Mostrando postagens com marcador Construção Civil. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Construção Civil. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 30 de janeiro de 2019

Matriz de Risco - para avaliação de risco

Reflexão sobre algumas ferramentas para avaliação de risco  que poderiam ser utilizadas na gestão de risco das barragens de mineradoras e na prevenção de acidentes.



Entre diversas ferramentas encontradas para avaliação de riscos o cruzamento entre probabilidade e severidade nos auxiliam muito para prevenir e evitar acidentes.
Ao olhar para o caso das Barragens de Mariana e de Brumadinho as probabilidades de rompimento da barreira mesmo se fosse considerada mínima a severidade é intolerável.



Risco Inicial ou Risco Puro 

Probabilidade X Severidade 

Exemplo :

  • Severidade 4
  • Probabilidade 3
Risco Puro S 4  X   P 3  = Nível do Risco 12

Medidas de Controle para reduzir Risco:
  • Controles de Engenharia
  • Controle Administrativos  


O FMEA - Análise dos Modos de Falha e seus Efeitos é uma ferramenta para avaliação de risco que  utilizam  como base a probabilidade, severidade e capacidade de detecção;
A capacidade de detecção são de extrema importância neste processo, como: detectores de vibração, histórico de rupturas e vazamentos, laudos, sistema de alarme etc...

Probabilidade de Incidente:

RARO
Nunca ocorreu e/ou não é esperado que ocorra nos próximos 30 anos de operação.

IMPROVÁVEL
Pode ter ocorrido uma vez durante o período de operação e/ou pode ocorrer nos próximos 30 anos.

POSSÍVEL
Ocorreu uma vez durante a operação e/ou pode ocorrer nos próximos 5 anos.

PROVÁVEL
Ocorreu algumas vezes durante a operação e/ou é esperado que ocorra no próximo ano.

QUASE CERTO
Ocorreu diversas vezes durante a operação e/ou é esperado que continue ocorrendo no futuro.


Fontes : Rogerio Godoy Princiotti - 
Ecoharmonia e Segurança do Trabalho em Ação






quarta-feira, 16 de maio de 2018

II SEMINÁRIO INTERNACIONAL DO AMIANTO

Uma Abordagem da Saúde do Trabalhador




Por ocasião do I Seminário Internacional do Amianto: uma Abordagem Sócio-Jurídica, ocorrido em Campinas/SP, houve a discussão da questão do amianto sob o enfoque social e jurídico. Social, diante da necessidade de alertar a sociedade brasileira sobre os riscos do amianto à saúde humana e da viabilidade de substituição da fibra cancerígena por tecnologias ambientalmente menos agressivas; jurídico, porque remanescia a discussão nos Tribunais sobre a constitucionalidade do uso do amianto crisotila no país, a despeito dos compromissos assumidos pela República Federativa do Brasil quando da ratificação das Convenções 139 e 162 da Organização Internacional do Trabalho.

O texto de abertura do website daquele evento iniciava-se da seguinte forma:“O debate sobre o amianto e suas consequências nefastas à saúde humana não é recente e ainda está longe de ser esgotado”. Passados menos de dois anos da realização do I Seminário Internacional do Amianto, é possível afirmar que as discussões em torno da questão evoluíram adequadamente e de maneira muito favorável à defesa da saúde da população, a ponto de, ao menos no plano jurídico, inexistirem dúvidas sobre a inconstitucionalidade do uso do amianto crisotila no nosso país. As recentes decisões proferidas pelo Supremo Tribunal Federal nas Ações Diretas de Inconstitucionalidade 3937 e 3406, não deixam margem à dúvida: a questão do amianto foi definitivamente extirpada do mundo jurídico brasileiro.

A afirmação, embora juridicamente válida, muda a vida do trabalhador brasileiro acometido por Doenças Relacionadas ao Amianto – DRA? Como será o acolhimento e o tratamento deste trabalhador nos serviços de saúde? Conseguiremos, finalmente, pôr fim à invisibilidade desses cidadãos, criando sistemas de registro de doenças asbesto-relacionadas? Essas são algumas das questões que sobrevêm na atual conjuntura brasileira: a fase pós-banimento amianto.

