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sexta-feira, 2 de maio de 2025

MAIO AMARELO 2025 - Direção Defensiva


Contribuição para campanha sobre prevenção de acidentes de trânsito com equipe, amigos e familiares.

Fonte : Salete Romero

Palestrante, Consultora, Especialista em Segurança no Trânsito para Empresas;

Especialista em Psicologia do Trânsito;

Colunista no Jornal da Band;

(15) 99624.4332

Amaxofobia - Medo excessivo e irracional de dirigir.

 
Dr. Dirceu Rodrigues Alves.


Interessante, uma coisa que era brinquedo na infância onde se fazia coisas mirabolantes com o carrinho, velocípede, patins, carrinho de rolimã e repentinamente, na vida adulta, transformar-se num objeto de total rejeição, medo e muitas vezes de pavor. 

A sensação de medo é consequente a liberação de determinados hormônios no organismo, principalmente adrenalina e noradrenalina, mas outros hormônios são liberados e causam imediata aceleração cardíaca. Na verdade, é a maneira do organismo responder a uma estimulação contrária, física ou mental com objetivo de fazer o indivíduo partir para luta ou fuga. 

O medo sempre existe quando começamos a aprender a dirigir. Ele persiste durante algum tempo após tirarmos a CNH e vai desaparecendo à medida que a experiência se torna presente. Esse medo inicial é porque já não temos o instrutor ao lado o que faz aumentar a preocupação com o trânsito e a possibilidade de sinistros. 

Mas por incrível que possa parecer, 6% da população Brasileira, isto é, 12,9 milhões de brasileiros são portadores desse medo de grau maior ou menor que, cientificamente é chamado de amaxofobia. 

Isso é caracterizado como medo excessivo e irracional de dirigir ou mesmo estar dentro de um veículo, o que é bem semelhante ao transtorno de ansiedade. O pensamento está voltado para os riscos de um sinistro, levando ao estresse e, muitas vezes, ao pânico. Esse estresse é a perda da capacidade de adaptação à situação vivida naquele momento e o indivíduo descompensa. 

Alguns portadores do medo excessivo têm histórico de traumas, sinistros, experiências negativas, medo de perder a direção, atropelar alguém, bater o veículo, matar ou morrer. Múltiplas outras causas, como pânico com os congestionamentos, medo de estar sendo observado, críticas de acompanhantes são outros fatores capazes de levar o indivíduo a ficar preocupado e temeroso com a direção veicular. 

Esse medo é sempre desproporcional a situação vivida e pode surgir com informações e visuais da mídia em geral, como no noticiário de televisão, que é assustador. 

Dirigir para 94% da população portadora da Carteira Nacional de Habilitação sempre é prazeroso. Mas para o portador de amaxofobia, torna-se sofrimento. 

Os sintomas mais comuns desse estranho medo são: 
  • Boca seca; 
  • Transpiração; 
  • Tensão muscular; 
  • Batimentos cardíacos alterados; 
  • Dor no peito;
  • Dores de cabeça; 
  • Agitação;
  • Formigamento; 
  • Vertigens;
  • Tremores; 
  • Falta de ar;
  • Suor nas mãos; 
  • Outros. 

Quando isso está presente, é necessário buscar tratamento que é feito pelo psicólogo e, algumas vezes, há necessidade de acompanhamento psiquiátrico. 

Seria interessante o diálogo, troca de experiências relacionadas à amaxofobia com grupos portadores do quadro. Na realidade, com uma troca de informações, experiências vividas vemos a recuperação de múltiplos portadores que se encontravam no grau leve ou mesmo moderado da fobia. Estimamos que 80% saem do quadro e partem para direção veicular seguros e sem aqueles sinais e sintomas que por várias vezes o levaram ao pânico. Sempre há indicação para uma avaliação e conduta do psicólogo e raramente do psiquiatra. 

O equilíbrio, pensamento positivo, a vontade de querer superar certamente farão do motorista um indivíduo seguro, responsável, seguidor das regras de trânsito e consequentemente sem transgressões, sinistros ou medo. 

