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sexta-feira, 10 de maio de 2019

SEMINÁRIO CAMPANHA NACIONAL DE PREVENÇÃO DE ACIDENTES DO TRABALHO 2019




A FIESP, em parceria com a Secretaria de Inspeção do Trabalho – SIT e a Superintendência Regional do Trabalho em São Paulo – SRTb/SP, órgãos do Ministério da Economia, reuniu autoridades e especialistas para debater a Campanha Nacional de Prevenção de Acidentes do Trabalho – CANPAT 2019, lançada pelo governo federal. Seu tema é “Gestão de Riscos Ocupacionais: O Brasil contra acidentes e doenças do trabalho”.

Fiesp online

quarta-feira, 3 de abril de 2019

O que é PPRA



A sigla “PPRA” significa Programa de Prevenção de Riscos Ambientais.

O PPRA é o Programa de Prevenção de Riscos Ambientais, previsto pela Norma Regulamentadora 9 (NR 9). Esta Norma Regulamentadora tem como objetivo: 

“9.1.1 Esta Norma Regulamentadora – NR estabelece a obrigatoriedade da elaboração e implementação, por parte de todos os empregadores e instituições que admitam trabalhadores como empregados, do Programa de Prevenção de Riscos Ambientais – PPRA, visando à preservação da saúde e da integridade dos trabalhadores, através da antecipação, reconhecimento, avaliação e consequente controle da ocorrência de riscos ambientais existentes ou que venham a existir no ambiente de trabalho, tendo em consideração a proteção do meio ambiente e dos recursos naturais.” 

O PPRA consiste na tomada de ações para promover a segurança, saúde e integridade das pessoas que trabalham em ambientes com a existência de riscos ambientais e no quais seja possível prever que haverão estes riscos. 

Consideram-se riscos ambientais, para os efeitos da NR 9: 

· Riscos Físicos, tais como radiações ionizantes e não ionizantes, o ultrassom e infrassom, as altas ou baixas temperaturas, o quase sempre presente ruído, as vibrações e as pressões anormais; 

· Riscos Químicos, tais como gases e poeiras diversos e; 

· Riscos Biológicos, tais como os vírus e bactérias, fungos, bacilos, parasitas, dentre outros. 

Riscos físicos, químicos e biológicos são considerados como riscos ambientais pela NR 9 
  • Desta forma, o programa não engloba risco de acidentes ou riscos ergonômicos.

quinta-feira, 5 de abril de 2018

Segurança e Saúde de Trabalho no eSocial



A Professora Zenaide Carvalho é Contadora e Administradora. Com 37 anos de experiência, ministra treinamentos e palestras na área trabalhista e previdenciária para empresas e grandes órgãos do governo, como STJ, STF, TRE e TRT. Também é empresária, mentora, e coordena um MBA em Legislação Trabalhista e Direito Previdenciário, tendo sido considerada uma das contadoras mais influentes da internet pela ContábilNews, em 2017, e em 2018 pela LegisWeb. É autora de livros, dentre eles, o “eSocial nas empresas e escritórios contábeis - Guia Prático para implantação” - (Editora Lura, 2ª ed. 2018) e é considerada uma das maiores especialistas no assunto. É Diretora da Nith Treinamentos, empresa especializada em treinamentos online para as áreas trabalhista e previdenciária. 
➤ Blog da Zê: http://zenaide.com.br/ 
➤ Formação Especialista em eSocial: https://goo.gl/pwNXkc 
➤ Demais Cursos: http://www.nithtreinamentos.com.br/ Redes Sociais: 



quarta-feira, 14 de março de 2018

Urgente: Foi publicada a ISO 45001


A ISO 45001: 2018 , Sistemas de gestão de segurança e saúde ocupacional, fornece um conjunto robusto e efetivo de processos para melhorar a segurança do trabalho nas cadeias de suprimentos globais. Projetado para ajudar organizações de todos os tamanhos e indústrias, espera-se que o novo Padrão Internacional reduza lesões e doenças no local de trabalho em todo o mundo.

