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sexta-feira, 10 de maio de 2019

SEMINÁRIO CAMPANHA NACIONAL DE PREVENÇÃO DE ACIDENTES DO TRABALHO 2019




A FIESP, em parceria com a Secretaria de Inspeção do Trabalho – SIT e a Superintendência Regional do Trabalho em São Paulo – SRTb/SP, órgãos do Ministério da Economia, reuniu autoridades e especialistas para debater a Campanha Nacional de Prevenção de Acidentes do Trabalho – CANPAT 2019, lançada pelo governo federal. Seu tema é “Gestão de Riscos Ocupacionais: O Brasil contra acidentes e doenças do trabalho”.

Fiesp online

terça-feira, 15 de maio de 2018

Para que servem os diques ou bacias de contenção para produtos químicos?

PARA QUE SERVEM OS DIQUES OU BACIAS DE CONTENÇÃO PARA PRODUTOS QUÍMICOS




Empresas, armazéns, portos e aeroportos que trabalham com tanques de produtos químicos, perigosos ou não, precisam ter diversos cuidados com seu patrimônio e garantir a segurança de profissionais e do meio ambiente.

Para unir conforto, praticidade e maior estabilidade para sua empresa e seus produtos, com o passar do tempo, foram desenvolvidas novas tecnologias que resguardam seus tanques.

Criados exatamente para isso, os diques de contenção secundária tornaram-se uma das maiores estratégias de contenção e prevenção de acidentes químicos envolvendo vazamentos de produtos.

O intuito é utilizar os diques evitando que os produtos entrem em contato com o solo, prejudicando sua empresa, funcionários e o meio ambiente. Suas funções são diversas e auxiliam de inúmeras maneiras.

Por isso, elaboramos um guia informativo útil e acessível para que você entenda como eles funcionam, quais os requisitos para instalação e benefícios, uma vez que operam de maneira efetiva e segura.
Diques ou bacias de contenção – uma alternativa que resguarda seus produtos químicos e o meio ambiente

A legislação ambiental brasileira é uma das mais eficazes de todo o mundo e por um motivo sólido: com tanta diversidade de flora, fauna e solos férteis, o derramamento de produtos tóxicos causaria severas consequências para todos.

Esse motivo já é o suficiente para que haja um rígido controle tanto na formação de profissionais da área como na adoção de ferramentas que impeçam acidentes.


Os diques ou bacias criam uma proteção extra para seus tanques. Caso haja vazamento de produtos químicos, basta um controle operacional para que eles não cheguem ao sistema de drenagem urbana, rios, mares ou ao solo.

Com a manutenção adequada e profissionais preparados, os diques ou bacias se constituem em um investimento barato,  quando comparados aos transtornos e desdobramentos que evitam.

Tecnicamente existem três tipos de materiais mais utilizados para fabricação de diques ou bacias de contenção. O concreto armado durante muito tempo foi umas das únicas alternativas viáveis para construção de grandes diques de contenção, porém sua porosidade e dilatação fazem surgir fissuras e trincas prejudiciais para a eficiência do sistema, além do alto custo.
O aço trata-se de um material de alta resistência e durabilidade, porém seu alto custo inviabiliza a construção de diques ou bacias de contenção. Já os polímeros tais como o PEAD polietileno de alta densidade, vêm se mostrando uma solução viável e de ótimo custo benefício para construção de diques e bacias de contenção de pequeno, médio e grande porte.

Abaixo, elencamos alguns de seus benefícios e requisitos para que sejam instalados na sua indústria, empresa ou armazém:
Segurança da válvula: as válvulas de drenagem são extremamente seguras, prevenindo qualquer tipo de vazamento. Mesmo assim, existem medidas extras que seguram os tanques, como a utilização de cadeados ou lacres.
Material anticorrosivo: diques de contenção são construídos com materiais anticorrosivos para resistir ao ataque químico de fluidos à sua estrutura.
Manutenção regular: como o dique precisa ficar fechado para que não ocorra nenhum vazamento, ele pode acabar enchendo de água da chuva (se ficar exposto). 
Em uma situação como essa, o ideal é que um operador preparado e treinado na área de manutenção de tanques realize a drenagemcom regularidade, especialmente em épocas do ano muito chuvosas e úmidas (vale a utilização de bombas pneumáticas, por exemplo).
Obstruções: é de suma importância ficar atento às possíveis obstruções das válvulas, pois os vazamentos que podem ocorrer nelas são mais difíceis de serem reconhecidos.
Prevenção de acidentes – as estratégias mais utilizadas na luta contra o desperdício e no combate à poluição da natureza

É cada vez maior o número de empresas que adotam medidas de segurança com o intuito de prevenir acidentes químicos. O que há décadas poderia ser considerada uma despesa desnecessária, hoje é visto de outra forma, empreendedores de todo o mundo investem na segurança de seus patrimônios, funcionários e meio ambiente.

Bacias de contenção, pallets para contêiner, skimmers e diques são algumas das milhares de opções para o empresário que coloca em prática sua consciência coletiva.

O que achou desse artigo? Suas dúvidas foram esclarecidas? Quer aproveitar e saber como as indústrias pensam na proteção do meio ambiente? Então confira este artigo agora mesmo!

Fonte: Ambflex


quarta-feira, 31 de janeiro de 2018

É necessária licença ambiental e autorização da ANP para instalações de abastecimento de combustível em empresas?