 Dr. Dirceu Rodrigues Alves.

domingo, 28 de julho de 2024

Piracicaba terá Festa Aviatória com voo gratuito de balão a 30 metros de altura

  


Piracicaba celebra seus 257 anos em 1º de agosto, e a programação de comemoração de aniversário começa neste final de semana. O Aeroporto Municipal Pedro Morganti receberá a Festa Aviatória, com entrada gratuita.


No evento, haverá voos de balão, paraquedismo, acrobacias aéreas, exposição de aeronaves, campeonato de aeromodelismo, praça de alimentação, apresentação de DJs e espaço kids.

Ainda no evento haverá dois balões, realizando voos ancorados de até 30 metros de altura, gratuitamente. A programação também incluirá uma das etapas do Campeonato do Interior de Aeromodelismo. As atividades ocorrerão das 9h às 17h.


O evento ainda vai contar com equipes profissionais de instrutores e atletas que farão manobras radicais no ar com cerca de 120 saltos individuais de demonstração, a cada dia de evento.

Acrobacias aéreas e exposição de aeronaves

Segundo a organização, no evento haverá três aviões fazendo acrobacias aéreas com fumaça durante os dois dias. Após os voos, as aeronaves permanecerão na área de exposição. Haverá também dois ultraleves, realizando dois voos por dia, e um planador que realizará um voo a cada dia puxado pelo rebocador.

Após as demonstrações, as aeronaves também permanecem na área de exposição, e no caso dos ultraleves, um piloto especializado explicará toda a mecânica e funcionamento das aeronaves.

Na área de exposição, haverá também dez aeromodelistas e suas miniaturas, explicando sobre a modalidade e seus equipamentos, além da realização de dois voos diários de demonstração por cada aeromodelista.

Campeonato de aeromodelismo

Pela 14ª vez, Piracicaba sediará uma das etapas do Cipa (Campeonato do Interior de Aeromodelismo). Os competidores realizarão as provas da quarta etapa do campeonato nas categorias FAI F2B, Mini-FAI, intermediário e iniciante.

O Cipa terá participantes do estado e do Brasil realizando VCC (Voos Circulares Controlados), em que o aeromodelo faz os voos preso por cabos ao competidor. A etapa será realizada durante os dois dias da Festa Aviatória, na pista do aeroporto.

Festa Aviatória 2024

  • Quando: dias 27/07 (sábado) e 28/07 (domingo), das 9h às 17h
  • Onde: Aeroporto Municipal Comendador Pedro Morganti que fica na Avenida Comendador Pedro Morganti, s/n.
Fonte: Cidadeon

terça-feira, 30 de janeiro de 2024

Contando minha trajetória - Técnico de Segurança do Trabalho - Parte 5

  Caros colegas,



Continuando sobre inicio da carreira TST - Técnico de Segurança do Trabalho

Resolvi escrever sobre minha trajetória profissional, anseios, expectativa e desenvolvimento da minha carreira, bem como algumas dificuldades encontradas, dúvidas, apoio e ajudas dos profissionais que tinham mais experiência e conhecimento, eu em passos lentos fui ganhando espaço e domínio do assunto - Quer saber mais leia a Parte 1, 2, 3, 4 e 5.


Uma reflexão: Quem pretende ensinar precisa estar disposto a aprender.
Meus primeiros treinamentos eram sobre Integração de novos colaborares, falar sobre riscos e os procedimentos internos de SST  da empresa, entrega de EPIs e apresentar os colaboradores nos diversos setores e departamentos da fábrica; eu que estava iniciando era um bom começo...e ai surge a vocação e o desenvolvimento de um instrutor de treinamentos.