A situação incomum vivenciada em nosso país, onde diversas questões, inclusive relacionadas à saúde da população acabam sendo definidas pelo Poder Judiciário, exige uma maior integração entre o mundo jurídico, o universo científico e a realidade social. Contudo, poucos são os espaços onde essa diversidade de saberes podem se encontrar e se integrar. Por essa razão, o II Seminário Internacional do Amianto: uma Abordagem da Saúde do Trabalhador, propõe que as barreiras sejam transpostas, com a aproximação de realidades tão distintas, mas ao mesmo tempo, tão próximas.

O reconhecimento da inconstitucionalidade pelo Supremo Tribunal Federal da lei que permitia a exploração econômica do amianto crisotila enseja celebração, pois é fruto do trabalho incansável dos movimentos sociais e sindicais, que se ergueram e permaneceram firmes desde a década de 1980, a destacar-se a ABREA e o DIESAT, aos quais se agregaram diversos atores sociais ligados à Saúde Pública e Coletiva, além do Ministério Público do Trabalho, os órgãos de classe da Magistratura do Trabalho e dos Procuradores do Trabalho.

Porém, devemos ter a consciência de que ainda há muito por fazer. Dessa fase pós-banimento do amianto, em que consolidamos um olhar multidisciplinar refinado e sensível para a relação entre os processos produtivos e as DRA, fica a responsabilidade de deixar um legado para as próximas gerações, que significa ampliar a percepção para os múltiplos riscos à saúde presentes no mundo do trabalho brasileiro, fortalecendo a certeza de que os esforços coletivos são capazes de realizar a mudança que almejamos ver em todas as dimensões na sociedade brasileira.

segunda-feira, 13 de novembro de 2017

Boa Leitura - Construção civil já tem 881 normas para cumprir -



15 de janeiro de 2014

Guia elaborado pelo SindusCon-MG reforça práticas que proporcionam ganho de qualidade e melhoram desempenho de sistemas regulamentados pela ABNT
Por: Altair Santos
Quantas normas técnicas regem a construção civil brasileira? Para responder esta pergunta, o SindusCon-MG (Sindicato da Indústria da Construção Civil de Minas Gerais) em parceria com a CBIC (Câmara Brasileira da Indústria da Construção) preparou o guia “Principais Normas Técnicas – Edificações”. O livro elenca 881 normas aprovadas pela ABNT. Entre elas, 496 estão relacionadas a desempenho, projetos e especificação de materiais e sistemas construtivos. Outras 306 dizem respeito a controle tecnológico, 64 a execução de serviços, 13 a viabilidade, contratação e gestão e duas a manutenção.

Demanda das construtoras e dos engenheiros por um sumário de normas inspirou criação do guia

Na apresentação do guia, o presidente do SindusCon-MG, Luiz Fernando Pires, reforça a importância de o setor da construção estar alinhado com a normatização. “O cumprimento de normas técnicas tem caráter obrigatório, previsto em leis e instrumentos legais, e proporciona isonomia técnica, sendo um referencial irrefutável neste sentido. Cumpre, também, o papel de ser um dos pilares da segurança jurídica, devendo ser encarado pelas construtoras e profissionais como um referencial do estado da arte. Esta prática proporciona, ainda, ganhos de qualidade e desempenho dos componentes, elementos, sistemas e processos regulamentados pelas normas”, explica.

Boa Leitura - Livro Industria da Construção Civil



NR 18 é a Norma Regulamentadora 18, que estabelece diretrizes de ordem administrativa, de planejamento e de organização para implementação e controle de medidas de segurança na indústria da construção civil. Especificamente, através do PCMAT.