Se a instalação for aérea e possuir capacidade de armazenamento igual ou inferior a 15m³, não é necessário o licenciamento ambiental, conforme prevê a Resolução CONAMA 273/00:

Art. 1º (…) §4º Para efeito desta Resolução, ficam dispensadas do licenciamento as instalações aéreas com capacidade total de armazenagem de até 15 m³, inclusive, destinadas exclusivamente ao abastecimento do detentor das instalações, devendo ser construídas de acordo com as normas técnicas brasileiras em vigor, ou na ausência delas, normas internacionalmente aceitas.

Logo, o licenciamento ambiental é obrigatório para qualquer instalação subterrânea e para instalações aéreas com capacidade total superior a 15m³.

É preciso verificar também se o somatório do volume das instalações obrigará a obtenção de autorização da ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis).
A Resolução ANP 12/07, que regulamenta a operação e desativação das instalações de pontos de abastecimento[1], determina que:

Art. 3º O funcionamento da instalação do Ponto de Abastecimento depende de autorização de operação na ANP, a ser efetivada mediante o preenchimento e aprovação pela ANP da Ficha Cadastral de instalação de Ponto de Abastecimento disponibilizada no endereço eletrônico www.anp.gov.br.

domingo, 17 de dezembro de 2017

Acordo de Cooperação Técnica cria banco de dados online que aumenta segurança no transporte de produtos perigosos no Porto de Santos – Abiquim


Química e Derivados, A partir da esq.: Borlenghi (Suatrans), Oliva (Codesp), Umbuzeiro Filho (ABTRA), Figueiredo (Abiquim) e o secretário Libório
A partir da esq.: Borlenghi (Suatrans), Oliva (Codesp), Umbuzeiro Filho (ABTRA), Figueiredo (Abiquim) e o secretário Libório


Parceria assinada pela Abiquim, ABTRA, Codesp e Suatrans Emergência permite o compartilhamento de informações para um banco de dados online que poderá ser usado em sinistros com insumos químicos
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Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim), a Associação Brasileira de Terminais e Recintos Alfandegados (ABTRA), a empresa Suatrans Emergência e a Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp) assinaram, no dia 21 de agosto, Acordo de Cooperação Técnica.

Química e Derivados, João Paulo Papa quer acordos semelhantes em todos os portos
João Paulo Papa quer acordos semelhantes em todos os portos
A cerimônia, realizada na sede da Codesp, em Santos-SP, contou com a presença do deputado federal e presidente da Frente Parlamentar da Química (FPQuímica) João Paulo Papa (PSDB-SP), que foi prefeito da cidade de 2005 a 2012 e tem apoiado ações mais seguras e eficientes nesse porto; e do atual secretário de Meio Ambiente do município, Marcos Libório. O acordo foi celebrado pelo presidente-executivo da Abiquim, Fernando Figueiredo; pelo diretor-presidente da Codesp, José Alex Oliva; pelo presidente do Conselho de Administração da ABTRA, Bayard Freitas Umbuzeiro Filho; e pelo diretor-presidente da Suatrans Emergência, Giuliano Borlenghi.

segunda-feira, 24 de abril de 2017

NR 20 - LÍQUIDOS COMBUSTÍVEIS E INFLAMÁVEIS







NR 20 - LÍQUIDOS COMBUSTÍVEIS E INFLAMÁVEIS



Esta Norma Regulamentadora estabelece requisitos mínimos para a gestão da segurança e saúde no trabalho contra os fatores de risco de acidentes provenientes das atividades de extração, produção, armazenamento, transferência, manuseio e manipulação de inflamáveis e líquidos combustíveis.

SEU POSTO DE GASOLINA ESTÁ PREPARADO ?
Resultado de imagem para bomba de gasolina

IMPORTÂNCIA DA NR 20

NR 20 é um importante instrumento de gestão, possibilitando um melhor controle de custos e uma organização detalhada de documentos, práticas e processos exigidos pelos órgãos fiscalizadores, evitando o pagamento de multas e outras autuações. Além disso, as mudanças na NR 20 tornam o ambiente de trabalho mais seguro contra acidentes e outros danos.

terça-feira, 28 de fevereiro de 2017

Sistema Harmonizado Globalmente para a Classificação e Rotulagem de Produtos Químicos



O que é o GHS - Globally Harmonized System ? 

GHS é o acrônimo para The Globally Harmonized System of Classification and Labelling of Chemicals - Sistema Harmonizado Globalmente para a Classificação e Rotulagem de Produtos Químicos. Trata-se de uma abordagem lógica e abrangente para:

• Definição dos perigos dos produtos químicos;

• Criação de processos de classificação que usem os dados disponíveis sobre os produtos químicos que são comparados a critérios de perigo já definidos, e

• A comunicação da informação de perigo em rótulos e FISPQ (Fichas de Informação de Segurança para Produtos Químicos).

Muitos países, órgãos e agências reguladoras já têm sistemas implantados para cumprir todos ou alguns dos objetivos estabelecidos pelo GHS. Esses sistemas, no entanto, nem sempre são compatíveis, o que obriga as empresas a manter vários esquemas para atender as exigências de diferentes agências reguladoras nos EUA (CPSC, DOT, EPA, OSHA, etc) e dos países para os quais exportam. 

O GHS não é uma regulamentação. As instruções apresentadas fornecem um mecanismo para atender à exigência básica de qualquer sistema de comunicação de perigos, que é decidir se o produto químico fabricado ou fornecido é perigoso e preparar um rótulo e/ou uma FISPQ apropriada.

Sua empresa está regularizada com o Corpo de Bombeiros?

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