Principais Objetivos

De acordo com cálculos de 2017 da Organização Internacional do Trabalho (OIT), 2,78 milhões de acidentes mortais ocorrem no trabalho anualmente. Isso significa que, todos os dias, quase 7.700 pessoas morrem de doenças ou acidentes relacionados ao trabalho. Além disso, há cerca de 374 milhões de acidentes e doenças não fatais relacionadas ao trabalho a cada ano, muitas delas resultando em ausências prolongadas do trabalho.

quarta-feira, 15 de março de 2017

ATUALIZAÇÃO | ATRASO NA ISO / DIS 45001

25/05/2016

ISO 45001, SSOCamila Abrahão

O primeiro DIS (Draft International Standard) para a ISO 45001, norma de Saúde e Segurança Ocupacional, não obteve os votos necessários para a sua aprovação durante as reuniões que foram feitas pelo Comitê da ISO, entre os meses de fevereiro e maio deste ano.


Além disso, o documento gerou cerca de 3.000 comentários de diferentes membros. É a razão pela qual a atenção agora está voltada para a próxima reunião do Comitê Técnico (ISO/PC 283). A próxima reunião será realizada em junho, em Toronto.

ISO 45001 - Última atualização sobre a ISO 45001 – Fevereiro de 2017

Após a última reunião do comeitê da ISO 45001, que aconteceu na semana de 6 de Fevereiro, podemos atualiza-los sobre a nova norma internacional para Saúde e Segurança Ocupacional (SSA).

Um segundo Draft Internation Standard (DIS2) tem publicação esperada para Abril deste ano; a partir de quando se iniciará um período de 4 meses para permitir traduções e votação sobre ele. O DIS2 estará disponível para revisão gratuita (cláusula a cláusula) no Sistema de Revisão de Drafts do BSI, e para compras (como texto completo) no BSI Shop.
Os resultados da votação deve ser conhecidos ao final de Julho, com seus resultados sendo revisados em Setembro de 2017.
Se a DIS2 for aprovada e um Rascunho Final da Norma Internacional (FDIS) não for necessária, a publicação da norma poderá ocorrer mais cedo, em Novembro de 2017.
Porém, se o FDIS for necessário, é mais provável que a publicação ocorra apenas no 1º Trimestre de 2018.
Neste momento é provável que a OHSAS 18001 seja retirada e que as organizações atualmente certificadas nesta norma tenham um período de três anos para migrar para a ISO 45001.
O BSI continuará atualizando seus clientes sobre o desenvolvimento desta norma, com materiais de suporte e treinamentos necessários para apoiar a transição.

Fonte : BSI

ISO 45001, a nova norma em Segurança e Saúde no Trabalho

Tem sido notícia nos últimos dias que o Organismo Internacional de Normalização (ISO) criou um Project Committee constituído por uma equipa de especialistas dedicados à Segurança e Saúde no Trabalho (SST) para o desenvolvimento de uma nova norma, a ISO 45001 – Occupational health and safety management systems – Requirements with guidance for use – que virá a substituir as atuais OSHAS 18001 e que se perspetiva vir a ajudar as organizações a melhorar seu desempenho nesta área e, naturalmente, reduzir o número de incidentes, acidentes e consequentemente salvar vidas.

Aprovada norma ISO 45001: Sistemas de Gestão da Segurança e Saúde no Trabalho – Requisitos

ABHO

A Organização Internacional de Normalização (ISO) anunciou, em 11 de junho, que o segundo projeto da norma ISO 45001: Sistemas de Gestão da Segurança e Saúde no Trabalho – Requisitos, foi aprovado pelos membros que participaram no seu desenvolvimento. A ISO 45001 é uma norma internacional destinada a ajudar as organizações a melhorar o seu desempenho em Segurança e Saúde no Trabalho. De acordo com a organização internacional, o padrão foi projetado para ser integrado em sistemas de gestão existentes e irá complementar aspectos relacionados à segurança, saúde e bem-estar dos trabalhadores.

O projeto anterior da norma não conseguiu alcançar a necessária aprovação de 75% dos países que participam no ISO / PC 283, a comissão responsável pelo desenvolvimento do padrão normativo.