Além de abordar questões próprias e específicas da atividade da construção civil, como escavações, demolições, soldagem, corte, telhados, entre muitos outros, a NR 18 ainda descreve as instruções para outras situações relacionadas ao canteiro de obras, como os alojamentos e áreas de vivência para os trabalhadores, proteção contra incêndios, entre outros.


Fonte: Ifap Ead 

sábado, 2 de setembro de 2017

SOLDAS E PROCEDIMENTOS




1) Soldagem a arco com eletrodo metálico coberto

2) Soldagem a arco sob gás co eletrodo de tungstênio (GTA)

3) Soldagem a arco gás com eletrodo metálico (GMA)

4) Soldagem a arco submerso (SAW)

5) Soldagem a arco de plasma

6) Soldagem a laser

7) Solda a resistência (solda a ponto)

8) Soldagem e corte a maçarico

9) Processos de escarfagem e corte (Biselaagem)

10) Brasagem

11) Soldagem em aço inoxidável

12) Solda com estanho



PERFIL A QUE OS SOLDADORES ESTÃO EXPOSTOS

1) Fumos Metálicos

2) Gases e vapores

3) Radiações

4) Riscos químicos

5) Riscos Físicos

6) Doenças ocupacionais


1) FUMOS METÁLICOS: - Os possíveis riscos a saúde causada por exposições a fumos metálicos durante a soldagem a arco com eletrodo metálico coberto dependem, obviamente do metal que esta sendo soldado e da composição do eletrodo. O componente principal do fumo gerado por aço doce é oxido de ferro.
Os danos causados pela exposição ao fumo de oxido de ferro parecem ser limitados. A deposição de partícula de oxido de ferro no pulmão causa realmente uma pneumoconiose benigna conhecida como siderose. Não há enfraquecimento funcional do pulmão, nem proliferação de tecido fibroso, em um estudo abrangente sobre dados conflitantes Stokinger (1984) concluiu que oxido de ferro não carcinogênico para o ser humano.

sexta-feira, 18 de agosto de 2017

Acidente de trabalho com deslizamento de terra



Quando houver risco como esse, deslizamento, é necessária a adoção de medidas correspondentes, visando a segurança e a saúde dos trabalhadores ou envolvidos. A proteção coletiva deve ter prioridade sobre as proteções individuais.

A proteção coletiva deve prever a adoção de medidas que evitem a ocorrência de desmoronamento.

Recomenda-se o monitoramento de todo o processo de escavação, objetivando observar zonas de instabilização global ou localizada, a formação de trincas, o surgimento de deformações em edificações e instalações vizinhas e vias públicas.



quinta-feira, 3 de agosto de 2017

Conheça os 8 riscos mais comuns na construção civil

A construção civil é um dos setores mais importantes da economia brasileira, demandando muita mão de obra. Com tantas pessoas envolvidas, os acidentes de trabalho também apresentam números significativos, mesmo quando todos os equipamentos de proteção individual (EPIs) são utilizados adequadamente.

Alguns fatores potencializam a incidência de acidentes nas obras, como a falta de qualificação profissional, ausência de treinamento adequado, trabalho sob condições climáticas desfavoráveis, descumprimento das normas de segurança, ausência de EPIs, entre outros.

A construção civil se destaca pelo grande número de acidentes de trabalho.

Riscos mais comuns na construção civil

PCMAT – Programa de Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria de Construção Civil










Obrigatório em obras com mais de 20 funcionários



O objetivo fundamental do PCMAT é a prevenção dos riscos e a informação e treinamento dos operários que ajudarão a reduzir a chance de acidentes, assim como diminuir as suas consequências quando são produzidos. Para tanto deverá ser colocado em prática um programa de segurança e saúde que obedecerá, rigorosamente, às normas de segurança, principalmente a NR 18, além de haver a integração entre a segurança, o projeto e a execução de obras. 

Se, por qualquer razão, for necessária a realização de algumas alterações na execução da obra, com relação ao que foi estabelecido anteriormente, terão que ser estudados os aspectos de segurança e saúde, tomando as medidas necessárias para que essas mudanças não gerem riscos imprevisíveis. 

