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domingo, 14 de fevereiro de 2021

Estação Transformadora de Distribuição – Subestação

 

Estação Transformadora de Distribuição – Subestação

Estação Transformadora de Distribuição (ETD) ou Subestação de Energia (SE) são conjuntos de equipamentos de proteção e manobra e transformadores utilizados para elevar ou rebaixar a tensão de geração ou transmissão de energia elétrica.

Estação Transformadora de Distribuição ou Subestação

Possibilitam a elevação ou rebaixamento da tensão através desses transformadores, e possuem equipamentos de proteção e manobra capazes de detectar os diferentes tipos de falhas que ocorrem no Sistema Elétrico de Potência – SEP e de isolar os trechos onde estas falhas ocorrem. Esses equipamentos são os Disjuntores, Religadoras Automáticas, Seccionalizadoras Automáticas e Fusíveis.

ETT, Transmissão, ETD

As subestações são responsáveis pela distribuição da energia elétrica. Antes de chegar aos grandes centros consumidores, a eletricidade percorre o sistema de transmissão que começa nas usinas geradoras de energia elétrica e passa pelas subestações, onde será rebaixada para valores de distribuição nas classes de 5 kv, 15 kv, 25 kv ou 35 kv, de acordo com a conveniência técnica de cada Estação Transformadora de Distribuição -ETD.

Quando elevam a tensão elétrica, nas usinas geradoras, em uma Subestação denominada ETT – Estação Transformadora de Transmissão, pois os geradores fornecem em baixa tensão e devem ser elevadas para serem transmitidas. A elevação da tensão de transmissão tem por objetivo minimizar as perdas e otimizar a transmissão de energia elétrica. Este processo evita a perda excessiva de energia elétrica ao longo do percurso.

segunda-feira, 23 de novembro de 2020

Regras de Ouro
A Norma Regulamentadora nº 10 – NR 10 – Segurança em Instalações e Serviços em Eletricidade estabelece os requisitos e condições mínimas objetivando a implementação de medidas de controle e sistemas preventivos, de forma a garantir a segurança e a saúde dos trabalhadores que, direta ou indiretamente, interajam em instalações elétricas e serviços comeletricidade. Objetivando a saúde e a segurança de todos os colaboradores que intervém no sistema elétrico e o efetivo cumprimento do que estabelece a NR-10, a CEMAR mantém a campanha “Regras de Ouro”, onde os colaboradores são constantemente orientados sobre os procedimentos apropriados para se garantir a segurança nas atividades realizadas em instalações elétricas desenergizadas.

Conforme subitem 10.5.1 da NR 10, somente serão consideradas desenergizadas as instalações elétricas liberadas para trabalho, mediante procedimentos apropriados, obedecida a sequência abaixo:
a) Seccionamento;
b) Impedimento de reenergização;
c) Constatação de ausência de tensão;
d) Instalação de aterramento temporário comequipotencialização dos condutores dos circuitos;
e) Proteção dos elementos energizados existentes nazona controlada (Anexo I);
f) Instalação da sinalização de impedimento dereenergização.


Zona de risco e zona controlada


Tabela de raios de delimitação de zonas de risco, controlada e livre.




Distâncias no ar que delimitam radialmente as zonas de risco, controlada e livre.


ZL Zona livre.
ZC Zona controlada, restrita a trabalhadores autorizados.
ZR Zona de risco, restrita a trabalhadores autorizados e com a adoção de técnicas, instrumentos e equipamentos apropriados ao trabalho.
PE Ponto da instalação energizado.
SI Superfície isolante construída com material resistente e dotada de todos dispositivos de segurança.

Distâncias no ar que delimitam radialmente as zonas de risco, controlada e livre, com interposição de superfície de separação física adequada.




ZL Zona livre.
ZC Zona controlada, restrita a trabalhadores autorizados.
ZR Zona de risco, restrita a trabalhadores autorizados e com a adoção de técnicas, instrumentos e equipamentos apropriados ao trabalho.
PE Ponto da instalação energizado.
SI Superfície isolante construída com material resistente e dotada de todos dispositivos de segurança.


O subitem 10.5.2 da NR 10,estabelece também que o estado de instalação desenergizada deve ser mantido até a autorização para reenergização, devendo ser reenergizada respeitando a sequência de procedimentos abaixo:
a) retirada das ferramentas, utensílios e equipamentos;
b) retirada da zona controlada de todos os trabalhadores não envolvidos no processo de reenergização;
c) remoção do aterramento temporário, da equipotencialização e das proteções adicionais;
d) remoção da sinalização de impedimento de reenergização;
e) destravamento, se houver, e religação dos dispositivos de seccionamento.