A ISO 45001 será uma norma técnica a ser utilizada para a certificação por terceiros nos aspectos pertinentes. Prevê-se que a ISO 45001 irá substituir a OHSAS 18001: 2007.

A norma está prevista para ser publicada no quarto trimestre de 2016.


(*) Fonte: American Industrial Hygiene Association (Web: Home > Publications & Resources > The Synergist > Industry News > ISO: Second Draft of OHS Management Systems Standard Approved ), 17 de junho de 2015.

terça-feira, 7 de março de 2017

Escavações - Confira as regras para minimizar os riscos de desabamentos e soterramentos nesse tipo de serviço

Reportagem: Juliana Martins

Para realizar escavações em terrenos, a área de trabalho deve ser previamente limpa. Isso significa que é necessário providenciar a retirada ou o escoramento de árvores, rochas, equipamentos, materiais e outros objetos sempre que houver risco de comprometimento da estabilidade.
Além disso, o conhecimento do solo do local é muito importante, pois a maior parte dos acidentes ocorre por movimentos acidentais que resultam em desabamentos. Assim, a presença de um engenheiro especializado em geo tecnia é fundamental para a segurança do processo.
Segundo a Norma Regulamentadora das Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção Civil (NR-18), é preciso examinar as propriedades vizinhas ao terreno antes do início das escavações. Esse procedimento serve para verificar a necessidade de tomar medidas preventivas, evitando inclusive que ocorram fissuras nas edificações da vizinhança. Caso seja verificada a presença de cabos elétricos subterrâneos, é obrigatório desligá-los. Para tanto, a concessionária local deve ser procurada antes do início de qualquer escavação.

Se houver risco de vazamento de gás, o local deve ser constantemente monitorado e ventilado. Além disso, deve existir alarme sonoro e visual, alertando para a presença de encanamento de gás.
REQUISITOS DE SEGURANÇA PARA ESCAVAÇÕES
Esta seção apresenta detalhes da Norma Regulamentadora nº 18 - Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção Civil (NR-18), que estabelece critérios mínimos de segurança e conforto para as instalações e serviços de canteiro

Apoio Técnico: José Carlos de Arruda Sampaio

terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

Ferramentas para análise e gerenciamento de riscos. PARTE 1

Nesta semana resolvemos falar um pouco sobre algumas ferramentas para análise e gerenciamento de riscos.

Objetivos : Conhecer as principais técnicas para análise de riscos. Compreender a inserção das técnicas de análise de riscos no processo de gerenciamento de riscos.

Vamos abordar algumas delas

Técnicas de identificação de perigos

What-If / E se... (WI)

What-If / Checklist (WIC)

Técnicas de Análise
APR - Análise Preliminar de Riscos e APP Análise Preliminar de Perigos

Análise de modos de falhas e efeitos – FMEA

Análise da operabilidade de perigos (HAZOP)



Vamos lá, começaremos falar  sobre WHAT IF - E SE (WI)

Trata-se de uma técnica de análise qualitativa e geral, de simples aplicação, cuja utilidade é possibilitar uma primeira abordagem para identificação de riscos. Pode ser utilizada no projeto, na fase pré-operacional ou na produção, não sendo limitada às empresas de processo. O WI tem como objetivo: 
• Identificar, através dos fluxogramas disponíveis, os perigos presentes nas instalações, em projetos ou estruturas existentes. 
• Identificar problemas operacionais. 
• Relacionar as diferentes ações de melhorias complementares que permitem obter um nível de segurança aceitável. 
• Pesquisar com profundidade possíveis desvios.

Ferramentas para análise e gerenciamento de riscos. PARTE 2

What-If / Checklist (WIC) 




Resulta da união do brainstorming gerado pela técnica What-If com a sistematização do checklist, trazendo como resultado um detalhamento maior da análise e uma visão mais global do sistema.