Resultado de imagem para construção Civil

Alguns objetivos do PCMAT: 

  • Garantir a saúde e a integridade dos trabalhadores;
  •  Definir atribuições, responsabilidades e autoridade ao pessoal que administra, desempenha e verifica atividades que influenciem na segurança e que intervêm no processo produtivo;
  • Fazer previsão dos riscos que derivam do processo de execução das obra; Determinar as medidas de proteção e prevenção que evitem ações e situações de risco;
  • Aplicar técnicas de execução que reduzam ao máximo possível esses riscos de acidentes e doenças. De acordo com o item 18.3 da NR 18, o PCMAT: É obrigatória sua elaboração e cumprimento nos estabelecimentos com vinte trabalhadores ou mais, contemplando os aspectos desta NR e outros dispositivos complementares de segurança. 
O PCMAT é um documento que deverá ser apresentado à fiscalização do Ministério do Trabalho sempre que solicitado.


Documentos e Aspectos Básicos que deve conter um PCMAT 


Para elaboração do PCMAT, a Norma Regulamentadora NR - 18 cita uma série de documentos que devem compor um programa de segurança e procura fazer uma conexão da segurança com a produção, criando documentos que antes eram específicos da produção, tais como memorial descritivo, especificações técnicas, cronograma, layout, etc. 

Apesar de a norma indicar os documentos básicos que devem compor o PCMAT, isso não impede que a empresa elabore outros para a implementação do programa, visto que a norma não trata da parte estratégica de implantação e somente cita alguns documentos, como:



  • Memorial sobre as condições e meio ambiente de trabalho nas atividades e operações, levando em consideração os riscos de acidentes e de doenças de trabalho e suas respectivas medidas preventivas; 
  • Projeto de execução das proteções coletivas em conformidade com as etapas da execução da obra; 
  • Especificação técnica das proteções coletivas e individuais a serem utilizadas;
  • Cronograma de implantação das medidas preventivas definidas no PCMAT; 
  • Layout inicial do canteiro de obra, contemplando, inclusive, previsão de dimensionamento das áreas de vivência; 
  • Programa educativo contemplando a temática de prevenção de acidentes e doenças do trabalho, com carga horária. 


Memorial: É o documento que contém os dados da obra, as necessidades De segurança para a sua execução, assim como a análise dos riscos provocados pela materialização das premissas contidas no projeto da obra. 

Planos: Com este documento pretende-se que todas as medidas da segurança e higiene indicadas no memorial sejam realizados. 

Riscos: Muitos acidentes fatais acontecem na construção. Ocorrências muitas vezes superiores de outros ramos de atividades pelo de, em primeiro lugar, ser o ramo que mais emprega pessoas no Brasil e em segundo, porque as condições de execução de obra ainda são muito inseguras, somando-se a pouca informação e treinamento dado aos operários. O risco é um perigo; a contingência ou proximidade de um dano, que pode afetar a integridade física do trabalhador, ou o processo de execução da obra. Durante o processo construtivo se destacam claramente várias fases de maior ou menor importância, causando uma série de riscos que poderão gerar acidentes. De forma genérica, estas fases do processo são as seguintes: 
  • Movimentação de Terra;
  • Fundações e Estruturas;
  • Coberturas;
  • Fechamento e Alvenaria;
  • Instalações e Acabamentos;
  • Máquinas de elevação.

Treinamento


Todos os empregados envolvidos na Indústria de Construção Civil devem, de acordo com a NR 18, receber treinamentos admissional de integração com (carga horária mínima de 6 horas) e periódico. Nestes treinamentos devem constar:

  • Informações sobre as condições e meio ambiente de trabalho;
  • Riscos inerentes a sua função;
  • Uso adequado dos Equipamentos de Proteção Individual – EPI;
  • Informações sobre os Equipamentos de Proteção Coletiva – EPC, existentes nos canteiros de obras.

