadas
individuais portáteis e fixas, em conformidade com as Normas Técnicas.
Muito falamos sobre acidentes de trabalho que
envolvem quedas, choques elétricos, explosões e até mesmo ondas
eletromagnéticas fortes, contudo, algo que é tão perigoso quanto esses são as
ferramentas manuais utilizadas no dia a dia dos trabalhadores.
Essas ferramentas são responsáveis por um grande
número de acidentes de trabalho, sendo assim, é imprescindível ter cuidados
específicos na hora do manuseio a fim de evitar acidentes consigo e outros
trabalhadores.
Curioso para saber quais são esses cuidados que são
necessários? Continue lendo esse texto, ficamos um pequeno compilado que
certamente irá te ajudar!
AS FERRAMENTAS MANUAIS E SEUS CUIDADOS
Primeiramente, necessitamos levantar uma discussão:
o que são estas ferramentas manuais?
Bem, listá-las certamente tomará grande parte desse
texto, sendo assim, segue o conceito geral.
Uma ferramenta manual é tudo aquilo que necessita
do esforço humano para desempenhar a atividade que ela foi criada para.
Ferramentas estão em mais locais do que você
imagina: martelos, serrotes, canetas, facas, estiletes, tesouras, chaves de
fenda, serretes, dentre outras. Certamente, algumas dessas tem mais potencial
de causar danos que outras, mas isso não exclui que cada uma delas deve ser
tratada com cuidado.
Alguns outros fatores também são fundamentais na
hora de garantir a segurança dos trabalhadores tais como conservação,
manutenção, limpeza, ordem e treinamento. Ademais existem algumas regras
básicas que devem ser sempre seguidas:
Sobre alguns desses assuntos, podemos ainda nos aprofundar
mais!
De acordo com um estudo realizado nos Estados Unidos, nos últimos oito anos triplicou o número de acidentes graves envolvendo pedestres usando celular. A maioria deles foi atropelada. Isso acontece porque o cérebro está programado a prestar 100% de atenção em apenas um acontecimento. Mexer no celular, conversar ou ouvir música em um fone de ouvido são ações que podem distrair o pedestre na rua e gerar consequências graves.

Possibilitam a elevação ou rebaixamento da tensão através desses transformadores, e possuem equipamentos de proteção e manobra capazes de detectar os diferentes tipos de falhas que ocorrem no Sistema Elétrico de Potência – SEP e de isolar os trechos onde estas falhas ocorrem. Esses equipamentos são os Disjuntores, Religadoras Automáticas, Seccionalizadoras Automáticas e Fusíveis.
As subestações são responsáveis pela distribuição da energia elétrica. Antes de chegar aos grandes centros consumidores, a eletricidade percorre o sistema de transmissão que começa nas usinas geradoras de energia elétrica e passa pelas subestações, onde será rebaixada para valores de distribuição nas classes de 5 kv, 15 kv, 25 kv ou 35 kv, de acordo com a conveniência técnica de cada Estação Transformadora de Distribuição -ETD.
Quando elevam a tensão elétrica, nas usinas geradoras, em uma Subestação denominada ETT – Estação Transformadora de Transmissão, pois os geradores fornecem em baixa tensão e devem ser elevadas para serem transmitidas. A elevação da tensão de transmissão tem por objetivo minimizar as perdas e otimizar a transmissão de energia elétrica. Este processo evita a perda excessiva de energia elétrica ao longo do percurso.




O que é arco elétrico
Todo trabalho em altura deve ser planejado e organizado previamente, e ser executado por trabalhador capacitado.
Como tratar um risco?!
1) Identifique o perigo 2) Avalie o risco 3) Estabeleça medidas preventivas e/ou corretivas.🔥 Sua empresa está regularizada com o Corpo de Bombeiros? Na Focus Consultoria em Segurança do Trabalho e Meio Ambiente em parceria com a...