Público alvo em treinamentos
Uma realidade da área de SST é a necessidade em estar sempre a frente de colaboradores da empresa em todos os níveis hierárquicos, sentia muita facilidade em realizar treinamentos dos colaboradores, tinha domínio do público e aos poucos fui observando que em algumas áreas da fábrica exigiam mais e outras menos. Por exemplo: os profissionais de manutenção normalmente com conhecimento e formação técnica em elétrica ou mecânica com muita experiência em fábrica faziam perguntas mais técnicas e isso trouxe  maturidade e troca de conhecimento, que contribuiu muito no meu desenvolvimento, aprendi a ter "jogo de cintura" ter flexibilidade no modo de pensar e agir em novas situações.
Aprendi utilizar e compartilhar o conhecimento individual dentro do grupo de forma dinâmica e participativa valorizando os participantes e enriquecendo o treinamento 
Quando envolvia treinamentos com participação de nível gerencial, reconheço que precisava usar termos e linguagem mais refinada,  mas sentia apoio enorme isso também servia como combustível para meu aprendizado que misturava com desafio, confiança e credibilidade dada por percepção  própria, sentido na pele. mas me fazia muito bem.

Meu projetos de treinamento
Nesta fase da minha carreira já tinha como projeto ser instrutor  de treinamentos e precisava fazer cursos da área, lembro que fiz cursos de agente multiplicador de treinamentos, atualização de primeiros socorros,  instrutor de operador de empilhadeira, ergonomia, proteção de máquinas, entre outros e sempre que surgiam trabalhos como freelance eu fazia com muito prazer.

Dinâmica de Grupo
Estava muito envolvido em descobrir dinâmicas de aquecimento, quebrar o gelo essas experiências marcaram muito e utilizo até os dias de hoje.
Treinamento é uma parte muito legal na área de SST permite que você desenvolva técnicas e didáticas específicas que ocorrem a cada modalidade de treinamento teórico e prático, permitindo explorar bem o campo de possibilidades.

Teoria e Prática - problemática
Eu aprendi a importância em fazer ligação sala de treinamento x campo prático na fábrica outra situação que utilizo com frequência é trazer o problema e jogar para o grupo resolver eles ficam trabalhando na solução, gerando discussão e participação de todos com interação do grupo e acho muito divertido, fico no apoio e suporte. isso faz o grupo trabalhar é um recurso bem legal, principalmente quando encontram a solução.



Consultoria como freelance em treinamentos.
Fiz algumas amizades com proprietários de consultoria e começa surgir uma demanda de trabalhos como instrutor do curso da CIPA, Brigada de Incêndio, Palestras Direção Defensiva, entre outros e assim começa uma etapa que dividia meu tempo com meu trabalho formal com vínculo da empresa e os freelance, comecei a conhecer diversas empresas e entender como atuar com pessoas, culturas e exigências diferentes, mesmo atuando em treinamento em local novo conseguia com feedback dos colaboradores ministrar os treinamentos respeitando a peculiaridade de cada empresa.
Nesta época surgiram tanto trabalho que era possível trabalhar somente com os freelance, foi uma época boa.

Uma novo requisito surge como diferencial na área de SST

Em algum momento a gente fica desempregado, sem trabalho e nesta hora observo que as oportunidades começam a trazer como diferencial a formação superior, então pra conseguir emprego iniciei a graduação em Administração de Empresa e realmente essas exigências quando aparecem estar atento é fundamental. Consegui um novo emprego logo e confesso que foi bom porque me tirou da zona de conforto e reconheço que me fez muito bem.
Assim que terminei a graduação entendi a sua importância e um caminho para buscar destaque iniciei logo uma pós graduação em Educação Ambiental.

Ingresso na Carreira Professor do Curso TST
Esta formação superior facilitou também meu ingresso em algumas escolas como professor para formação do Curso TST  em algumas instituições da Uninove, depois Famesp - Faculdade Método de São Paulo e Senac - Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial.
Foi uma excelente experiência dividir sala de aula com outros professores da área de Saúde e Segurança do Trabalho e alunos que tenho contato e amizade até hoje e estão atuando com TST isso não tem preço.

Falar aqui um pouco sobre atendimento a respostas a emergência, é um parte que gosto muito de trabalhar em diversos cenários de emergência e tive oportunidade em estar sempre envolvido.

Abandono de Emergência

Criar cenários de emergência com situações hipotéticas, com simulador de fogo, fumaça, produtos químicos, vitimas e abandono de emergência, deixo tudo bem elaborado para no dia da execução correr tudo certinho, participei de simulados de resgate em altura e nem imaginam eu era a vitima, com envolvimento do PAM - Plano de Auxilio Mútuo participação de várias empresas, incluindo defesa civil e bombeiro militar.