O treinamento periódico deve ser ministrado sempre que se tornar necessário, também no início de cada fase da obra e os trabalhadores devem receber cópias dos procedimentos e operações a serem realizadas com segurança.

Alguns treinamento específicos obrigatórios previstos nas normas regulamentadoras, exemplos:

  • Brigada de Incêndio, Primeiros Socorros, EPIs/EPCs etc...
  • NR 05 CIPA; 
  • NR 10 Segurança em instalações e serviços em eletricidade;
  • NR 11 Operador de equipamentos na movimentação de materiais;
  • NR 12 Segurança com Maquinas e Equipamentos;
  • NR 18 Montagem de Andaimes;
  • NR 33 Espaço Confinado;
  • NR 35 Trabalho em Altura;
  • Entre outros treinamentos específicos para soldador, operador de policorte, de guindastes, retro escavadeiras, entre outros equipamentos etc....


A NR 18 em seu item 18.39 descreve a terminologia adotada nos documentos.

terça-feira, 6 de junho de 2017

Cuidados na movimentação de cargas suspensas.

Algumas regras de segurança com cargas suspensas:

Somente pessoas treinadas, habilitadas e autorizadas poderão operar estes equipamentos de movimentação e transportes, como:

  • Guindastes; 
  • Pontes Rolantes; 
  • Empilhadeiras; etc...

Procedimentos de Segurança na operação;


Equipamentos:



Guindastes 

• Antes de utilizar os equipamentos, observe se estão em boas condições do equipamento de movimentação, transporte carga e acessórios - faça um check list de pre-uso de cabos de aço, patolas, sinalização, moitão, freios, buzina, sirenes, meios de comunicação, acionadores de comandos  etc.. );

segunda-feira, 29 de maio de 2017

Conhecendo um pouco sobre fundação, escavação e contenção de uma obra. ( Vídeo )


O que é fundação: É o mecanismo que transmite todo aquele peso do prédio para a terra / solo, aplicado quando você tem que segurar o peso de um prédio, uma ponte de qualquer obra no chão.
Esse mecanismo de transmissão das cargas desse prédio, dessa ponte, desse hospital no chão é chamado de fundação.
A engenharia civil utilizam destes cálculos e recursos para que não sofre recalques, afundamento e tenha uma vida útil tranquila e bem apoiada no terreno.



segunda-feira, 22 de maio de 2017

Área de Vivência - Construção Civil

Água Potável

Bebedouros - Disponibilizar água potável fresca filtrada ou de garrafão de forma que a distância entre o posto de trabalho e o bebedouro. O bebedouro deverá ser instalado na proporção de um para cada grupo de 25 trabalhadores ou fração.

Não permitir o uso de copo coletivo nos postos de trabalho.


Chuveiro



Dimensionar um chuveiro com área mínima de 0,80m² para cada grupo de 10 trabalhadores ou fração.
Disponibilizar estrados de material antiderrapante ou madeira impermeabilizada e suportes para sabonete e toalha na área dos chuveiros. O chuveiro deve ser aterrado e o piso deve ter caimento para escoamento da água para rede de esgoto.

Vestiário

Disponibilizar vestiário com armários individuais de compartimentos, que permitam a separação da roupa de uso comum da roupa de trabalho, com dimensões de 1,20m x 0,30m x 0,40m, dividido em duas partes na vertical, ou 0,80m x 0,50m x 0,40m, dividido em duas partes na horizontal, podendo ser sobrepostos. O armário deve contar, com fechadura ou dispositivo com cadeado e com abertura para ventilação ou portas teladas.
Disponibilizar bancos com largura mínima de 0,30m.
As paredes e piso do vestiário devem ser laváveis.