Checklists e roteiros 

A utilização de roteiros visa à confirmação da conformidade entre as atividades desenvolvidas e os procedimentos operacionais padronizados, buscando-se, em caso de inconformidades, a identificação dos riscos associados aos processos. 
Através desta técnica, diversos aspectos do sistema são analisados comparando-os com uma listagem pré-estabelecida de itens, criada com base em processos similares. 
Procura-se, com isso, identificar e documentar as possíveis deficiências do sistema. 
Por maior que seja a extensão e precisão desses questionários e roteiros, sempre há a possibilidade da omissão de relevantes situações de risco. 
Visando a minimização dessas ocorrências, deve haver uma adaptação dos instrumentos às características específicas e particularidades da organização. 

Exemplo de checklist A seguir, será apresentada, com base em De Cicco e Fantazzini (2003), um exemplo sobre proteção contra incêndios em uma unidade industrial.

• Se o edifício tem paredes fechadas, com difícil acesso e se a construção ou suas instalações abrigam materiais combustíveis, foram instalados “sprinklers” automáticos?

Ferramentas para análise e gerenciamento de riscos. PARTE 3

APR - Analise Preliminar de Riscos e APP Análise Preliminar de Perigos



Objetivos : Conhecer as principais técnicas para análise de riscos. Compreender a inserção das técnicas de análise de riscos no processo de gerenciamento de riscos.



Análise Preliminar de Riscos (APR) Análise Preliminar de Riscos (APR), Análise Preliminar de Perigos (APP) ou Preliminary Hazard Analysis (PHA), consiste na primeira abordagem sobre a análise do objeto de estudo.
Seu foco de atuação está na antecipação, durante a fase de criação ou desenvolvimento de um novo sistema, visando a determinação dos possíveis riscos presentes na fase operacional.
É uma análise do tipo qualitativa de especial importância na investigação de sistemas inovadores e/ou pouco conhecidos, ou seja, quando a experiência em riscos na sua operação é carente ou deficiente.
Pode ser aplicada em unidades já em operação, permitindo, nesse caso, a realização de uma revisão dos aspectos de segurança existentes.
A melhor forma de controle das medidas recomendadas pela APR é através de uma lista de verificação.
Atua sobre os possíveis eventos perigosos ou indesejáveis capazes de gerar perdas na fase de execução do projeto.
Com base em uma APR, obtêm-se uma listagem de riscos com medidas de controle a serem adotadas. Permite ainda estabelecer responsabilidades no controle de risco, indicando sua relevância na gestão de riscos. Visa à identificação e avaliação preliminar dos riscos presentes em uma instalação ou unidade.
Para cada risco analisado, busca-se determinar: 
• Os eventos acidentais a ele associados. 
• As consequências da ocorrência desses eventos.
• As causas básicas e os eventos intermediários. 
• Os modos de prevenção das causas básicas e eventos intermediários. 
• Os modos de proteção e controle, dada a ocorrência das causas básicas e eventos intermediários.
Em seguida, procede-se uma estimativa qualitativa preliminar do risco associado a cada sequência de eventos, a partir da estimativa da frequência e da severidade da sua ocorrência. 
As etapas básicas da APR são: 
• Rever problemas conhecidos. 
• Revisar a experiência passada em sistemas similares ou análogos, para determinação de riscos que poderão estar presentes no sistema que está sendo desenvolvido. 
• Revisar a missão. 
• Atentar para os objetivos, as exigências de desempenho, as principais funções e procedimentos, os ambientes onde se darão as operações. 
• Determinar os riscos principais.
• Quais serão os riscos principais com potencialidade para causar direta e imediatamente lesões, perda de função, danos a equipamentos, perda de material.

Ferrramentas para análise e gerenciamento de riscos. PARTE 4

FMEA - A Análise de Modos de Falha e Efeitos ou Failure Mode and Efect Analysis (FMEA) é uma ferramenta que busca evitar, por meio da análise das falhas potenciais e propostas de ações de melhoria, que ocorram falhas no projeto do produto ou do processo. Logo, o objetivo é detectar falhas antes que o produto seja produzido.
A FMEA é realizada por meio de uma minuciosa análise quantitativa ou qualitativa do sistema, de seus elementos que identifica as possibilidades de falha de um equipamento ou sistema, assim como os futuros efeitos para o sistema, para o meio ambiente e para o próprio componente. 