Essas regras valem ouro!


Você sabia que a maioria dos acidentes no Setor Elétrico são por descumprimento dessas regras?

Vamos aprender e nunca mais esquecer:

1° - Abrir

Abrir os circuitos elétricos através de dispositivos de seccionamento com corte visível, de forma correta.

2° - Bloquear


Operação destinada a bloquear o equipamento de seccionamento dos circuitoselétricos.
O bloqueio físico consiste em impossibilitar fisicamente a união de seus contatos ou imobilizar o comando do aparelho.
No caso das chaves fusíveis o bloqueio caracteriza-se pela retirada dos bastões.

3º - Testar


Comprovar a ausência de tensão no local de abertura dos circuitos e onde serealizam os trabalhos (zona protegida) com o detector de tensão.

Para o reconhecimento da ausência de tensão deve-se agir como se a instalação estivesse energizada: usar equipamento de proteção adequado, manter distância de segurança e comprovar ausência de tensão em todos os condutores.


4° - Aterrar

Instalar os conjuntos de aterramento tanto quanto forem necessários em pontos adjacentes ao local de trabalho, a fim de formar a chamada ZONA PROTEGIDA.


5° - Sinalizar

Instalar a placa de sinalização “Não opere este equipamento” em local visível e próxima aos dispositivos de seccionamento.

OBS: A seqüência das 5 regras de ouro pode ser alterada para os casos de distâncias consideráveis entre a chave fusível e o trecho a se trabalhar. A alteração seria a seguinte: o 5° passo (sinalização) pode ser executado após o 2° passo (bloqueio).


Fonte: Falaparceiro!

domingo, 22 de novembro de 2020

Câmeras mostram ocorrência de arco elétrico gigantesco em subestação norte americana

 


Foi veiculado no site da Exame.com um incidente em uma subestação na cidade norte americana de Nova York após a passagem da tempestade Sandy.

Interessante é como a repórter intitulou a matéria: "Explosão em subestação de energia projeta bola de fogo no ar". Segundo a repórter "Nas imagens, é possível ver uma grande bola de fogo rompendo o horizonte durante a madrugada, quando ocorre o incidente." Assista ao vídeo.



Esta "bola de fogo", na verdade se trata de um arco elétrico; um fenômeno que ocorre em condições propícias e que além de tudo é muito perigoso. Para entender melhor o que é um arco elétrico leia esta matéria publicada no blog.



O que é arco elétrico

 O que é arco elétrico

Sabe-se que, sempre que um equipamento elétrico energizado está sendo examinado, mantido ou ajustado, havendo condições propícias, existe o risco potencial da ocorrência de um arco elétrico. 

Arco elétrico é o termo aplicado à passagem através do vapor do arco terminal do metal condutivo ou material carbonizado. Ocorre quando os condutores das fases são curto-circuitados e há ionização do ar. 
Ilustração retratando o que ocorre em um arco elétrico.
Este fenômeno produz grande quantidade de calor que pode causar queimaduras fatais, tanto pelo contato direto na região aquecida, quanto à distância devido ao calor emitido na forma de radiação, e mesmo incendiar a roupa do pessoal envolvido com a instalação elétrica. Adicionalmente, os arcos elétricos expelem gotas de material fundido que se espalham na imediata vizinhança, similar, mas com maior intensidade do que o material expelido pela solda elétrica.

Outros riscos a que fica exposto o pessoal envolvido em reparos ou intervenções em sistemas elétricos, são:
  • Risco de choque elétrico devido ao toque nos condutores energizados; e
  • Gases em expansão produzidos pelo arco elétrico que podem causar:
    • A projeção de material sólido;
    • Ondas de pressão que podem tirar o equilíbrio de uma pessoa;
    • Ondas de som que podem provocar problemas de audição;
    • Luminosidade excessiva causada pelo plasma no arco elétrico que pode causar cegueira temporária ou permanente;
    • Plasma do arco elétrico (com temperaturas da ordem de 17.000 ºC) que pode causar fogo e queimaduras graves; e
    • Metal vaporizado que pode se depositar em superfícies e condensar em materiais frios.
É por isso que a NR-10 determina que empregados e empregadores devem seguir as tão faladas medidas de controle. Tais medidas consistem em uma série de coisas que abrangem desde procedimentos operacionais à equipamentos de proteção coletiva e individual.