Instalações Sanitárias

Instalar os sanitários em local de fácil acesso e próximo aos postos de trabalho, atendendo a condições adequadas de materiais construtivos e de revestimento; dimensões de pé-direito e de área por lavatório, mictório e vaso sanitário; vaso sanitário provido de assento e tampa, abastecido de papel higiênico e isolado por porta com trinco; ventilação; iluminação; instalações elétricas protegidas; disponibilidade de lixeiras com tampa ao lado do lavatório e do vaso sanitário; com abastecimento de água e ligação a esgoto ou fossa séptica.
Além destas e de outras condições, deve ser isolado da área de refeições, separado por sexo e mantido em perfeito estado de conservação e limpeza.


Alojamento


Resultado de imagem para alojamento construção civilResultado de imagem para alojamento construção civil
O alojamento deve ser planejado e construído de forma adequada considerando características do material construtivo, a área construída em relação ao número de trabalhadores, o pé-direito, a área de ventilação, a iluminação, as instalações elétricas protegidas, as acomodações e a proibição de estar situado em subsolo ou porão das edificações.
O alojamento deve ser mantido em perfeito estado de conservação, higiene, e limpeza.
Para cumprir esta obrigação, a colaboração do trabalhador é fundamental.

Almoxarifado

Instalar em local de fácil recepção e distribuição dos materiais pelo canteiro;

Manter limpo, organizado e identificado, de modo a não prejudicar o trânsito de pessoas, a circulação de materiais e o acesso aos equipamentos de combate ao incêndio;
Manter pilhas estáveis de materiais com facilidade de acesso e manuseio;
Armazenar os materiais (tóxicos, corrosivos, inflamáveis e explosivos) identificados e separados por compatibilidade química e em local isolado e sinalizado.

Áreas de Circulação

O canteiro organizado propicia otimização dos trabalhos, redução das distâncias entre estocagem e emprego do material, melhoria no fluxo de pessoas e materiais e redução dos riscos de acidentes e de incêndio.
Para o bom aproveitamento da área dos canteiros e prevenção de riscos aos trabalhadores é importante:

  • Manter materiais armazenados em locais pré-estabelecidos, demarcados e cobertos, quando necessário;
  • Manter desobstruídas vias de circulação, passagens e escadarias;
  • Coletar e remover regularmente entulhos e sobras de material, inclusive das plataformas e de outras áreas de trabalho;
  • Não queimar lixo ou qualquer outro material no canteiro de obras;
  • Utilizar equipamentos mecânicos ou calhas fechadas para a remoção de entulhos em diferentes níveis;
  • Evitar poeira excessiva e riscos de acidentes durante a remoção.

EXPOSIÇÃO EXCESSIVA DO TRABALHADOR AO CALOR E SEUS EFEITOS


Muitos trabalhadores passam parte de sua jornada diária diante de fontes de calor. As pessoas que trabalham em fundições, siderúrgicas, padarias, – para citar apenas algumas industrias – frequentemente enfrentam condições adversas de calor que representam certos perigos para a sua segurança e saúde.


A EXPOSIÇÃO AO CALOR PRODUZ REAÇÕES NO ORGANISMO


Os fatores ambientais que afetam a saúde do trabalhador quando exposto ao calor excessivo em sua área de trabalho, são: temperatura, umidade, calor radiante (como o que provém do sol ou de um forno) e a velocidade do ar. As características pessoais são talvez o fator que mais pesa durante a exposição ao calor. Podemos considerar as seguintes: a idade, o peso, o estado físico, as condições orgânicas e a aclimatação ao calor.