Também é possível estimar as taxas de falha, visando a implementação de mudanças e alternativas para o aumento da confiabilidade do sistema.

As técnicas de análise, como a FMEA ou de qualquer outra, pressupõe conhecimento do sistema, assim como a compreensão da função e objetivos do mesmo. 

Ferramentas para análise e gerenciamento de riscos. PARTE 5

Análise da operabilidade de perigos (HAZOP) 

O estudo de identificação de perigos e operabilidade, conhecido comoHAZOP (Hazard and Operability Studies), é uma técnica de análise qualitativa desenvolvida para examinar as linhas de processo, identificando perigos e prevenindo problemas.

A metodologia é aplicada também para equipamentos do processo e sistemas. 

O método HAZOP é principalmente indicado para a implantação de novos processos na fase de projeto ou nas modificações de processos já existentes sendo conveniente para projetos e modificações tanto grandes quanto pequenas. 

A situação ideal para a aplicação da técnica HAZOP é anterior ao detalhamento e construção do projeto, visando evitar futuras modificações, quer no detalhamento ou nas instalações. 
Muitas vezes, os acidentes ocorrem porque os efeitos secundários de pequenos detalhes ou modificações são subestimados. 
Isso porque, à primeira vista, parece insignificante e impossível identificar a existência de efeitos secundários graves e difíceis de prever, antes de uma análise completa.
A condição de trabalho em equipe da técnica HAZOP exige que pessoas em diferentes funções trabalhem em conjunto, estimulando a criatividade, evitando os esquecimentos e facilitando a compreensão dos problemas das diferentes áreas e interfaces do sistema. Uma pessoa competente, trabalhando sozinha, frequentemente está sujeita a erros por desconhecer os aspectos alheios a sua área de trabalho. Assim, o desenvolvimento do HAZOP alia a experiência e competência individuais às vantagens do trabalho em equipe. 

A análise HAZOP é realizada através de palavras-chaves que guiam o raciocínio dos grupos de estudo multidisciplinares, fixando a atenção nos perigos mais significativos para o sistema. 

As palavras-chaves ou palavras-guias são aplicadas às variáveis identificadas no processo tais como pressão, temperatura, fluxo, composição, nível, entre outros, gerando os desvios, que nada mais são do que os perigos a serem examinados. 

A técnica HAZOP permite que as pessoas liberem sua imaginação, pensando em todos os modos pelos quais um evento indesejado ou problema operacional possa ocorrer. Para evitar que algum detalhe seja omitido, a reflexão deve ser executada de maneira sistemática, analisando cada circuito, linha por linha, para cada tipo de desvio passível de ocorrer nos parâmetros de funcionamento. 

Para cada linha analisada é aplicada a série de palavras-guias, identificando os desvios que podem ocorrer caso a condição proposta pela palavra-guia ocorra. Identificadas as palavras-guias e os desvios respectivos, pode-se partir para a elaboração das alternativas cabíveis para que o problema não ocorra, ou seja, mínimo. 

Convém, no entanto, analisar as alternativas quanto a seu custo e operacionalidade. 

O HAZOP pode ser aplicado tanto a processos contínuos cujo requisito essencial é o fluxograma e a processos descontínuos em que o requisito consiste na descrição apropriada do procedimento. 

Para que não haja prejuízo à produtividade, sugere-se que o número de componentes não seja maior que sete.


Exemplo de aplicação da metodologia HAZOP


domingo, 5 de fevereiro de 2017

O levantamento de perigos e riscos é peça fundamental na prevenção de acidentes

São requisitos baseados nas exigências da OHSAS 18001.

Se sua empresa já segue os conceitos desta norma, possivelmente já fez o levantamento de perigos e riscos, mas se ainda não tem, segue algumas dicas:

Conhecer as definições de Risco e Perigo
Definição:

Perigo = “uma condição ou um conjunto de circunstâncias que têm o potencial de causar ou contribuir para uma lesão ou morte” (Sanders e McCormick, 1993, p. 675)
Risco = “é a probabilidade ou chance de lesão ou morte” (Sanders e McCormick, 1993, p. 675).