Desenvolvi vários simulados com equipes de brigada, confesso é bem estressante, mas no final sempre deu tudo certo a satisfação pessoal e profissional não tem preço.


Lógico que alguns treinamentos exigiu que eu fizesse cursos HAZMAT de emergência com produtos químicos, vale muito a pena, quando se faz o que gosta.

Treinamento Hazmat

Por exemplo nunca gostei de trabalhar entrega de EPIS e substituição de extintores, mas alguém tem que fazer a parte boa e a ruim também.


Ainda tenho muitas histórias para contar, no próximo episódio falarei sobre abertura da minha empresa Focus Consultoria em Segurança do Trabalho e Meio Ambiente.

Se estiverem gostando, não deixam de ver a Parte 6


       Rogerio Godoy Princiotti

Técnico de Segurança do Trabalho


#treinamentos segurança do trabalho; #treinemento nr35; #brigada de incêndio; #treinamento nr 33; #nr 10; #nr10cursos online; #nr 10 segurança eletricidade; #treinamento nr12; #treinamento proteção de máquinas; #curso nr11 operador de empilhadeira; #consultoria em segurança do trabalho.

segunda-feira, 15 de janeiro de 2024

Contando minha trajetória - Técnico de Segurança do Trabalho - Parte 2

 Caros colegas,


Continuando sobre inicio da carreira TST - Técnico de Segurança do Trabalho

Resolvi escrever sobre minha trajetória profissional, anseios, expectativa e desenvolvimento da minha carreira, bem como algumas dificuldades encontradas, dúvidas, apoio e ajudas dos profissionais que tinham mais experiência e conhecimento, eu em passos lentos fui ganhando espaço e domínio do assunto - Quer saber mais leia a Parte 1

Com minha mesa, computador, armário de arquivos tudo a minha disposição, hora de começar a fazer a gestão de meio ambiente, saúde e segurança do trabalho, mesmo sabendo que não havia muitas evidências anteriores.

E assim comecei abri uma pasta da gestão da CIPA, fiz todo o processo eleitoral atender o calendário anual das reuniões, sentia que já era um bom começo.

Logo apresentei a necessidade em fazer uma SIPAT junto com essa gestão da CIPA para começar a envolver a CIPA nos assuntos de suas competências e fazer com que os colaboradores comecem a identificar e compreender as atribuições dos membros da CIPA.

Com a CIPA veio também o Mapa de Risco que foi elaborado pelos membros da CIPA e fixado nos quadros dos setores da fábrica.

Lembrei dos comprovantes de entrega de EPIs e assim fui logo verificar com o almoxarifado da fábrica como era realizado a entrega, pude comprovar que faltavam algumas coisa de importante relevância, desde a comprovação sistemática e periódica da troca dos EPIs e a formatação do documento com termo de compromisso para sustentação legal:



Aos poucos os armário de guarda de arquivos foi ganhando volume: Pronto veio outra obrigação legal que eram as Ordens de Serviço:


Atendimento a NR – Norma Regulamentadora nº 01 da Portaria 3214/78 do Ministério do Trabalho no item

1.7 Cabe ao empregador:

a) cumprir e fazer cumprir as disposições legais e regulamentares sobre segurança e medicina do trabalho;

b) elaborar ordens de serviço sobre segurança e saúde no trabalho, dando ciência aos empregados por comunicados, cartazes ou meios eletrônicos;


Enfim a Segurança do Trabalho estava iniciando um processo na elaboração de documentos e principalmente envolvimento direto da CIPA e consequentemente os demais colaboradores da Fábrica.

Assim estava começando a conhecer um pouco dos propósitos neste trabalho voltado para prevenção do meio ambiente, saúde e segurança.

domingo, 12 de novembro de 2023

Contando a minha trajetória - Técnico de Segurança - Parte 1 - Meu primeiro trabalho como técnico de segurança

Caros colegas,

Apresentação Inicial

Resolvi escrever sobre minha trajetória profissional, anseios, expectativa e desenvolvimento da minha carreira, bem como algumas dificuldades encontradas, dúvidas, apoio e ajudas dos profissionais que tinham mais experiência e conhecimento, eu em passos lentos fui ganhando espaço e domínio do assunto.