domingo, 3 de fevereiro de 2019

Instalações elétricas provisórias no canteiro pedem cuidado

A NR 18 poderá incluir a exigência de projeto e do dispositivo DR (Diferencial Residual) nos sistemas elétricos temporários
Redação AECweb / e-Construmarket
No ranking de acidentes em canteiros de obras, aqueles decorrentes das instalações elétricas provisórias ocupam a terceira posição, superados apenas pelos casos de queda de altura e soterramento. E não é por falta de normatização, de manuais e de empenho por parte das entidades setoriais. As melhores práticas para execução e manutenção do sistema são objeto de um capítulo detalhado da Norma Regulamentadora (NR) 18, que prega a exclusividade de mão de obra qualificada para esse tipo de trabalho. A norma complementa a NR 10, que é mais abrangente, tratando da segurança em instalações e serviços de eletricidade. Ambas são publicadas e fiscalizadas pelo Ministério do Trabalho.
“Em boa parte das empresas informais e até mesmo nas demais, não há eletricista nessa fase da obra, o que torna o risco elevado. As ‘gambiarras’ são proibidas, mas ocorrem com frequência”, alerta Haruo Ishikawa, vice-presidente de Relações Capital-Trabalho e Responsabilidade Social do SindusCon-SP.
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Conjunto de cabos pendurados no canteiro de obras (Roman023/ Shutterstock.com)

O profissional qualificado sabe, por exemplo, que, para executar qualquer serviço, as instalações não podem estar energizadas. Ou seja, é preciso desligar as chaves do circuito elétrico e isolar a área em questão, além de evitar emendas nos fios. A NR 18 vai além e diz que, na impossibilidade de desligar o circuito elétrico, “o serviço somente poderá ser executado após terem sido adotadas as medidas de proteção complementares, sendo obrigatório o uso de ferramentas apropriadas e equipamentos de proteção individual”.
Em boa parte das empresas informais e até mesmo nas demais, não há eletricista nessa fase da obra, o que torna o risco elevado. As ‘gambiarras’ são proibidas, mas ocorrem com frequência
Haruo Ishikawa

PROJETO DE INSTALAÇÕES TEMPORÁRIAS

O SindusCon-SP tenta aprovar, junto ao Ministério do Trabalho, a inclusão na NR 18 de exigência de projeto de instalações elétricas temporárias para canteiros de obras. E, também, que os circuitos provisórios sejam dotados de dispositivo DR (Diferencial Residual). “Trata-se do mesmo bloqueador que, por determinação legal, está presente em todos os imóveis residenciais e comerciais”, explica Ishikawa, completando: “O DR desliga a energia da unidade assim que alguém insere o dedo na tomada. É uma proteção importante, principalmente para as crianças. Queremos que a NR 18 torne obrigatória sua instalação no sistema elétrico temporário dos canteiros no país”. O especialista acrescenta, ainda, que só devem ser utilizados fusíveis normatizados.
A construção do quadro elétrico provisório segue algumas regras. Ele pode ser um quadro principal de distribuição, intermediário ou terminal fixo e/ou móvel. Deve ser construído com materiais incombustíveis e resistentes à corrosão, e de maneira a proteger os componentes elétricos de elementos externos, como poeira e umidade. Uma regra importante é a exibição, no quadro, do diagrama do circuito elétrico. Sinalizado e de fácil acesso, o elemento não deve ficar no trajeto dos trabalhadores e de materiais e equipamentos.

ACIDENTES

De queimaduras à morte, os choques elétricos ocorrem em situações inesperadas e em outras bem conhecidas pelas equipes de canteiro. Entre as mais recorrentes, Ishikawa cita a do fio de 220 volts desencapado que entra em contato com a armação no momento da concretagem da laje e a do trabalhador que esbarra no condutor exposto em dia de chuva. Uma medida recomendada para evitar esse tipo de acidente é a instalação dos condutores energizados em altura ou distância afastadas do trabalhador, das máquinas e dos equipamentos.

quarta-feira, 16 de maio de 2018

quinta-feira, 17 de agosto de 2017

Trabalhadores de Porto Velho morrem eletrocutados em cima de andaime as margem da BR-364


quarta-feira, 16/08/2017


Dois trabalhadores morreram na manhã desta quarta-feira (16) após o andaimes que estavam encostar na fiação de alta tensão no Município de Campos de Júlio (MT).



   


As vítimas foram identificadas como Emerson Gomes de Lima e Rogério Macedo.

A dupla fazia reparos no telhado de um posto de combustível quando houve o acidente.

Em breve maiores informações

Fonte: Diario7


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