Simplificando: Risco é a interação entre o perigo e o ser humano (quando se fala de Segurança do Trabalho)
o    Definindo Percepção de Risco
“É o ato de tomar contato com um perigo por meio dos sentidos (audição, tato, visão, olfato, paladar) e avaliar a possibilidade de adoecer ou acidentar-se em decorrência da exposição a ele.”

Como identificar os perigos, avaliar os riscos e definir as medidas de controle.

A fase inicial é preciso conhecer o processo produtivo, identificar todas as etapas de uma atividade, e levantar todos os perigos envolvidos na área fabril e que podem representar algum risco a saúde e segurança dos trabalhadores ou terceiros presentes nas áreas de trabalho. 

Aprovada norma ISO 45001: Sistemas de Gestão da Segurança e Saúde no Trabalho – Requisitos

ABHO

A Organização Internacional de Normalização (ISO) anunciou, em 11 de junho, que o segundo projeto da norma ISO 45001: Sistemas de Gestão da Segurança e Saúde no Trabalho – Requisitos, foi aprovado pelos membros que participaram no seu desenvolvimento. A ISO 45001 é uma norma internacional destinada a ajudar as organizações a melhorar o seu desempenho em Segurança e Saúde no Trabalho. De acordo com a organização internacional, o padrão foi projetado para ser integrado em sistemas de gestão existentes e irá complementar aspectos relacionados à segurança, saúde e bem-estar dos trabalhadores.

O projeto anterior da norma não conseguiu alcançar a necessária aprovação de 75% dos países que participam no ISO / PC 283, a comissão responsável pelo desenvolvimento do padrão normativo.

A ISO 45001 será uma norma técnica a ser utilizada para a certificação por terceiros nos aspectos pertinentes. Prevê-se que a ISO 45001 irá substituir a OHSAS 18001: 2007.

A norma está prevista para ser publicada no quarto trimestre de 2016.

(*) Fonte: American Industrial Hygiene Association (Web: Home > Publications & Resources > The Synergist > Industry News > ISO: Second Draft of OHS Management Systems Standard Approved ), 17 de junho de 2015.

ISO 45001, a nova norma em Segurança e Saúde no Trabalho

Tem sido notícia nos últimos dias que o Organismo Internacional de Normalização (ISO) criou um Project Committee constituído por uma equipa de especialistas dedicados à Segurança e Saúde no Trabalho (SST) para o desenvolvimento de uma nova norma, a ISO 45001 – Occupational health and safety management systems – Requirements with guidance for use – que virá a substituir as atuais OSHAS 18001 e que se perspetiva vir a ajudar as organizações a melhorar seu desempenho nesta área e, naturalmente, reduzir o número de incidentes, acidentes e consequentemente salvar vidas.

A ISO 45001, cuja edição está prevista para setembro de 2016, irá seguir a base comum a outras normas associadas a sistemas de gestão, como é o caso da ISO 14001 (ambiente) e da ISO 9001 (sistemas de gestão da qualidade). Para além disso, terá em conta outras normas internacionais nesta área, nomeadamente, e como já havíamos referido, as OHSAS 18001, assim como as diretrizes ILO-OSH da Organização Internacional do Trabalho,várias normas nacionais e internacionais e as convenções da Organização Internacional do Trabalho (OIT).

Esta norma será aplicável a qualquer organização, independentemente do tamanho ou tipo de atividade e pode ser integrada noutros programas de segurança e saúde no local de trabalho relacionados com o bem estar dos trabalhadores.



sábado, 4 de fevereiro de 2017

Segurança do Trabalho como modelo de Gestão Empresarial

Nesses mais de 20 anos de experiência dentro de ambientes empresariais e principalmente em chão de fábrica tenho visto várias transformações, várias linhas de pensamento, várias “reengenharias”. Todas essas tendências, idéias e conceitos, sempre foram úteis para elevar os patamares de excelência das empresas, mas essas transitaram por caminhos mais ou menos tortuosos, mais ou menos acidentados, mais ou menos profundos e sombrios, mas de qualquer forma contribuíram para o conhecimento empresarial ou pessoal dos que participaram dessas transformações.


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