Lembro quando estava no curso técnico, surgiu uma vaga para auxiliar em segurança do trabalho, para uma pequena empresa metalúrgica de estruturas metálicas que nunca teve profissional da área; fiquei muito ansioso e inseguro em participar, porque ainda não confiava nas minhas convicções obtidas no curso, a primeira ajuda veio de um colega de sala de aula que já atuava na área me disse:  vai firme nesta vaga tenho certeza que você conhece da área de SST melhor que qualquer colaborador da empresa, e isso serviu como encorajamento, e na entrevista durante o processo seletivo lembrei das palavras dele, e tudo ficou bem mais fácil, acabei notando que eu estava muito atualizado e a minha entrevista parecia mais um coach em consultoria que se iniciava meu aprendizado com muita vontade de atuar na área, e reconhecendo a importância do profissional de segurança do trabalho. Acreditei que ali estava nascendo um consultor em segurança do trabalho. Prevenir acidentes, incêndio, saúde ocupacional, cuidar da pessoas faz muito bem a qualquer pessoa disposta a ajudar. Oferecer consultoria a empresa, garantindo um ambiente de trabalho harmonioso nas relações capital x trabalho o atendendo as obrigações entre as partes.

Acabei realizando meu estágio obrigatório em uma empresa de grande porte "uma fundição de motores de caminhões" e atuava na parte da manhã como bombeiro industrial e na parte da tarde fazia o estágio com os TST que me orientavam na área, algo que também identifiquei na área os profissionais de segurança sempre foram muito solícitos e isto é uma característica marcante dos profissionais de SST, muito bom!!!

Todos me chamavam de BOMBETEC, achava engraçado bombeiro na parte da manhã e estagiário em segurança do trabalho na parte da tarde, tinha um uniforme de bombeiro e a tarde um avental verde que somente a área composta por 2 engenheiros  e 6 técnicos de segurança, lógico cada pessoa traz consigo seus traços de personalidade e todos sempre me ajudavam conforme a necessidade, visão e tempo disponível de cada um.

quinta-feira, 27 de julho de 2023

Dia 27 de Julho - Dia Nacional de Prevenção de Acidentes do Trabalho

 


Neste dia 27 de julho comemora-se o Dia Nacional de Prevenção de Acidentes de Trabalho, considerado como marco histórico na luta dos trabalhadores por melhorias nas condições de saúde e segurança no trabalho. O Brasil é pioneiro na regulamentação da formação técnica em segurança e medicina do trabalho, através da publicação de duas portarias e da atualização do artigo 164 da CLT.

A Portaria 3.236 institui o Plano Nacional de Valorização do Trabalhador e a 3.237 tornou obrigatória a existência de serviços de Medicina do Trabalho e Engenharia de Segurança do Trabalho em todas as empresas, em 1972. Na época, foi preciso tomar medidas sérias devido ao alarmante número de acidentes de trabalho, muitos deles com óbitos.

A Coordenação de Saúde e Qualidade de Vida (CSQV) da Progep (Pró-Reitoria de Gestão de Pessoas) preocupa-se com o bem estar dos servidores e entende que a prevenção e a consciência de responsabilidades são as melhores formas de manter um ambiente de trabalho seguro e sadio. “A adequação do ambiente de trabalho e as relações interpessoais saudáveis, além de melhorar a qualidade de vida, reduzem o risco de acidentes”, afirmam os técnicos da CSQV.


Fonte: UFPelotas


terça-feira, 13 de abril de 2021

Vídeo Oficial do Movimento Panela Cheia

 

Vídeo Oficial do Movimento Panela Cheia


OM 50 REAIS VOCÊ AJUDA A ALIMENTAR UMA FAMÍLIA

CLIQUE EM UMA DAS INSTITUIÇÕES ABAIXO PARA DOAR OU FAÇA UM PIX.