Escavação de Valas e Poços

Neste tipo de atividade, de acordo com a NR–18, item 18.6, é necessário identificar previamente a existência de galerias, canalizações e cabos e eventuais riscos com emanações de gases, bem como:

- Priorizar abertura mecanizada de poços; caso seja inviável, promover a escavação por dois trabalhadores qualificados, com revezamento de atividades no mínimo a cada hora trabalhada;

- Delimitar as áreas de escavações com fitas zebradas e cavaletes, proibindo o tráfego de veículos;
- Inspecionar diariamente o escoramento do talude;
- Instalar escadas ou rampas para abandono rápido do local;
- Isolar e sinalizar com placas o perímetro e as diferenças de níveis;
- Instalar passarelas de largura mínima de 0,60m, protegidas por guarda-corpos, quando houver trânsito sobre a escavação;
- Desviar águas de chuva fraca por meio de valetas, evitando desbarrancamento e inundações;
- Interromper a atividade de escavação sob chuva intensa;
- Providenciar monitoramento contínuo de gases quando houver possibilidade de infiltração ou vazamento;
- Disponibilizar recursos para ar mandado e/ou equipamento autônomo de resgate (máscara
contra gases);
- Instalar ventilação local exaustora para extração dos contaminantes e ventilação geral diluidora, com filtro de ar, velocidade e temperatura controladas;
- Manter cobertos os tubulões, com material resistente, na interrupção do serviço;
- Depositar os materiais retirados da escavação em distância superior a metade da profundidade medida, a partir da borda do tubulão;
- Elaborar e implementar plano de resgate de emergência, com treinamento;

Segurança durante trabalhos de concretagem


- Implantar sistema de sinalização sonoro ou visual para determinar o início e o fim da operação de concretagem na área de lançamento do concreto, caso não seja visível pelo operador do equipamento de transporte ou bomba;

- Instalar pranchas de madeira, firmemente apoiadas sobre as armações nas fôrmas, para a circulação de trabalhadores;

- Amarrar cordas em vários trechos da tubulação para sustentação manual do mangote de concretagem durante o deslocamento sobre o cimbramento, promovendo divisão de peso, facilidade de pega e redução de esforço físico;

- Verificar previamente à operação do vibrador, a existência da dupla isolação, instalações elétricas adequadas à potência do equipamento, cabos protegidos contra choques mecânicos e cortes;

- Inspecionar o escoramento e a resistência das fôrmas por profissional habilitado antes de iniciar as atividades de lançamento e vibração de concreto;

- Inspecionar as conexões dos dutos transportadores previamente a utilização.

Dicas importantes que irão determinar a segurança e a produtividado do seu projeto, a etapa de concretagem merece atenção e alguns cuidados especiais.

Segurança em Andaimes

- Montar andaimes com material antiderrapante, forração completa e nivelada, com fixação e sustentação seguras e resistentes, por profissional legalmente habilitado;

- Instalar guarda-corpo e rodapé na face interna dos andaimes suspensos para eliminar o risco de projeção de materiais e/ou ferramentas;

- Instalar andaimes em montantes apoiados em sapatas, sobre solo resistente, com todas as superfícies de trabalho isentas de saliências ou depressões e com travamento que não permita seu deslocamento ou desencaixe;

Durante a obra importante sinalização poço do elevador



- Orientar o trabalhador para não executar atividades sobre vigas metálicas da sustentação do andaime suspenso e não utilizar tábuas soltas para deslocamento entre estruturas elevadas;

- Manter aberturas de piso e caixas de passagem cobertas com material resistente;

- Proteção física visando evitar queda de pessoas e materiais;

- Sinalização riscos de queda.

Cilindros de Oxiacetilenio Segurança na operação


Instalar válvulas antiretrocesso de chamas nos cilindros e no maçarico e eliminar graxa e óleo, do conjunto de cilindros de gases, para evitar explosão; isolar com biombos e utilizar sistema portátil de exaustão dos fumos metálicos, manter os cilindros de gases em carrinhos, fixados com braçadeira, na posição vertical e estocar cilindros vazios de gás separados dos cheios, na vertical, por tipo, em local isolado com alambrado.
O cilindros devem estar sempre providos do capacente para proteção do registro de abertura.

Sua empresa está regularizada com o Corpo de Bombeiros?

 🔥 Sua empresa está regularizada com o Corpo de Bombeiros? Na Focus Consultoria em Segurança do Trabalho e Meio Ambiente em parceria com a...