Logo da parceira Cufa

clique para doar

PIX: PANELACHEIA@CUFA.ORG.BR

Logo do parceiro Gerando Falcões

clique para doar

PIX: CNPJ 18.463.148/0001-28

Logo do parceiro Frente Nacional Antirracista

clique para doar

PIX: CNPJ 36.242.239/0001-15


QUEM SOMOS

Diante desta situação de calamidade, a CUFA, a Gerando Falcões e a Frente Nacional Antirracista, com o apoio do União SP e cooperação da Unesco, uniram esforços para criar o Movimento Panela Cheia em busca de arrecadar recursos para a compra de cestas básicas para pessoas em situação de vulnerabilidade.

Estas instituições lutam todos os dias contra a dura realidade da fome e trabalham seriamente para fazer chegar alimentos onde se mais precisa: nas mesas de famílias em comunidades de todo país.

POR QUE AJUDAR

Vivemos um dos momentos mais delicados da nossa história.

Os efeitos da pandemia são extremamente graves e urgentes em todo o país e atingem, principalmente, aqueles mais vulneráveis.

Ao longo da pandemia, 8 em cada 10 famílias das favelas não teriam se alimentado se não tivessem recebido doações. Um número assustador, mas real.

A fome mata. Panela cheia salva. Junte-se a nós e ajude a salvar milhões de pessoas.


COMO FUNCIONA A CAMPANHA



Selecione uma das instituições parceiras.



Escolha o valor e faça sua doação.



Agora é com a gente! Garantimos que sua doação chegará na mesa de quem mais precisa.

terça-feira, 21 de julho de 2020

COVID-19 x RETORNO AO TRABALHO – Portaria nº 20/2020 estabelece as medidas para a prevenção, controle e mitigação dos riscos de transmissão

Em meio à retomada de várias empresas e de inúmeras fiscalizações por parte dos AFTs (Auditores Fiscais do Trabalho), acaba de ser publicada a Portaria nº 20/2020. Ela foi elaborada em conjunto pela Secretaria Especial de Previdência e Trabalho (Ministério da Economia) e pelo Ministério da Saúde. Este documento estabelece as medidas a serem observadas pelas empresas neste momento de pandemia, visando a prevenção, controle e mitigação dos riscos de transmissão da COVID-19 nos ambientes de trabalho.

Nesta portaria fica claro que as empresas são obrigadas a estabelecer e divulgar protocolos (ou até orientações) com a indicação das medidas necessárias para prevenir, controlar e diminuir dos riscos de transmissão do vírus nos locais de trabalho.

Estas orientações/protocolos devem especificamente conter:

a) as medidas preventivas nos ambientes de trabalho, nas áreas comuns da organização (refeitórios, banheiros, vestiários, áreas de descanso), e no transporte de trabalhadores, quando este é fornecido pela empresa;
b) ações para identificação precoce e afastamento dos trabalhadores com sinais e sintomas compatíveis com a COVID-19;
c) procedimentos para que os trabalhadores possam reportar à empresa, inclusive de forma remota, sinais ou sintomas compatíveis com a COVID-19 ou contato com caso confirmado da doença; e
d) instruções sobre higiene das mãos e etiqueta respiratória.

Todas as diretrizes da portaria devem ser estendidas tanto aos empregados terceirizados como a outros que adentrem o estabelecimento e sua divulgação pode ocorrer em treinamentos, diálogos de segurança, documentos físicos ou eletrônicos.

Um item extremamente importante previsto na Portaria nº 20/2020, é que as empresas devem estabelecer procedimento para identificação de casos suspeitos.

Referidos procedimentos podem ser feito através de canais para a comunicação referente ao aparecimento de sinais ou sintomas compatíveis com a COVID-19, bem como sobre contato com caso confirmado ou suspeito da doença, podendo ser realizadas enquetes, por meio físico ou eletrônico, contato telefônico ou canais de atendimento eletrônico.

Além disso, e é o que muitas empresas tem feito, é a realização de uma triagem na entrada do estabelecimento em todos os turnos de trabalho, podendo utilizar medição de temperatura corporal por infravermelho ou equivalente, antes que os trabalhadores iniciem suas atividades, inclusive terceirizados.

A portaria menciona sobre três tipos de casos e como a empresa deverá procede:

1) Casos confirmados: a) resultado de exame laboratorial, confirmando a COVID-19; ou b) síndrome gripal ou Síndrome Respiratória Aguda Grave – SRAG, para o qual não foi possível a investigação laboratorial específica, e que tenha histórico de contato com caso confirmado laboratorialmente para a COVID-19 nos últimos sete dias antes do aparecimento dos sintomas no trabalhador.

2) Casos suspeitos: o trabalhador que apresente quadro respiratório agudo com um ou mais dos sinais ou sintomas (febre, tosse, dor de garganta, coriza e falta de ar), sendo que outros sintomas também podem estar presentes. Caso apareça um empregado com estes sintomas a orientação é a de que este seja encaminhado para atendimento médico.
Estes casos suspeitos poderão retornar às suas atividades laborais presenciais antes do período determinado de afastamento quando:
a) exame laboratorial descartar a COVID-19,; e
b) estiverem assintomáticos por mais de 72 horas.

3) Contratante de caso confirmado: trabalhador assintomático que teve contato com o caso confirmado da doença, entre dois dias antes e quatorze dias após o início dos sinais ou sintomas ou da confirmação laboratorial, em uma das situações abaixo:
a) ter contato durante mais de quinze minutos a menos de um metro de distância;
b) permanecer a menos de um metro de distância durante transporte;
c) compartilhar o mesmo ambiente domiciliar; ou
d) ser profissional de saúde ou outra pessoa que cuide diretamente de um caso
da COVID-19, ou trabalhador de laboratório que manipule amostras do vírus sem a proteção recomendada.

Dentre as medidas de prevenção, a portaria regulamenta como deve ser feito o distanciamento físico no local de trabalho e a higiene, a ventilação, limpeza e desinfecção dos ambientes.

Para aqueles trabalhadores que são do chamado “grupo de risco”, o documento indica que estes deverão receber uma “atenção especial” reiterando para que as empresas deem prioridade em sua permanência na residência em teletrabalho, trabalho remoto ou ainda em atividade ou local que, quando possível, reduza o contato com outros trabalhadores e público. Uma sugestão ainda é a de que estes trabalhem em locais arejados e higienizados ao fim de cada turno.

No tocante aos EPIs (Equipamentos de Proteção individual), e outros equipamentos de proteção, a orientação é que sejam criados (ou revisados) os procedimentos de uso, higienização, acondicionamento e descarte dos Equipamentos de Proteção Individual – EPI e outros equipamentos de proteção utilizados na empresa.

Todos estes procedimentos (e esta é uma dica) devem ser dados constantemente e por escrito, sendo revisados na eventualidade de falta de compreensão ou aparição de casos da doença na empresa.

Ainda há orientações sobre o refeitório e refeições, vestiários, transporte de trabalhadores (quando fornecido pela empresa), SESMT – Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho e a CIPA – Comissão Interna de Prevenção de Acidentes.

Outro ponto importante para as empresas, se refere às medidas que devem ser tomadas para a retomada das atividades.

Antes do retorno dos empregados, as empresas deverão:

a) assegurar a adoção das medidas de prevenção mencionadas acima;
b) higienizar e desinfectar o local de trabalho, as áreas comuns e os veículos utilizados;
c) reforçar a comunicação aos trabalhadores; e
d) implementar triagem dos trabalhadores, garantindo o afastamento dos casos confirmados, casos suspeitos e contatantes de casos confirmados da COVID-19.

Resumidamente, são estas as premissas trazidas pela Portaria nº 20/2020.

Como são vários os detalhes, a equipe trabalhista do escritório Duarte Tonetti Advogados, está à disposição para dar o suporte necessário para as empresas conhecerem todos os pormenores da referida Portaria e com isso, passar por este estado de calamidade pública com a maior segurança jurídica possível.

http://dtadvogados.com.br/insights/portaria-no-20-2020-medidas-para-a-prevencao-controle-e-mitigacao-dos-riscos-de-transmissao-da-covid-19-na-retomada-do-trabalho/

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